Mais que uma Mao Estendida

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"Trocar a vontade do Criador pelos excessos do momento é abrir mão do amor divino para viver na incerteza de uma ilusão."

“Por quanto tempo você quer segurar a mão da pessoa que ama? Até o fim do dia… ou até o fim da vida?”

“Na subida te aplaudem. Na queda, quem estende a mão é raro.”

"Tem gente que diz ‘tamo junto’… e tem quem segura tua mão quando até você já pensou em soltar."

COM O CETRO NA MÃO
O REI RECEBEU
O SÁBIO E TAMBÉM O SAPO.
E OS PÔS OS DOIS
NOS MELHORES LUGARES
DO BANQUETE.
QUANDO A RAINHA VIU AQUILO
PERGUNTOU PARA O REI
O PROPÓSITO.
NÃO HÁ PROPÓSITO
FALOU O REI.
EU SÓ QUERIA ERA COMER
O FAISÃO ASSADO.

⁠Eis que Deus não rejeita ao íntegro, nem toma pela mão a malfeitores.
sfj,reflexões bíblicas

"Ninguém atinge a autossuficiência no vácuo; fechar a mão para o crescimento do próximo é atrasar o progresso de todos."

"Poucas coisas mostram tanto a pequenez de caráter quanto fechar a mão para quem só precisa de uma oportunidade para evoluir."

"Quem tem grandeza de caráter entende que a verdadeira independência não fecha a mão, compartilha o caminho."

Toco o céu com a mão

Com tanta inspiração...,

E tão puro contentamento

Vou ao sabor do vento

Em busca de alento...



Alma forte como [ventania,

Assim é a alma austríaca.

Alma leve que rodopia...,

Ao som da valsa é [alegria.



Artesã da palavra poética,

Filósofa do tempo poema,

Amante de vida em expansão,

Escrevendo a poesia própria,

Cheia de paixão e sentimento.



Alma forte tão [alpina,

Assim é a alma austríaca,

Alma doce que fascina...,

De um acorde que [harmoniza.



Sabe ser feliz ao seu jeito,

Como poesia que [valsa

Talvez não tão perfeito,

Mas amor não faz [falta].

⁠Você se comportou como Júpiter
pegando a Lua pela mão
trazendo-me de volta para o Divino,
O amor quando é verdadeiro
não é feio e nem bonito;
ele está acima do Bem e do Mal,
e se entrega sempre ao infinito.

Você acha que o amor se
preocupa com o quê é físico,
O amor luta é para estar perto
e se nutre de tudo o quê é eterno,...

Quem tem amor só se ocupa do que
engrandece o espírito,
e prevê simplesmente o infinito;

Quando nos conhecemos o amor
por nós foi adotado como idioma,
Dizer nenhuma palavra nunca é
preciso para o amor ser compreendido;

Disseste que não te entendo
em fuga do teu indomável sentimento,
Você sabe que te mantenho
abrigado em meu místico silêncio,
embora não reconheça que sei
de ti melhor do que você mesmo.

⁠O rouxinol está
no meu ombro,
a rosa na mão
e você continua
dentro do coração.

Bem longe está
o pensamento,
a poesia subiu
o Monte Uhud
e o sentimento.

Sou a poetisa
dentro de ti
em escalação,
Rumi anda
dando a mão.

E assim te dou
o meu místico
amoroso silêncio,
e me possui como
favorito domínio.

⁠Na Avenida desta vida
somos o casal de passistas,
Numa mão o pandeiro
você equilibra e gira,
E lá vou eu de miudinho
enquanto você se fascina,
Assim sou eu na sua
e você sambando na minha
sem mais nenhum segredo
o amor escreve o samba enredo.

Passando a mão sobre
o Capim-Curu enquanto
caminha com a história
de volúpia cresce sozinha,
Dentro do meu coração
e do pensamento
se entrelaçam as intenções
de seda e fortes emoções
feitas da fibra de Sisal.


Do pé colho amoras
maduras e na mente
elaboro o paraíso particular
com rota e sem nenhum pejo,
Acendo o fogo interno
do candeeiro para que nada
apague o amor eterno.


Apontar em silêncio
para as curvas vertiginosas
para você se aventurar
sempre uma nova viagem
em mim encontrar,
De ti colher os suspiros
mais delirantes frutados,
enrodilhar os nossos
desejos apaixonados.


Com beijos alucinados
vestir a tua pele de mimos,
Trazer o mais do opulento
êxtase para enfeitar
a suamesa e plantar em ti
o seu olhar sedutor,
para que nos primeiros
toques eletrizantes
de lábios provocantes
capture o sentido do amor.

Tudo em mim te venera
com o Mapuche-Huilliche
Da tua mão - não solto
mesmo que resista ou evite


Como Diucón com Chilco
que foi libertada do gelo
O espírito é de recomeço
amar não tem nenhum preço


(O Ano Novo virá com apreço)

Conheço o meu Brasil Brasileiro,


na palma da mão e por inteiro,


Do Maranhão ao Rio Grande do Sul


o meu oceano é o Atlântico Sul.






Seja na terra, na água ou no ar,


o coração por ele bate intocado,


Nutro o romântico e apaixonado,


e não há que seja capaz de desviar.






Se amar é questão de acertar,


nem mesmo a tempestade será


capaz do amor na vida dispersar.






Sempre que quando todos se vão,


a permanência integra ao chão


não me permite jamais a evasão.

No Médio Vale do Itajaí
a Lua Crescente aqui
ao alcance da minha mão,
Na minha querida Rodeio,
estou no seu coração.


No teu bonito olhar
tenho versos de luas
para me inspirar
no Poemário Rodeense,
No tête-à-tête entre
a gente vou contar.


Sem hora para acabar,
juntos de luar em luar,
Seremos a poesia
deste vale a se espalhar.

Segurei na sua mão
em ritmo de Sanjuanito,
Desejei de primeira
o seu sorriso bonito.


Não é somente fruto
da minha imaginação:
Uma flor de Chuquiragua
receberei da tua mão.


Pedirei aos quatro ventos
que mostrem só o que é
de amor, paixão e rendição.


Não vai demorar muito
para me dar o seu coração:
És o meu amor de perdição.

Mão feita para a flor,
e acariciar com amor.


[Sempre que preciso for.]

⁠Quando a autossuficiência do outro resolve flertar com a arrogância, toda e qualquer mão que lhe estenda — soa invasiva.


Há momentos em que a autossuficiência deixa de ser abrigo e vira trincheira.


O outro se convence de que basta a si mesmo, não por força, mas por medo de depender, e então qualquer gesto de cuidado é confundido com intromissão.


A mão estendida, que nasceu para apoiar, passa a ser vista como ameaça; o afeto, como tentativa de controle.


Quando a autossuficiência flerta com a arrogância, ela perde a escuta.


Já não reconhece que ninguém caminha inteiro o tempo todo, nem percebe que a verdadeira força sabe aceitar auxílio sem se diminuir.


O orgulho, travestido de independência, endurece o coração e isola mais do que protege.


Ainda assim, a mão estendida não erra por existir.


Erraria se endurecesse também.


Há os que precisam aprender, no silêncio das próprias quedas, que apoio não invade — sustenta.


E há os que precisam compreender que oferecer cuidado é virtude, mesmo quando não é acolhido.


No fim, a maturidade mora nesse lugar delicado: saber estender a mão sem impor, e saber recolhê-la sem perder a ternura.


Porque nem toda recusa é desprezo, e nem toda ajuda é invasão; às vezes, são apenas desencontros entre orgulho e necessidade.