Logo ali na Proxima Esquina

Cerca de 13214 frases e pensamentos: Logo ali na Proxima Esquina

⁠Que a saudade seja de alegria e boas lembranças.
Que a saudade tenha o poder de reproduzir as boas lembranças mesmo que seja só no pensamento.
Que a saudade seja a fruta seca como a passa que consentra o sabor e realça o prazer.
Que a saudade reproduza o amor por amor ao amor independente de qualquer tipo de amor.ALI.H.H

Inserida por ALIHH

⁠Saudade sal da de pitadinha não aumenta a pressão.
Saudade pouca não preciona os olhos, as lágrimas e não faz pressão no coração.
Saudade sal da de colher sobe a pressão emocional, aperta o coração, salga na emoção e os olhos choram lágrimas de sangue branco que vem do coração.ALI.H.H

Inserida por ALIHH

⁠⁠Saudade nuvens, desanimo, obscuro, cara fechada, coração apertado, olhos carregados para chover lágrimas e resistindo até o relâmpago de um olhar de saudade faz chorar.
Saudade perfume, o seu perfume divino ao ser lembrado em qualquer momento se torna saudade e dor.
Saudade estrada, a cada caminhada dada pelos caminhos que lembram você se tornaram saudade.ALI.H.H

Inserida por ALIHH

⁠Saudade pimenta, arde o coração lacremeja os olhos quando suas lembranças vem a mente e ardendendo o corpo todo desejado seu corpo ardente.
Saudade lua, todo dia nasci de uma forma diferente em grau de luz lembrado o sol que alimenta a lua e o sol você e sem você não tenho luz nem vivo.
Saudade amor, é todo o mundo em uma só palavra o amor, sentimento de dor, amor e saudade.ALI.H.H

Inserida por ALIHH

⁠A saudade sua um dia vai bater.
A saudade sua um dia vai doer.
A saudade sua um dia vai acordar.
A saudade sua vai vencer sua ilusão e mostra a razão.
A saudade sua vai vencer o seu sentimento negativo e ser a dor do seu ser, e você não tem querer.
A saudade sua é nu e crua, mais o que está camuflado é seu querer ver e acreditar.
A saudade sua um dia vai querer morrer em realização nos braços do amor e seu amor vai ter morrido e vai viver de saudade sem poder matar a saudade em prazer.ALI.H.H

Inserida por ALIHH

⁠Saudade de quando só durmia depois de me abraçar por 5 minutos.
Saudade de quando você era uma festa no momento que eu chegar.
Saudade de quando me ouvia com a certeza de que ia obedecer.
Saudade de quando você me considerava o exemplo de conduta e seguia sem questionar.
Saudade de quando seus beijos fartos não dependiam de momento ou local.
Saudade do prazer que eu tinha em te ensinar pelo prazer que você tinha em aprender.
Saudade de quando seus objetivos eram uma sintonia do meu ensinamento e educação.
Saudade do sal e do açúcar e muito mais em suas palavras enfeitiçadoras de anjo.
Saudade das suas atitudes inexplicáveis pela magia feitiço e maturidade apesar da pouca idade.
Saudade do tempo que nem o tempo traz mais, e a natureza pela sua fidelidade as suas próprias regras não tras mais.
Saudades do passado que talvez no seus filhos possa me sentir outra vez pai.
Saudade do amor até na dor de ter que dar tchau sabendo que em algumas horas veria seu sorriso milagroso transformador em mim.
Saudade de quando te cobria a noite e mesmo dormindo sabia que fui eu e infelizmente hoje te dou tudo na sua vida e minha presença não percebe mais.
Saudade que quem tem Alzheimer não sente mais e pergunto ao infinito criador quem é mais feliz eu ou o que tem Alzheimer.ALI.H.H

