Machado e Juca Luiz Antonio Aguiar
40!40!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Quero ver quem vai aguentar! É 40 prá ganhar!!! Vamos todos cantar! A viola eu vou pegar!!!
Jair Ferraço Junior! 40! Muito mais para Castelo!!!!
Conta-se que certa vez, em uma cidadezinha do interior do Espírito Santo, fizeram uma corrida de bonecos, cujo resultado final ficou mesmo assim:
Em 1º lugar ficou quem foi a 40, em segundo lugar quem andou a 14 e em último lugar, quem andou a 12. Se você tivesse que escolher, você andaria a 40 ou prefere ficar para trás e não ganhar a corrida?...
Fika a Dika! Abraços fraternos.
Porque que eu não nasci há algum tempo depois?... Hoje eu teria com certeza a mulher certa para casar! Beijos.
Há dias não escrevo
Há dias não escrevo uma linha sequer,
para contar estória.
parece que fui tomado
por um surto repentino de amnésia.
Até aquele ”eu” invisível
que me confiava seus segredos,
seus delírios absurdos
sumiu, literalmente sumiu.
E o eu, eu,
neste momento emocionado,
coração acelerado,
com a mão trêmula tatuando
essas palavras em forma de desabafo,
num pedaço de papel amarelado.
Com os olhos úmidos
parecendo uma janela de vidro
exposta à chuva, vendo tudo embaçado.
Já imaginando o dia
em que minhas poesias
sem nexo, mal escritas e sem rimas
ganharão o mundo.
Ganharão o mundo,
como um filho fugindo de casa
para habitar, as estantes distantes de bibliotecas famosas
ou de sebos empoeirados das cidades.
É...
talvez seja esse o motivo
pelo qual,
há dias não escrevo
uma linha sequer pra contar estória.
Fotografar é a arte de:
eternizar o momento
paralizar o movimento
compartilhar um sentimento
registrar um acontecimento
AS COISAS!
Qual o mistério das coisas, perguntava Fernando Pessoa?
Ele mesmo responde que nas coisas não há mistério algum!
Segundo o poeta, as coisas são o que são.
Elas simplesmente existem!
Não tem significado!
As coisas são o único sentido oculto das coisas!
Em si, as coisas não significam nada!
Realmente não significam nada.
Quem da significado às coisas é o homem
Através da linguagem, ou seja,
Dentro dos discursos que construímos com ela.
As coisas deixam de ter meramente existência
Passam a ter causas, beleza, finalidades, justiça,
Fundamentos, semelhanças, natureza, necessidade, contingências.
Portanto, sem entendermos as diversas linguagens existentes no mundo,
Não nos aproximaremos da verdade das coisas!
Pois é através delas que construímos a realidade!
Grafite.
Sentado à beira-mar
Sentado à beira-mar,
Com o corpo levemente curvado
Braços apoiados em suas pernas
Com o livro da vida nas mãos
Olhar perdido por trás das lentes
Alheio ao vai e vem dos pedestres
Que vez ou outra param para fitá-lo.
Sentado à beira-mar,
Alheio ao vai e vem das ondas em sua retaguarda,
A aurora e o arrebol,
A noite enluarada acendendo as estrelas,
O orvalho e a chuva,
A brisa suave e a ventania.
Sentado à beira-mar,
Inerte, dia após dia, integrado ao seu silêncio
Divagando em sua própria quietude
Sem preocupação com o tempo
Seu tempo agora é eterno.
E agora Carlos?
Que não há mais pedra em teu caminho...
Drummond e agora?
E agora que você se foi
Poesia não escreve mais...
Carlos... E agora?
E agora você?
(homenagem póstuma ao grande poeta Carlos Drummond de Andrade)
Tem gente que carrega sempre consigo um patoá de mau - humor, e, por onde passa, deixa um pouco de seus dissabores espalhados, contaminando a todos que se encontram ao seu redor, o que é uma lástima. Sejamos menos exigentes e mau - humorados, buscando sempre promover a paz e o amor entre aqueles que nos rodeiam, e, aí sim, com certeza, vamos viver uma vida feliz, fazendo os outros também felizes. Abraços fraternos.
Procure fazer certo para dar certo, e, se não der certo, pelo menos você fez a sua parte! Abraços fraternos.
Quantas vezes na vida dizemos não?... Quase sempre dizemos sim, como forma de esconder a nossa omissão!... Pensemos nisso de vez em quando, e, em pouco tempo, com certeza, melhoras vão acontecer em nossas vidas. Abraços fraternos.
Hoje, aqui em Castelo, ES, ao anoitecer, parecia que o céu iria desabar sobre nós castelenses, tamanha a chuva, relâmpagos e faíscas diversas! Deu até medo, porém, já passou graças a Deus.
Que Deus, em sua infinita bondade e misericórdia, mande a chuva necessária, porém, mansa e pacífica, como todos nós esperamos! Abraços fraternos.
