Loucos
O meu questionamento não é a diferença entre ser: Um homem lúcido com lampejos de loucura, ou um homem louco com lampejos de lucidez. Mas, sim definir a qual grupo faço parte. Rs rs rs...
Eu não sou o que vocês veem, muito menos o que pensam que eu sou. Sou um mistério de loucura e erros com alguns acertos não previstos
Papo de doido
Quando hoje me vejo, tudo pouco me importa.
Tudo é tudo, e tão pouco é, e quão quanto insignificante seres seremos.
Esse papo de normal num a, mas quem doido um pouco varrido não o é?
Quase morto em plena sexta-feira, é uma pena eu ter resistido, por que segunda-feira tem mais e mais!
Qual o destino do poeta errante,
mero diletante ocasional, invasor sideral
qual distraído astronauta acidental,
um venturoso viajor incidental
à bordo do foguete sideral.
Um cometa tresloucado resvalando
pelas noites enevoadas,
qual Príncipe Valente adentrando tavernas medievais,
ora enfrentando os Dragões dos Reis de Espanha,
ora afrontando destemidamente
os mercenários da Legião Francesa,
até mesmo as hordas dos Hunos,
tendo à frente o próprio Átila,
o Flagelo de Deus.
Talvez o destino do poeta seja
o mesmo da rosca sem fim...
(Juares de Marcos Jardim - Santo André - São Paulo-SP)
(© J. M. Jardim - Direitos reservados - Lei Federal 9610/98)
Não posso mais adiar…
A vibrante gargalhada
Que no teu rosto espelhada
São estrelas a cintilar!
Não posso mais adiar…
A Amizade, a Vida, a Gratidão
Não posso mais adiar o coração
Que louco corre sem parar
Será amanhã então?
Não.
Será logo logo… agora!
Que o coração não quer demora…
Se você é do tipo que só faz qualquer coisa com 100% de certeza, então não iremos fazer algo juntos.
Me deixe aqui perdido, sem certeza, sem beleza, sem cuberta, numa madrugada deserta, com um amor pra recordar!
Ela guarda consigo uma porção de segredos na qual revela entre quatro paredes, sob a cama revela seus mais loucos desejos.
Deleite-se em sua loucura;
Inebrie-se em sua loucura;
Encante-se em sua loucura;
Celebre sua loucura;
Desfrute sua loucura;
Aprecie sua loucura;
Sinta o êxtase de sua loucura;
A loucura é a profilaxia contra a normalidade patológica.
A santidade é a libertação da baixeza dos hábitos cômodos e comuns para ascender ao sempre novo milagre do amor. E com este triunfo sobre o usual, poetas, filósofos e santos são considerados loucos pelas multidões dos autômatos empedernidos na baixeza dos hábitos.
