Luxúria
Existe um homen muito inimigo meu designado por Luxuria porque nenhuma Historia de amor é construido sobre ele.
Núbia e a Luxúria
Núbia era linda, nasceu com o dom de dominar.
Desde cedo, nos primeiros indícios de sua feminilidade.
Seduzia e encantava os machos.
Não se importava se eram jovens ou velhos.
O seu maior interesse era encantá-los.
E com isso levá-los a loucuras das terras da luxuria.
Conseguiu fortuna, e riquezas.
Tudo graças à luxuria contidas em suas belas carnes.
O tempo passou, e Núbia perdeu a beleza.
Terminou os seus dias. Milionária e solitária.
Pois nem os mais jovens permaneceram ao seu lado.
Com o passar do tempo, não bastava apenas a luxuria.
Sua beleza se foi e seus clientes também.
Milionária, solitária.
Envolvida nas histórias de sua luxúria.
Assim permaneceu até o fim de seus dias.
Núbia e suas histórias.
Nós, homens, não somos tão diferentes das mulheres do tempo atual, ambos amamos a luxúria com todo o orgulho do mundo.
Sem a santidade jamais veremos a face do nosso amado Redentor; a sombra da luxúria sempre será um entrave que encobrirá a nossa visão, nos tornando inaptos, para tomarmos posse de nossa verdadeira cidadania, santos, filhos de Deus.
Uma vida digna é vivida por quem mata o egoísmo, a intolerância, a ganância, a luxuria, as orgias, as pornografias, as drogas, as bebidas alcoólicas, as violências físicas e emoções.
O ser humano é movido a ganância,luxúria e vaidade,mesmo sabendo que depois de fenecido,tornara-se o mesmo pó.
Coisas de Deus,
sem luxúria, nem ostentação
Encontro a felicidade,
em coisas tão simples,
às vezes invisíveis,
mas que confortam o meu peito,
e alegram meu coração.
pequenas coisas
que me encantam,
que me dão uma
alegria fenomenal:
chuva na madrugada,
pássaros e flores no quintal...
café ao amanhecer,
cheiro de terra molhada,
almoço com a família reunida,
idoso de bem com a vida,
cheiro de leitão assando no forno,
bolinhos de chuva ao entardecer,
canções de ninar para embalar o sono
pastel com caldo de cana,
Um telefonema de quem a gente ama,
dia frio na cama...
Tudo isso me encanta e a você?
Onde há hipocrisia, há luxúria
Onde há luxúria, há inverdade
Onde há inverdade, há emboscada
Onde há emboscada, há tristeza
Onde há tristeza, há sorrisos
Onde há sorrisos, há hipocrisia.
Meu corpo um altar
Um templo de luxúria
Esculpido com o aroma do pecado
Moldado com as delícias do prazer
A cada curva, em cada detalhe
Minucioso, discreto, provocante
Te fazendo ir além dos teus sonhos
Apenas para tocar-me.
A prostituição faz dos casados a sua luxúria caírem nas devassidões e jogarem a sua impudicícia no leito das traições conjugais.
BEBO-TE MASTIGO-TE
Bebo-te em luxúria por momentos
Mastigo-te com astúcia em prazer
Mordendo as sílabas do teu corpo
Deixando fluir na mente a poesia
Aquecendo o teu corpo em fantasias
Segredando-te no cálice do pecado
Transformando amoras doces em amor
Repuxo-te, envolvo-te, deito-me
Deleito-me no teu corpo com fulgor
De uma vida passada ao teu lado
Nas açucenas em flor, na tua pele
No prazer em chorar de alegria
Nos teus braços e nos teus lábios
Me dispo, bebendo-te, mastigando-te
Com o amor doce da paixão.
Este teu corpo idealizado pelos deuses da luxúria, desenhado com tanta perfeição é pura tentação. Esse legado do pecado é o templo dos meus desejos pagãos, minha perdição e redenção.
eu queria gritar ao mundo, e dizer meus sentimentos não como luxúria mas em paixão e desejo de uma grande história que no meu subconsciente não existe apenas um lugar mas é uma cicatriz gravada constantemente dentro de mim
SHIRLEi Santos
MINHA PRISÃO
Descobrir que minha prisão sempre foi meu corpo,
Sim, meu corpo era arma da luxúria,
Meu corpo era instrumento da promiscuidade,
Essa prisão sempre foi matéria feita Hades...
Minha prisão estava em minhas palavras,
Estava impregnada na minha mente,
Manchava com sangue minha existência
Essa prisão sempre foi matéria feita Seol...
Minha prisão era de segunda a segunda,
De noite a noite, de dia a dia
De horas a horas, de frames a frames
Essa prisão sempre foi matéria da eternidade...
Minha prisão era um templo profanado,
Uma dicotomia de sentidos,
Uma alegria transitória,
Essa prisão sempre foi matéria da morte...
Minha prisão era meu corpo,
Era minha alma,
Era meu espírito,
Essa prisão sempre foi matéria da minha ignorância!
Agora grito: Liberdade (JC)!
Nos primeiros raios de sol
Talvez a estrada seja longa
Carregas de mim a luxúria
Querendo sempre e mais
A saudade virou milonga
Nos primeiros pensamentos
É possível que me procure
Guardada nos teus desejos
O teu coração busca amiúde
Ser fiel aos nossos segredos
A milonga da nossa história
A tua imagem na minha retina
O passo do nosso amor se alonga
Só quem ama conhece a glória
Só o amor constrói a vitória
A milonga alvissareira
Faz de mim tua - e [inteira]
Quero que venhas logo,
E pronto me queira:
Tens o amor dessa forasteira.
Cego com avareza e luxúria isso o que o século 21 me proporciona, aos 21 anos encaro a vida como um jogo cada conquista um novo nível alcançado,cada fracasso mantenho me no mesmo nível.
Se não cultivarmos resiliência em nossas vidas lamento fim do jogo.
O amor foi tão distorcido ao longo do tempo que a própria luxuria passou a ser considerada como amor.
