Mal

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⁠⁠Chegará o momento em que muitas pessoas irão se arrepender de ter me tratado mal. Acredite em mim, essa hora vai chegar.

Mal súbito virou o novo jeito de morrer depois de 2020.

Acaso mistérioso do mal


As coisas são o que são.
As coisas deveriam ser de outra forma.


Deus Todo-Poderoso,
Onisciente,
Onipotente,
Onipresente,
se exclui em uma realidade onde o mal, o sofrimento,
as imperfeições existem.
Um exclui o outro, e vice-versa.


Tudo que existe é uma continuidade
de Deus de alguma forma,
nada escapa disso senão Deus


Por que existe algo
em vez de existir nada?
Tudo tem uma causa,
uma origem.
Só Deus não teve origem.


Existem duas existências,
com certeza absoluta:
a eterna e a criada.
A criada nasce, cresce e morre.
A eterna só pode ser Deus.


A vida, a razão, a ordem, o existir, o amor, o coração...
É impossível virem do nada.
Essas coisas são a continuação
de Deus.


Então, concluímos: Deus Todo-Poderoso
existe.
Mas no nosso mundo identificamos o mal, o sofrimento, as imperfeições — que não existem em Deus.


Deus não cria outro Deus.
Deus cria coisas que são perfeitas.
Mas Deus cria seres com vontade
própria e livre-arbítrio.


Deus sempre criou seres com vontade
própria e livre-arbítrio perfeitas.


Temos que encarar o problema
com ousadia e não com ideias
prontas e fixas.


Deus não tem propósito
nenhum em criar seres imperfeitos
que gerem o mal, o sofrimento, a injustiça.
Mas, por um acaso misterioso
— que acredito que Deus nunca entenderá —
a natureza de Deus é perfeita, boa,
amorosa e tem todo o poder.


Deus criou Lúcifer e o ser humano
para adorá-lo, para ser a razão de
ser de toda criatura.
Mas, por algum acaso misterioso,
essa criatura imperfeita foi criada,
e Deus está trabalhando para restaurar
sua criação. E tudo voltará como antes:
a criatura sendo reflexo do Criador.


Creio que Deus não iria criar seres
para gerar mal, sofrimento, injustiça —
e isso será um eterno acaso
misterioso.
Mas Deus é bom, é amor, Deus é a verdade,
e tudo será perfeito como
antes, em Jesus.


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"O mal é a ausência de Deus; quanto mais distante Ele se encontra de Sua criação, mais o mal prevalece. A concretização do bem e da perfeição ocorre somente por meio de Deus. Ele está voltando; portanto, o mal desaparecerá."

O Bilhete Devolvido e o Acaso Misterioso do Mal


Você aceitaria uma harmonia eterna se o alicerce dela fosse o choro de uma única criança injustiçada? Para Dostoiévski, a resposta é um grito de revolta: “Eu devolvo o bilhete”. Através de Ivan Karamazov, ele recusa um paraíso que exija, como pedágio, o sangue dos inocentes.


Muitos tentam justificar a dor como o preço da nossa liberdade, mas a verdade pode ser mais sombria. E se o mal for apenas um acaso misterioso? Um erro de percurso que surgiu fora do plano divino. O mal é aquilo que nunca deveria ter existido; não é uma lição, nem um teste. É um intruso incompreensível que desafia qualquer lógica ou propósito. O mal é, de fato, injustificável. Ele está além da capacidade humana de suportar — e nem o próprio Deus o suportou no Getsêmani, quando clamou: "Pai, afasta de mim este cálice". Em seus casos extremos, o mal é esmagador, sobre-humano e desumano. É o que jamais deveria ser.


É necessário ignorar alguma Perfeição


Existem assuntos que não podem ser tratados como equações matemáticas para serem resolvidos com todo o rigor matemático e exato. Em relação à existência de Deus e ao sofrimento, alguma coisa deve ser ignorada. Um Deus onipotente, onipresente, onisciente, perfeito e amoroso em uma existência onde existe o mal faz com que uma existência exclua a outra. Mas, aí, não podemos dizer que não existe Deus, porque existe algo em vez de nada. A existência, a razão, os sentimentos, as emoções e a consciência não existem a partir do nada ou de algo impessoal.


