Lugar
Quanto a Fórmula Ortodoxa do Batismo:
Em nenhum lugar nas Escrituras encontramos os Apóstolos ou Evangelistas esperando para batizar novos crentes. As pessoas foram batizadas no mesmo dia em que confiaram em Cristo.
Em nenhum lugar nas Escrituras encontramos que a igreja votou sobre se alguém que acreditasse em Cristo poderia ser batizado.
Em nenhum lugar nas Escrituras encontramos o batismo associado à filiação da igreja.
É fácil dizer que a Bíblia é nossa única regra de fé e prática... até deixar de ser.
A imagem é de Filipe batizando o eunuco etíope (Atos 8.36 Enquanto eles andavam pelo caminho, chegaram a um pouco de água; e o eunuco disse: "Olha! Água! O que me impede de ser batizado? ” 37 E Filipe disse: “Se creres de todo o teu coração, podes. ” E ele respondeu e disse: “Eu creio que Jesus Cristo é o Filho de Deus.”38 E ordenou que o carro parasse; e ambos desceram à água, Filipe e o eunuco, e ele o batizou.
Porque devemos preservar a fórmula do batismo da Trindade baseado em Mateus 28:19?
1. Jesus estabeleceu a fórmula do batismo em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, que foi adotada pela igreja desde o século I em diante.
2. A evidência histórica, incluindo a Bíblia e os escritos da igreja primitiva, que confirmam o uso dessa fórmula trinitária.
3. O livro antigo chamado "Didaquê" menciona explicitamente o batismo em nome das três pessoas da Trindade.
4. Outros escritores cristãos primitivos (Discípulos dos Apóstolos) e escritores posteriores como Orígenes, Tertuliano, Justino Mártir, Irineu de Lyon, Lutero, Armínio, John Wesley também corroboram essa prática.
5. Essa fórmula trinitária não é uma invenção posterior do catolicismo romano, que surgiu no século V como alguns afirmam erroneamente.
6. O batismo em nome de Jesus Cristo, que segue a mesma fórmula "em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo" estabelecida por Cristo em Mateus 28:19, é uma expressão da autoridade que Ele deixou aos apóstolos.
Dito isto, é nosso dever preservar a fórmula do batismo da Trindade baseado em Mateus 28:19, pois o mesmo é uma prática estabelecida por Jesus, confirmada pela evidência histórica e respaldada pelos escritos da igreja primitiva. O batismo em nome de Jesus Cristo, quando mencionado no Novo Testamento, serve para identificar o fundador desse batismo específico, não como uma fórmula praticacional isolada. A fórmula batismal instituída por Jesus está claramente expressa em Mateus 28:19, onde Ele menciona o batismo em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ao manter essa prática, demonstramos nossa obediência aos ensinamentos de Cristo e nossa fé na Trindade divina.
Pense nisso, cuidado com os heterodoxos e suas novidades doutrinárias!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Em nenhum lugar na Bíblia diz que as pessoas que seguem os falsos mestres e os falsos profetas são inocentes. Mas diz que essas pessoas seguem os ensinos que mais agradam os seus corações (2° Tm 4.3-4).
Foram as autoridades religiosas, em primeiro lugar, que se opuseram ao Reino de Deus nos dias de Jesus e assim tem sido desde então. Quando uso o termo teólogo (...), estou me referindo à elite da academia e seus discípulos que se posicionam como os intérpretes oficiais das Escrituras. Minha crítica se dirige aos elitistas que reivindicam para si o direito de interpretar as Escrituras, ao passo que o negam aos outros. Volta-se também para os acadêmicos arrogantes e para as autoridades eclesiásticas que imaginam compreender melhor o Novo Testamento do que os cristãos que viveram perto da época dos apóstolos.
Uma multidão atrás de emoção no lugar da verdade.
Uma geração que sofre por celebridades, mas não sofre por conhecimento. Que cultuam famosos, mas não cultua Deus. Que se sacrifica por uma foto, mas não se sacrificam por uma formação superior. Que perde horas preciosas de uma vida curta por ingresso de shows de celebridades que não sabe que eles existem, mas não gastam tempo aos pés dos sábios. Uma geração anestesiada pelo vazio do glamour, da purpurina e dos flashes.
É espantoso, porém, verdade. O lugar mais conveniente para trazer alívio à consciência que procura se esconder dos olhos inflamados de um Deus santo é o interior de uma igreja morta. Seus pregadores mais parecem carregadores de caixão que apóstolos de vida.
Em nenhum lugar da Bíblia a eleição é conectada com a salvação ou a condenação de uma alma humana [...]. Ela tem a ver com o serviço. É eleito de Deus aquele que O serve.
Andrew Telford - Subjects of Sovereignty (Harvest Time Ministries, 1980), p. 55-56)
Em muitas “igrejas” o amor solidário deu lugar a uma “assistência social” que será usada como propaganda e marketing para agendas de programas de poder político.
O púlpito não é lugar para expressar nossas próprias opiniões, mas para expor a palavra de Deus.
Alimento e vestuário eu tenho, e lugar onde descansar minha cabeça. Tenho o que e necessário para a vida e a piedade... Os reis da terra não me podem dar mais. Quanto ao ouro e a prata considero-os como refugo... Temo somente que qualquer resquício dessas coisas materiais se prenda a mim e ficasse impossibilitado de lança-lo fora antes que meu espírito volte para Deus... Ouvi, vos isto, todos vos que descobristes os tesouros que deverei deixar depois de minha morte: se eu deixar mais que dez libras, além de minhas dívidas e meus livros, e o que houver para ser pago por conta deles, vos e toda a humanidade sereis testemunhas contra mim que morri ladrão e salteador.
Muitos ainda não aprenderam que o passado deve ser enxergado como um lugar de referência, e nunca de residência.
