Mãos
Notas para eu mesma: a vida é feito andar de bicicleta! Se você não pratica, não mantém mais o mesmo equilíbrio. Se você não tem o mesmo equilíbrio, não consegue pedalar soltando as mãos.
Não temas as noites sombrias e o canto dos ventos uivantes soprando em seus ouvidos, porque haverá sempre um ponto de luz para se apoiar quando estamos de mãos dadas com Deus
A despedida fora um dar de mãos... o casal ao lado soube expressar bem o momento: um beijo molhado e demorado como se não houvesse mais amanhã a ser vivido (e quão bom é essa sensação, de quando o tempo não é influenciador de suas emoções, quando o agora fica por dias naqueles minutos; quando o pôr-do-sol para, apenas para dar mais clima ao momento, quando o vento passa aconchegando e faz das pessoas meros vislumbres animados);
[...]
A despedida fora um dar de mãos... mas se os olhos falassem (ora, e pois se não falam!? Gritam as alegorias do coração. Berram os distúrbios da mente. Induzem indelicadamente um profanar de palavras desanexas a sua alma), diriam: fica comigo mais tempo. (Desencontrei-me ao seu encontro)
Olhe para suas mãos. Observe que cada dedo é de um jeito, de um tamanho e com uma função diferente, porém, quando se juntam, mesmo com todas as diferenças, conseguem fazer coisas que sozinhos não conseguiriam. Assim acontece com o ser humano: se deixássemos a diferença de lado e nos uníssemos por um propósito maior, o mundo seria um lugar muito melhor!
Eu queria muito mais e ir mais adiante
Tropecei
Caí várias vezes
Mas mesmo aqui, de joelhos
Sou fiel
As minhas intenções
E a tudo que tenho
E carrego
Desde o âmago
Sofrendo as linhas duras
Do destino, das escolhas
Jamais fechei os olhos
Somente para te ver
E em cada raiar de um novo dia
Meu sorriso percorre o tempo
E traz a brisa de seu aroma
De seus sentidos
Caminhando,
entre pedras, entre flores
Sou mais feliz
E posso mais
Em você e em mim
Cada noite
Cada lua
E para cada sol
Que há de iluminar meus sempre novos
Horizontes
E posso ainda alcançar sua mão
Vem comigo?
O maior perdedor não é aquele que desiste. É aquele que aposta em “mãos” que não valem nada numa determinada situação mesmo sabendo disso. Só por puro impulso.
Não Use Nunca as Suas Mãos Para Agredir!
Tenha sempre
em suas mãos...
Delicadezas!
Assim...
Estará treinando-a.
Para usá-la para o bem.
Em mãos de perfume...
Jamais existirá
a palavra AGRESSIVIDADE!
Mãos sensíveis...
Nunca serão agressivas!
As mulheres são como as fadas;
Possuem dentro de si uma magia,que pode levantar ou derrubar a vida de um homem, com as suas próprias mãos.
Amor Infindo
A infinidade do amor...
Está em nossas mãos!
Se...
Nos queremos.
Nos amamos.
Nos renovamos...
O amor é novidade!
Atuação.
Emoção.
Se o deixamos esfriar...
Ele deixa de ser infinito!
Semear o Amor
Nem sempre
a primavera
surge nas estações...
Ela também
se manifesta nas mãos.
De quem tem o dom,
de semear o amor!
As minhas mãos,
Que percorrem o teu corpo,
São o vento que viaja
Por montes e vales,
Em busca de um lugar
Para ficar
Longe de todos os males.
MÁGOA
Estendo minhas mãos
Exponho minhas dores
Descubro, desolada, fracionada
Que tudo que a mim importa
Nem sempre, a ti, importa.
Algumas mulheres que foram desiludidas pelos homens que passaram em suas vidas como vendaval deixando marcas e cicatrizes irreparáveis, desacreditam dos sentimentos e dos valores masculinos contidos em um próximo que a quer conquistar e dividir sua vida. O erro em querer comparar o ontem com o agora, fragiliza o momento certo com a pessoa correta tornado a mulher uma justiceira ao qual pensam estarem fazendo justiça com as mãos mas no fim com a própria calcinha.Algumas nem calcinha usam...
Mãos Estendidas
Mãos estendidas, elevadas em oração;
calejadas do duro trabalho da lida.
Elevadas ao céus, estendidas ao Pai,
que nos dá o pão cotidiano.
Mãos, de dedos delgados e trêmulos
unhas sujas do toque à terra escura.
Da sacralidade do suor e fadiga num calor fervente.
Mãos sobrepostas e marcadas pelos anos.
Acolhedoras do Sacro Corpo e Sangue;
santas aquelas mãos estendidas humildes
em prece, sem pronúncias, porém,
cheias de significado
De uma vida dura,
mas, de pura gratidão.