Inserida por ALIHH

⁠Saudades vai ter de mim quando lembrar do que não sabia antes de me conhecer.
Saudades vai sentir quando tiver muita atenção e ninguém lhe der a atenção que lhe dava.
Saudades vai sentir quando o tumulo disser que vou sozinho, e você relembrar nossos momentos inclusive dos que achava que eram de dor.
Saudades vai sentir quando a dor for mais constantes que a sua falta, vai lembrar que minha voz soava como a flauta mágica, que fazia você esquecer tudo.
Saudades vai sentir de mim sem saber de quem, quando lembrar apenas do prazer que tinha em te fazer rir e não lembra quem sou porque o Alzheimer faz esquecer as pessoas não os acontecimentos felizes.
Saudades vai sentir de quando lembrava de mim ao escolher a dor pequena, porque lhe convenci que a vida não existe sem dor, inclusive a dor das saudades.ALI.H.H

Inserida por ALIHH

⁠A saudade bateu e a razão morrer e não sei mais quem sou eu!
As lembranças pairavam como acontecimentos!
Os desejos antigos predominam no momento imaginando que esta no passado!
O passado vira presente e os presentes da época vem a lembrança em dores reais e sofro a falta que o passado me faz.ALI.H.H

Inserida por ALIHH

⁠“Quando os homens escolhem não acreditar em Deus, eles não acreditam em nada, tornam-se então capazes de acreditar em qualquer coisa.”

Ayaan Hirsi Ali – ex-muçulmana

Inserida por VerbosdoVerbo

Tô agoniado...Eu queria que o futuro chegasse logo!

Inserida por yannis42

Nossos problemas começam e terminam em nós, eles estão nas contradições entre o que você pensa, fala e faz...

Inserida por Carloseduardobalcars

Às vezes a gente conhece alguém e logo sente que o perigo mora ali. Que no pequeno caminho traçado para o cumprimento com dois beijos no rosto tem uma mensagem subliminar que avisa “vai dar merda”. Por que não paramos? Por que prosseguimos? Qual é o nosso problema? Contigo, na hora em que nos apresentaram, estritamente no primeiro segundo, foi assim. Eu senti.

" As respostas que você tanto procura estão logo ali depois do tempo."

A felicidade esta logo ali do outro lado da rua, ou na outra margens do rio, o problema é que as pessoas estão sempre precisando de alguém para segurar suas mãos e levar elas ate lá... são as inseguranças e o medos que tornam as pessoas infelizes. Quando passamos a caminhar com nossas próprias pernas, e não depender mais de ninguém, passamos a ser felizes, porque quando isso acontece não esperamos mais nada de ninguém. E quando não esperamos mais nada de ninguém, fazemos tudo sem esperar nada em troca. E quando não esperamos nada em troca, não frustraremos mais.. Então pra ser feliz não podemos depender de ninguém e nem esperar que as pessoas retribuam aquilo que fazemos para elas..

É logo ali o impossível; siga a avenida do livre-arbítrio, passe a rua do convencional e dobre à esquina do inconcebível.

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Ao falarmos de coração
Vem o amor na fila
À frente, logo ali, a paixão
E todos sem apostila

E nesta expectativa, o par
Ah! Quanto desencontro
Desafios e bailes a bailar
E muito, vários contro

Sonhos? Todavia

Sem meias medidas, intenso
Perder ou ganhar, romaria
Num diverso bem denso

E nesse avesso, o implexo
Onde está o nosso existir
E a ceva do nosso plexo

Dos prelúdios
Lúdicos

Do sonhar
Do apaixonar
Do amar

Entornados pelo ar...
Assim se vive, assim é gostar.

© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
07 de abril, 2016 – Cerrado goiano

Se tu queres amar,
procura logo o mar.
Ali enlaça o corpo
salgado noutro corpo.
Tenta imitar a teia
das ondas e marés.
Dança na branca areia
Outro serás quem és.

