Lugar

Cerca de 19264 frases e pensamentos: Lugar

Meu coração tem lugar para muita saudade ainda. Por isso sempre espera por coisas boas. Vem...

Inserida por neusamarilda

Faça serenar tua alma
ao caminhar as horas do dia
Deus te protege e acalma
Ele está em todo lugar
É teu guia!

Inserida por neusamarilda

Borboleta de asas um tanto quebradas,
sempre presa num mesmo lugar,
quando curar-se e tiver liberdade,
será que ainda saberá voar?

Inserida por neusamarilda

Não há herança de bens materiais no mundo que substitua o lugar de quem partiu. A riqueza da presença do ente querido é a mais cara que tem no mundo, não há dinheiro que pague a saudade que fica.

O viajante disse: o silêncio da tarde é o meu melhor lugar. ⁠

Inserida por AllamTorvic

⁠Em cada lugar há uma harmonia das cores,
O fio de beleza é a pele do ar.

Inserida por AllamTorvic

⁠Os meus pedaços se reúnem,
em um único lugar, onde eles se reconstroem:
aos pés da cruz!
Ali, o peregrino, encontrou o seu amparo
trocou a experiência de um lar
pela beleza do caminho...

( O viajante iluminado )

Inserida por AllamTorvic

"Talvez o provérbio aborígene, "somos todos visitantes deste tempo, deste lugar. Estamos só de passagem. O nosso objetivo é observar, crescer e amar. E depois voltamos para casa" seja o mais sábio de todos. Esta vida é insana, buscas imperfeitas e perguntas sem respostas são corriqueiras. Só sei que, estou com saudades de minha casa, no qual eu não me lembro como ela é, e talvez nem a conheça..."

Inserida por miguel_caparelli_neto

Parabéns pela casa nova. Tenho certeza de que esse lugar será o seu espaço preferido no mundo, onde você poderá viver momentos de muitas alegrias e descanso. Aproveite! Você merece!

O mundo da voltas e eu estou no mesmo lugar...esperando o mundo dar outra volta e eu não estar mais no mesmo lugar.