Nesse embate entre o sagrado e o horror, uma certeza resta: alguma perfeição sempre será ignorada.


Se o mal existe como um acidente que Deus não planejou, ignoramos Sua onipotência.


Se o aceitamos como parte de um plano deliberado, ignoramos Sua bondade.


Diante do sofrimento que não faz sentido, a "perfeição" teórica é a primeira coisa que se quebra. Se o mal é um acidente não planejado, o mundo deixa de ser um tribunal e vira um hospital de campanha. As coisas são o que são, mas as coisas deveriam ser de outra forma. Creio que esta escolha é mais realista diante do absurdo do mal; é algo que não se compreende, que não se aceita, nem se suporta, nem se justifica; é algo que não deveria não existir.


O Conflito da Existência


Deus Todo-Poderoso, Onisciente, Onipotente e Onipresente exclui-Se em uma realidade onde o mal, o sofrimento e as imperfeições existem. Um exclui o outro, e vice-versa.


Tudo o que existe é uma continuidade de Deus de alguma forma; nada escapa disso, senão o próprio Deus. Por que existe algo em vez de existir nada? Tudo tem uma causa, uma origem. Só Deus não teve origem. Existem duas existências, com certeza absoluta: a eterna e a criada. A criada teve início e pode perder perfeição. A vida, a razão, a ordem, o existir, o amor, o coração... é impossível que venham do nada. Essas coisas são a continuação de Deus. Então, concluímos: Deus Todo-Poderoso existe. Mas, no nosso mundo, identificamos o mal, o sofrimento e as imperfeições — que não existem em Deus.


O Acaso Misterioso e a Liberdade
Deus não cria outro Deus. Deus cria coisas que são perfeitas, mas Deus cria seres com vontade própria e livre-arbítrio. Deus sempre criou seres com vontade própria e livre-arbítrio perfeitos. Temos que encarar o problema com ousadia e não com ideias prontas e fixas.


Não acredito que Deus criou o mal para termos liberdade; não é necessário criar o mal para que haja liberdade. Existe a liberdade para o bem: eu posso fazer um bem ou outro bem. Não acredito que Deus criou o mal porque Deus, sendo bondoso, amoroso e fazendo o bem, não criaria por deliberação o contrário à Sua essência, porque um exclui o outro.


Deus não tem propósito nenhum em criar seres imperfeitos que gerem o mal, o sofrimento e a injustiça. Mas, por um acaso misterioso — que acredito que Deus nunca entenderá — essa criatura imperfeita foi criada. Deus criou Lúcifer e o ser humano para adorá-Lo, para ser a razão de ser de toda criatura. Mas, por algum acaso misterioso, essa criatura imperfeita foi criada, e Deus está trabalhando para restaurar Sua criação. E tudo voltará a ser como antes: a criatura sendo o reflexo do Criador. Creio que Deus não iria criar seres para gerar mal, sofrimento e injustiça — e isso será um eterno acaso misterioso. Mas Deus é bom, é amor, Deus é a verdade, e tudo será perfeito como antes, em Jesus.


O Mal como Ausência de Ordem
A minha definição de mal é esta: o mal é a falta da ordem estabelecida e da presença de Deus. Quando as coisas, as criaturas e a criação se afastam de Deus e não obedecem a Deus e à Sua ordem, sempre ocorrerá o mal.


O mal entre os seres humanos existe porque não se obedecem os mandamentos de Deus.


Terremotos, tornados e vírus existem porque a Terra está distante.


Todos os desastres e males da natureza ocorrem porque a natureza não está obedecendo a Deus; ela está distante de Deus, e perdeu-se o que foi estabelecido por Ele. Deus estabeleceu estabilidade na Terra, mas essa estabilidade foi perdida porque a Terra está distante de Deus — e tudo o que está distante de Deus perde a perfeição. Tanto nas tradições antigas quanto no cristianismo, o mal é fruto dessa desobediência original.


Se o ser humano obedecesse à palavra que Jesus Cristo disse em Mateus 22:37-39: “Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo”, não existiria mais o mal entre os seres humanos, e creio que toda a criação não teria mais o mal. Em Apocalipse, Jesus Cristo virá e, em Sua coxa, estará escrito: "Rei dos Reis, Senhor dos Senhores". Ele estabelecerá Sua presença e ordem, e o mal acabará.

