Mal
Quero renovar contigo
Quero voltar ao passado
Quero correr o perigo
Pois fui e sou mal amado
Quero lembrar o São João
A festa do algodão
E a rainha do meu lado.
Desta vez não posso errar
Na hora de escolher
Não posso te magoar
Posso ate não merece
Quero te amar novamente
Daquele jeito inocente
Que aprendi com você
Eu quero te garantir
Que vou saber te amar
Quero aqui me redimir
Para poder te beijar
Te darei meu coração
Te convido pro são João
Para agente se amar
Uma noite de são João
Uma fogueira acessa
Dançaríamos um baião
Pedia a tua gentileza
De dar um beijo em você
Seria o maior prazer
Reforçava minha certeza
Que eu posso concerta
O erro que cometi
Contigo iria dançar
Não deixava tu partir
Quero pedir um favor
Com você fazer amor
E iríamos ser feliz
A Preguiça, conquanto seja uma qualidade considerada negativa e mal vista, é uma forma de saborear a vida.
Me chamam de louca porque falo coisas que não convém ao padrão da sociedade do século XXI, mas mal sabem que loucos são eles que não tiveram contato com o melhor da vida. Modernidade nem sempre é bom, principalmente, quando afeta a capacidade mental humana. Sou retrô sim, porque o que é velho é melhor que o novo!
Pra que viver e sofrer, se meu mal é voçê, mais não da pra apagar, a vontade de te amar, se é tão forte assim, como eu posso controlar? Pois sei que, voçê virá, e dirá, o amor é belo, mais nem tudo nele, são flores...
A História revela um passado muito mal dos humanos e confirma como estamos nos tornando sábios e santos.
Sonho que é sonho finda com sorriso. Sonho que acaba mal nunca foi sonho, já havia caído nas garrinhas da realidade, e para elas perdeu seu brilho. E você arremata o massacre se referindo à ele como um projeto inacabado, um ponto mal-feito. Aquilo que beira a existência nunca foi de todo irreal. Ficou perdido em outras classificações, em outros devaneios…
Vazio mal ocupado
Eu tenho essa sensibilidade de tinta velha.
Eu sempre tive isso aqui incorporando minhas veias em vez de sangue, e sempre que percebo que minha ave velha e triste inventa de sair pela garganta esmagando minhas tripas e sufocando meu ar, eu me seguro até encontrar um lugar vazio e escuro para engolir com uma dose forte de álcool a ave infeliz que tenta de alguma forma sair, demonstrando um outro eu que tão pouco existe, e sim ele existe.
Mas não, ele não ira sair,não é a hora de me desmanchar em lágrimas com plateia e falsos aplausos, num momento tão egoísta e tão meu.Tão seu, meu.
Agora sinto a garganta ardendo, invento uma gripe com a desculpa da inflamação, que joga fora uma grotesca dor de solidão, sim isso acontece quando se sufoca tudo dentro de si,sem arrependimentos ou reclamação volto pro meu quarto bebo um pouco de remédio querendo que cure a dor que machuca o meu coração, acendo um cigarro e paro por alguns segundos de sentir.
Já que em mim essa dor quase não para... e se para nem repara.
Poema de Resistência
Suma!
Me esqueça!
Evapore!
Desapareça!
Cansei de te confortar
Mal sabes conciliar
Tua vida, irregular
Por que então tendes a me sufocar?
Preciso de ti me livrar
Minh'alma desinfetar
Não desejo teu querer bem
Na ausência do fazer bem
Cansei de ceder
De você
De colher o consequente somado ao excedente
Tu não venhas ao meu lar
Nem te convides a entrar
Não suporto observar
Por um minuto o teu olhar
Não consegues perceber
Que recebeste um parecer
Em que a reciprocidade recorreu
A um recesso eterno
Cansei de tentar
De tentar me aproximar
De tentar agradar
A tudo o que houvera de gostar
Não vou me repreender
E assim te dizer
Algo que não vais responder:
Nunca mais quero te ver!
Te agradeço por ter me feito esquecer todo mal que um dia eu sofri por conta de um amor que havia acabado, você veio, foi chegando e invandiu. Nunca chorei por você e se chorasse também seria uma grande idiotice. Nunca soube o que você realmente chegou a sentir por mim e eu não tenho a mínima vontade de saber. E você nunca vai saber que tudo me fazia feliz era só teu nome que me alegrava nas aulas de física, poxa, você era o meu assunto mais preferido de todos.