Inserida por wavrik

Os donos das terras chegavam às plantações ou então mandavam alguém no lugar deles. Vinham em carros fechados e pegavam pequenos torrões de terra seca para esmagá-los entre os dedos e assim conhecer-lhes a qualidade; outras vezes traziam grandes escavadeiras que revolviam o solo para a análise. Os meeiros, às portas de suas cabanas míseras, olhavam inquietos o rodar dos carros através dos campos. E, finalmente, os donos das terras paravam às portas das cabanas para falar, sem sair do assento de seus carros, com os meeiros. Os meeiros paravam ao lado dos carros por um momento, e depois punham-se de cócoras e esgravatavam a poeira com varinhas secas.
As mulheres dos meeiros também chegavam às portas das cabanas e, com os filhos pequenos atrás delas, crianças de cabelos cor de trigo, olhos muito abertos, um pé nu sobre outro pé nu, os dedos dos pés a catar a poeira, olhavam os maridos falando com os donos das terras, e as crianças também os olhavam; mantinham-se em silêncio.
Alguns proprietários eram afáveis e detestavam o que tinham que fazer; e outros ficavam irritados e coléricos porque não gostavam de parecer cruéis e outros ficavam impassíveis porque tinham descoberto que um homem não podia ser dono de terras sem ser impassível. E todos eles se sentiam presos a uma armadilha mais poderosa que eles próprios. Alguns detestavam os algarismos que os impeliam a assim proceder, e outros tinham medo e ainda outros gostavam dos algarismos porque eles lhes forneciam um refúgio contra os tormentos de sua consciência. Se um banco ou uma companhia era o proprietário da terra, seu representante dizia: o banco, ou a companhia, é que assim quer, insiste, exige, como se o banco ou a companhia fosse o monstro, cheio de ideias e sentimentos, que os apanhasse em sua armadilha. Os representantes não queriam tomar a si a responsabilidade dos atos dos bancos ou das companhias, porque estas eram os patrões, e, ao mesmo tempo, máquinas de calcular, e eles não passavam de homens, de escravos. Alguns representantes tinham orgulho de serem escravos de patrões frios e poderosos. E, sentados em seus carros, explicavam tudo isso aos arrendatários dizendo: vocês sabem, estas terras são pobres, não dão mais nada; vocês já as revolveram bastante e agora não dão mais nada, Deus sabe disso?
E os meeiros acocorados no chão meneavam a cabeça em sinal de assentimento e concordavam, refletiam e desenhavam figuras no solo empoeirado. Sim, senhor, eles sabiam. As terras não dão mais nada. Deus sabia também. Se ao menos não fosse essa poeira que cobria tudo, decerto com algum adubo se dava um jeito. E os donos ficavam aliviados e diziam: pois é isto, as terras estão ficando cada vez mais pobres e imprestáveis. Vocês sabem o que o algodão está fazendo às terras; suga-lhes todo o sangue, toda a seiva.
Os meeiros acenavam com a cabeça, nós sabemos, Deus sabe. Se ao menos pudessem fazer uma rotação das culturas, lhe devolveriam o sangue, à força.
Bem, agora é tarde, não adianta. E os representantes explicavam aos meeiros como eram fortes os monstros, os bancos e as companhias, muito mais fortes que eles. Uma pessoa podia continuar com as terras enquanto elas lhe davam de comer e permitiam pagar os impostos; assim podia continuar com elas. Sim, podia continuar, até que as safras falhavam e tinha de se recorrer aos bancos para pedir empréstimos.
— Mas, olha, um banco ou uma companhia não pode viver assim, porque estas criaturas não respiram ar, nem comem carne. Elas respiram lucros e alimentam-se de juros. Se não conseguirem estas coisas, elas morrem, como vocês morreriam sem ar e sem carne. É triste mas é assim. É assim, simplesmente.
E os meeiros, agachados, erguiam a cabeça e aventuravam com timidez: mas será que não se pode esperar mais algum tempo? Talvez o ano que vinha fosse melhor, houvesse uma boa safra. Deus talvez permitisse que houvesse muito algodão no próximo ano. E com todas essas guerras, não é, o algodão pode subir de preço. Eles não faziam explosivos com o algodão? E uniformes? Tratem de arranjar muitas guerras e o preço do algodão subirá até o teto. Quem sabe no ano que vem? Olhavam os senhorios com olhares interrogativos.
— Não, nós não podemos nos fiar nisso. O banco, esse monstro, tem que receber logo o seu dinheiro. Não pode esperar mais; senão, morre. Não, os juros não param de subir. Quando o monstro para de crescer, morre. O monstro não pode ficar sempre do mesmo tamanho.
Dedos finos tamborilavam nas vidraças dos carros e dedos duros e calosos esgravatavam ansiosamente a poeira. Nas soleiras das cabanas batidas de sol em que moravam os meeiros, as mulheres suspiravam e mudavam as pernas, de maneira que os pés que estavam no chão ficavam no ar e os que estavam no ar ficavam no chão e os dedos dos pés se mexiam lentos. Cães se acercavam, farejavam os carros e urinavam nos pneus um após o outro. E galinhas se acocoravam na poeira quente e sacudiam as penas para tirar o pó que se lhe descia da pele. Nos pequenos e apertados chiqueiros, os porcos grunhiam remexendo com os focinhos os restos turvos de lavagem.
Os meeiros baixavam outra vez os olhos.
— Que vamos fazer? A gente não pode contentar com uma parte menor ainda das safras. Estamos na miséria. As crianças tão sempre com fome. Não temos roupas, só farrapos. Se toda a vizinhança também não fosse assim, a gente teria até vergonha de ir à missa.
Por fim, os donos das terras desembuchavam. O sistema de arrendamento não dava mais certo. Um só homem, guiando um trator, podia tomar o lugar de doze a catorze famílias inteiras. Pagava-se-lhes um salário e obtinha-se toda a colheita. Era o que iam fazer. Não gostavam de ter de fazê-lo, mas que remédio? Os monstros assim o exigiam. E não podiam se opor aos monstros.
— Mas os senhores vão matar a terra com todo esse algodão.
— Sim, a gente sabe disso. Mas vamos cultivar bastante algodão antes que a terra morra. Depois vendemos a terra. Muitas famílias lá do leste querem comprar um pedaço dessa terra.
Os arrendatários erguiam os olhos alarmados:
— Mas que será de nós? Que é que nós vamos comer?
— Vocês têm que sair daqui. Os arados vão rasgar os quintais.
E agora os meeiros endireitavam-se, coléricos. O avô tomou conta destas terras e teve de lutar com índios e expulsá-los daqui. E o pai nasceu aqui e teve que matar as cobras e arrancar as ervas daninhas. Depois, vinha um ano ruim, e ele tinha de fazer empréstimos.
(John Steinbeck, in As vinhas da ira)

Inserida por Filigranas

QUANDO O SISTEMA JUDICIÁRIO FACULTA AOS POLÍTICOS O LUGAR DE INSIGNE.COLOCA-SE EM LUGAR DE INSIGNIFICÂNCIA!