⁠Minha luta é dura...
Olhos cansados por verem a terra que não muda...
Porque o melhor de meu mal está todo no cuidado...
Do que foi-me tomado...

E a noite que se avizinha...
Mostrando-me a face obscura...
Faz-me juras...

Mordendo o fruto das manhãs proibidas...
Um sossego como se nada existisse....
Assim o tempo escoa...

Me perco a pensar o que isto significa...
Que importa!
Ninguém sabe...
Dá-me um estranho ar de loucura...
Um vazio...
Inesgotável procura...

Mistério mais audaz da minha vida...
Em que todos os venenos estão contados...
Meu prêmio e meu castigo...
Anseio delirante...
De intensa saudade...
Que tanto sinto...

Ah...
Ilusão sombria...
Amor sem fruto...
Do pensar na vida...
Fuga perpétua...
Despedaçar...
Emendar...
A pressa contida...
Só para mim, que vou comigo...

Quero nesta noite...
E nas noites vizinhas...
Que enfim as estrelas...
Dêem-me suas graças infindas...
E assim...
Deixando de ser tão escura...
Já não me pesem...
O cansaço de meu olhar...
Sob juras...

Sandro Paschoal Nogueira

Era uma vez um quase-amor... Intenso, confuso, bonito, mas mal vivido. Não faltava sentimento — faltava coragem. Ela amava com presença, ele respondia com ausência. E nesse vai e vem, perderam um ao outro sem nunca terem se tido por inteiro.

Ela foi embora pra se proteger. Ele ficou, tentando disfarçar saudade com distrações. No fim, o que restou foi silêncio onde havia conexão, e um “poderia ter sido” que pesa mais que qualquer adeus.⁠

Muitos não sabem, que a "esperança" foi o único mal que estava na caixa de Pandora, que foi impedido de sair.

“Que o mal nunca prevaleça, e Deus sempre te proteja.”⁠

⁠“⁠Não fale mal de ninguém, e se pensar em falar, não fale.”


Com uma arrecadação bilionária e um retorno que mal enche a mão, Guarulhos clama por líderes à altura do seu povo.


EduardoSantiago

De onde vem essa urgência de entregar aquilo que mal consigo sustentar?


Nem a mim mesma pertenço.


Talvez seja da juventude.
Talvez seja da vida.
Esse estranho costume de oferecer mais do que se possui.

O auge da ignorância transforma o bem em caricatura e o mal em regra.

O mal que assola a sociedade contemporânea raramente é intencional; muitas vezes emerge do emaranhado informacional e das próprias mazelas da modernidade.

Não revidar o mal que nos fazem é uma atitude de reflexão e racionalidade.

Não revidar o mal que lhe fazem é uma atitude refletida e racional.

Falar bem de si é inútil; falar mal de si é perigoso.

Eles olham de cima, protegidos por uma arrogância que acham ser poder. Mal sabem que o topo onde estão é feito de um vidro fino, prestes a quebrar sob o peso da própria hipocrisia. De Bruno para Carla: enquanto eles se preocupam em julgar e em tentar controlar o que não lhes pertence, nós estamos a construir algo que não depende da aprovação de ninguém. A nossa força vem de baixo, das raízes, de onde nada pode ser arrancado. Eles podem achar que estão acima, mas nós somos o chão onde eles terão de pisar quando a queda vier.

O que quer que faças de bem ou de mal a um animal recairá sobre ti mesmo ou sobre teus filhos, na mesma proporção. É a Lei do Retorno, é a Lei da Causa e do Efeito, que às vezes tarda, mas não falha nunca. Pode crer, é assim que funciona!

O bem e o mal são interconectados, um não pode existir sem o outro, faz parte do mecanismo universal do funcionamento da Vida. E apesar do aparente domínio do mal em certos contextos, o bem sempre se impõe como força predominante na trajetória da humanidade. O mal gera o bem e vice-versa. Essa conexão é evidente em muitos aspectos da vida, como a forma como doenças impulsionam a busca por curas e erros que abrem caminhos para o bem.