Maldade
Saudade
Saudade
É maldade.
Amor de um só,
É amizade.
Namoro sem gostar
É caridade.
Beijo sem desejo
É curiosidade.
Distância sem paixão,
Dá separação.
Casal só com dois,
E feijão, só com arroz.
Renata M. Vilas Boas
28/02/2012
Que maldade a sua abrir a porta e sair sem se despedir da dona da casa. Sair sem dar “tchau”, sem dizer para onde ia e depois nunca mais voltar. Mas tudo bem, talvez essa sua ida seja um aprendizado para mim. Talvez eu aprenda a trancar a porta da próxima vez. Não para tu não saíres, e sim para não entrares mais sem a minha permissão. Mas eu sei... Tu não irás mais voltar. Eu digo, não irás mais tentar me fazer sua de novo. Você não quer, e se quer, finge que não. É complicado, eu sei. Sua mente é frágil. Você é frágil, mesmo tendo essa fama de durão; mesmo fingindo não se importar; mesmo mudando sua rotina só para não me encontrar, mesmo estampando outras garotas em seus lençóis só para encobrir a minha falta. Você é esse tipo de homem: durão, prepotente, narcisista, egocêntrico... e frágil por dentro. E mesmo sendo isso tudo minha mente não consegue te deixar quieto no canto da sala ou te varrer para de baixo do tapete. Ela só te quer na minha cama, abraçado comigo, me fazendo carinho. Mente a fraca a minha que sempre insiste em querer algo que não posso ter.
Vejamos bem, o mundo não é bem essa maldade toda.. Mas quer um segredo? Acho que nesse momento maldade é a ultima coisa na qual eu penso, acho que a presença de alguém tem feito com que eu me esqueça de toda essa ruindade, toda essa discórdia total.Acho que o amor nos cega, pra não enxergar coisas ruins.. O amor é bem esquisito, em um dia ele te mata, no outro ele te vive, no outro ele te chora, no outro ele te sorri.. E é bem por aí, eu te odeio por gostar tanto de você.. Eu odeio a distância por me fazer estar tão longe de você, mas só no terreno do físico, porque no terreno do coração, você tá mais do que presente.. Acho que você deveria estar aqui, porque precisa estar tão longe? Qual a graça disso? Se aproxima… me abraça, me beija, me venera, me acaricia, me mata… De amor, de beijinhos, de chamego.. Me mata de você.Me deixa ter você, hoje, amanhã e sempre… É pedir demais? Vem pra perto de mim anjinho.. ”Prometo te amar e te respeitar até que a morte nos separe.” Eu te amo…
Meus olhos
Meus olhos, quando vêem a maldade, logo se derramam...
A maldade do mundo me entristece, mas tenho que ser forte.
Só Ele me ajuda, ele me ajuda a me livrar dessa tristeza,
Fecho meus olhos e posso ver o que eu quero ver,
Um mundo sem tristeza e maldade, onde existe o amor.
Não quero ver o que não posso, mas insisto em ver.
Queria por momentos ficar cego pra não ver
O que eu não quero ver...
Peço pra não ver, mas à força abrem meus olhos
Só pra me fazer ver o que eu não quero ver.
A violência estampada em jornais me mostra a verdade,
Essa verdade me dói, mostrando que nosso mundo é um mundo de dor.
Meus olhos vêem que os homens destroem a paz e o amor;
E no lugar, constroem-se guerras e ódio.
Meus olhos não querem mais ver isso, esse mundo triste
Onde somente se vê o mal, só a maldade apenas,
Onde os lugares do amor são raros,
E do ódio são inúmeros...
Quero fechar meus olhos agora e ver que pode ser melhor,
No fundo eu sei que isso é apenas uma ilusão...
A maldade no coração dos homens faz com que isso se torne uma utopia,
Eu desejo ver pessoas sendo tratadas por iguais,
Por serem o que são e não pelo o que têm; ver todo o
Mundo se amando e não se odiando.
Meus olhos não querem mais se abrir pra ver violência e destruição
Ver fome e sede... Doenças e guerras...
Pessoas morrem por falta de pão e copos d’água.
Tão simples... Mas não temos recursos...
Preferimos viajar à lua, descobrir mais estrelas ou expandir nossas terras,
Não é simples... Mas por isso nós podemos pagar...
Meus olhos se derramam, ao ver o grande desamor...
A hipocrisia que o mundo é inserido e ainda mais;
A maldade que fere meus olhos,
Dos líderes que não sentem no estômago a falta de pão,
E na garganta a falta de água...
Ah... Verdadeiramente...
Meus olhos não conseguem ver isso...
A amizade é a unica falha da vida que o vento nao leva..Que a maldade nao destroi e que o tempo jamais conseguiu apagar.. Pois os verdadeiros amigos sao aqueles que tem um lugar ESPECIAL em nossos coraçoes e nos fazem felizes pelo simplis fato de existirem.
Cérebros podiam ser iguais a SO(Sistema Operacional) assim poderiamos formatar toda a maldade, idéias bizarras e pensamentos ruins do mundo.
Eu sou um tipo de garota, que vejo primeiro a maldade nas pessoas, depois a bondade. E muitas vezes nem consigo vê-lá. Então queridos amigos agradeçam. Pois eu vi tudo de ruim que poderia ver, só que preferi ignorar.
Ou você é burra ou é ingênua, ou os dois, tanto faz
O que você faz sem maldade machuca, sim, os outros
O que você faz sem intenção tem o mesmo efeito
"Ajo sem pensar", "não guardo mágoas",
"foi sem querer", "amanhã eu esqueço",
tudo isso é balela, porque quem bate esquece,
mas não quem apanha.