Inserida por NICOLAVITAL

⁠MATAFÍSICA
Todo o vão metafísico
Tudo o que penso sou.
Toda doutrina do livro
Todo lugar aonde vou.
É um deserto infinito
Onde nem mesmo estou.

Inserida por NICOLAVITAL

⁠MUTAÇÃO:
Todo vão metafísico
Tudo o que penso sou.
Toda doutrina do livro
Todo lugar onde vou.
É um deserto infinito
Onde nem mesmo estou.
Todo o amor das Helenas
Todo o dogma do pastor
Todo o mutar das falenas
Toda letra que se consome
Toda dimensão das melenas
Toda sorte que me some
Toda essa metafísica
Se transmuta noutra cena!

Inserida por NICOLAVITAL

⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠SER PRETO

Ser negro não é apenas na cor
Na dor ou lugar de nagô.
É preciso ter "raça". Atitude!
Ser negro, afeito de negritude
Se perde ao verbo que ilude.
Ser negro é romper o discurso,
Mudar o percurso que se toma
Em curso.
Negro, sobretudo, jorro plasmático
Tamboril do terceiro continente.
Buscando alforria, autonomia.
Resistência é estado de liberdade
Não à branca consciência negra
Liberdade, liberdade...

Inserida por NICOLAVITAL

Esperança é terra sem alma.
Não existe vida noturna, incentivo à arte/cultura, nenhum lugar de entretenimento.
É faca que não corta.
Talvez seja a única de todo Estado que nem água existe.

Inserida por NICOLAVITAL

Meus amigos.

Estou indo embora para outro lugar. Lá certamente encontrarei outros colegas de trabalho, construirei novos amigos. Terei um papel em branco para escrever uma nova história.
E quando começar redigir essa nova história lembrarei de VOCÊS, sempre solícitos, atenciosos. Pela manhã a me desejar um bom dia e bom trabalho (incansáveis baixas no intuito de saberem se eu precisava de apoio), à noite, cansados, exaustos, retornando aos nossos lares, com a certeza do dever cumprido e na esperança que o amanhã será ainda melhor, me diziam: Bom descanso, vai com Deus. No outro dia: Como tu estás? Como é bom ter amigos! Nesse momento eu entendo o quanto foi oportuno aquela frase de Elmer Gedeon: Só existe uma coisa melhor do que fazer novos amigos: conservar os velhos. E é nessa linha de pensamento que me regozijo em saber que não os perderei, pois conservarei-os feito os pergaminhos a resistir ao desgaste causado pelo tempo.
Culpo-me por não acreditar ser digno, ser merecedor da tua altaneira amizade. Deveria ter me doado mais, ter sido mais presente. Mas nem por isso VOCÊS se furtaram em me dá atenção.
Parto para um lugar Longínquo, repleto de verde.

“Minha terra tem primores,
Que tais não encontro eu cá;
Em cismar — sozinho, à noite —
Mais prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.”

Com a consciência me acusando que poderia ter feito mais um pouquinho por VOCÊS, mas confortado por nunca terem me exigido nada além da minha singela amizade.
Peço-lhes, permissão para quebrar o protocolo de etiqueta virtual e gritar bem alto: MUITO OBRIGADO POR TUDO!!!

Olhos cheios de lágrimas, coração apertado, corroído por um sentimento a que chamamos de saudade. Despeço-me.

Inserida por NATALINO1980

A fé que move montanhas, talvez não seja suficiente para te fazer mudar de lugar. Dito isso, mova-se e depois tenha fé.

Inserida por NATALINO1980

Compreendo que você tenha medo do escuro porque, onde nada se pode enxergar.É lugar comodo para quem teme a verdade e toda luz que ela emana.

Inserida por realidade5D

No mundo em que vivemos, estar em primeiro lugar nas paradas de sucesso. Não significa nem de longe, ter a melhor voz, as melhores letras, melodias ou ainda ser a figura mais bonita do meio artístico.

Inserida por realidade5D