Não faça cara de santa,
não use essa voz fininha pra se defender.
Olhe para trás e veja o estrago que faz,
Olhe para a frente e veja o abismo que se aproxima.
E não reclame, esse caminho, mesmo "sem querer",
foi você quem escolheu.
Novamente, só nós
Eu e o brilhar da lua
Vagando atrás da paz
Enquanto observamos a maldade na rua
Eu que um dia sonhei
Ter alguém para te apreciar ao meu lado
Hoje peço que você só suma
Para mostrar a beleza de um céu estrelado
Mas sei que no futuro
Eu desejarei ter bem mais
Com a consciência adquirimos a ganância
E nos achamos o melhor de todos os animais
Estou cansando de ver palavras boas
E não ver a bondade
Ando pegando nojo de pessoas
Me sinto mais próximo à maldade
Todos nós possuímos maldade
Só que a maioria tenta esconder
Mostrando para todos que sabem amar
Enquanto ignora que o mundo esta a morrer
Eu aprendi com naturalidade do mundo
Que devemos manter a santa paciência
Pois o ser humano tem a magnifica capacidade
De acabar com a própria existência
Mas ainda tenho fé
Acredito que podemos nos salvar
Quem sabe um dia viveremos na utopia
De um mundo de paz, amor e alegria
E a ti lua
Te dedico meu amor
Pois na escuridão da noite
É seu brilho que ameniza minha dor
A maldade, a intolerância e a incompreensão, aos poucos, vêm tomando o lugar da fé. Às vezes penso que o mundo em que vivemos é o túmulo do amor.
Verdades são palavras proferidas sem maldade com a máxima lealdade... Como pedra de valor, raridade sem temor.
Pula Pula
Criança ilumina qualquer dor
porém cava a maior saudade
sem maldade, na inocência
pura benevolência
Criança? Mata a sede dos meus olhos
dando-me água com as mãos.
Ô moço! Chora não.
Quer brincar? Só me dê seu coração,
nem mais um tostão!
Caminha a passos minúsculo, pequeno pesado.
Na vida há imprevistos, notícia inopinada
surge no final da tarde, depois que o andarilho
de camisa amarela suada, desbotada
jogou na garagem espelhada por objetos (bem definidos)
um papelucho desorientador, e inerte.
No balanço da árvore os cabelos voam,
desprendem-se até a moleira,
despenca maças carnais dos galhos
e sobra salada na sobremesa saudável.
É levada para a casa do moço bom,
-Ele gosta de você, terá todo cuidado
de porcelana frágil, estás em boa companhia
-Tudo bem mamãe, eu sei, eu te amo,
chama lá a vovozinha.
A mãe desaba como a fruta, a maçã
e sabe da força do filho,
daquela criancinha,
que corria para sua cama,
com medo de monstro da infantil fantasia.
Se apega no terço coração marejado
-Mãe rainha, derrame suas graças
na minha pobre filhinha.
Força maior do dia, dia-a-dia, nutrida
por mistura composta por três partes
Há bolinhas de sabão por tudo
e palhaços a cantar uma vez por mês
só pra sonhar com papai do céu
toda vez.
Exemplo há superar.
Criança chora, ainda brinca
criança dorme eternamente,
vai para o infinito cativante
silencioso, escuro, molhado
florido, inesquecível.
Na caixinha de boneca toda branca,
o carrinho empurrado com sutileza
igual àquele carrinho
de madeira puxado
pelo cordão do peão.
Criança? Criança é ternura em cima
do cavalo magricelo de vassoura:
-Devolve menino, tenho que varrer,
seu pai há de chegar, e entra pra dentro
que vai chover.
Adulto é ser, ter o desgosto de não
poder deitar no chão, junto à chuva
sem saber se vai resfriar.
É não arrancar a tampa do dedão,
chutando bola de leite: -Silêncio, caiu no vizinho
O senhor se apegou a camada de borracha
protetora de incômodos terrenos, empoeirados:
-Devolve a bola moço?
Implora, choraminga e míngua:
Só mais dez minutinhos mamãe...
é minha vez de procurar a minha paixão
no esconde-esconde e polícia e ladrão:
-Achei, agora me dá um beijinho? Um beijinho Zinho?
-Entra menino, o jantar está pronto
panela de barro pro feijão cheirosinho, avental
e cadernos com lápis e borracha, juntos com a
tábua de tomate
-Dever? É obrigação!
É bom viver, aprender com corpos franzinos
pequenos, ter aula de ser prazenteiro
sem se fincar para pagar conta e cartão.
Criança? É aprender que a vida brota do chão.
SE ME
PERGUNTARES
Se me perguntares
Quem sou eu
Cavada de bexiga de maldade
Com um sorriso sinistro
Nada te direi
Nada te direi
Mostrarte-ei as cicatrizes de séculos
Que sulcam as minhas costas negras
Olhar-te-ei com olhos de ódio
Vermelhos de sangue vertido durante
séculos
Mostrar-te-ei minha palhota de capim
A cair sem reparação
Levar-te-ei às plantações
Onde sol a sol
Me encontro dobrado sobre o solo
Enquanto trabalho árduo
Mastiga meu tempo
Levar-te-ei aos campos cheios de gente
Onde gente respira miséria em toda a
hora
Nada te direi
Mostrar-te-ei somente isto
E depois
Mostrar-te-ei os corpos do meu Povo
Tombados por metralhadoras
traiçoeiras,
Palhotas queimadas por gente tua
Nada te direi
E saberá porque luto.