Bem vindo ao novo mundo
A porta pro inferno é logo alí
A subida pro céu deus que vai decidir
Bem vindo ao fim dos tempos
Bem vindo as lágrimas de todo dia
As vidas tiradas todo santo dia
As mães que choram todo dia
As injustiças que ocorrem todo dia
As leis idiotas que nos prejudica
O Cristo redentor chora as escondidas
Disso ninguém sabia, ele até se abaixa
Das balas que são atiradas todos os dias
Como nem tudo são flores nessa vida
Tem tráfico, também tem maravilha
Observem, vamos acorda pra vida
Vivemos em meio a um equilíbrio
Entre Bem e Mal. A sua saída pode não ter uma volta. Assim como seu próprio sono pode ser eterno!
Quem não pensa assim "Nao pensa".

⁠Quem pisa nos outros para subir na vida, certamente vai tropeçar na mesma logo ali.

A LIVRARIA SARAIVA É LOGO ALI!


Durante mais de duas décadas em São Paulo, um dos meus refúgios preferidos era a Livraria Saraiva da Avenida Paulista. Não era apenas um passeio: era um lugar onde eu respirava melhor. Gostava especialmente dos dias de lançamento. Caminhava entre estantes, observava o movimento, sentava de longe e ficava olhando os escritores assinando livros, dedicando palavras, recebendo leitores. Aquilo me parecia grandioso, quase mágico. Eu me sentia parte daquele cenário, mas apenas como espectador. Para mim, estar do outro lado da mesa ainda era um sonho distante.
O mundo girou, o sonho mudou de lugar e em 2013, voltei para Carlópolis.
Logo nesse retorno, fui presenteado com um momento inesquecível: o lançamento do livro “Os Pioneiros”, da escritora Dona Helena Ribeiro de Proença, mais conhecida como: minha mãe. Ver sua obra escrita a mão aos 84 anos ganhar forma pública, reunir pessoas e provocar emoções, foi um marco.
Ali, algo mudou dentro de mim.
Pela primeira vez, aquele sonho de ser escritor começou a parecer possível.
Então, minhas histórias deixaram o silêncio da mente e ganharam corpo na insistência diária da escrita. Houve muito estudo, leituras vorazes, dois livros por mês.
Até que, após cinco anos, parecia tudo pronto. Mas não estava. Veio a pandemia, o tempo suspenso, o medo, mais três anos de espera e reescritas.
Enfim, em 2024, “A Saga dos Cataventos – O Mal Nunca Dorme” estava impresso. Veio a noite do lançamento: taças erguidas, amigos reunidos, abraços demorados, páginas autografadas, flashes e encontros, digno dos lançamentos na editora Saraiva. O mesmo encanto, mas em outra dimensão, outro universo.
Ao olhar para o meu livro pronto, vi um universo se abrindo e entendi que não bastava escrever: era preciso abrir caminhos. Do meu auto¬lançamento nasceu a Editora Café Literário, nada mais que um caminho para textos que pediam luz. Em um ano, vieram dois frutos: Devaneio – Um passeio pelos sentidos, de Lu Barone, e Ecos – O som das emoções, de Maria Rita de Oliveira Bezerra. Obras incríveis, delicadas, profundas, que falam do que mora dentro. Junto com os livros vieram mais noites de lançamentos, mais lágrimas sinceras e a certeza de que a literatura, quando partilhada, se multiplica.
Ao capitanear essas noites incríveis, vendo a alegria vibrando nos rostos, as celebrações, os discursos embargados, senti que havia algo maior ali. Pesquisei nos grupos de escritores que freqüento e descobri que em toda a região, as noites com o brilho e o glamour dos grandes centros, só existe em Carlópolis. Um luxo raro, íntimo, impossível de medir. Um gesto de amor à literatura. Um orgulho para a nossa cidade que não tem preço.
Sim, ainda há pouco incentivo e muito silêncio.
Mesmo assim, diante de telas que hipnotizam e da descrença que se espalha, a Editora Café Literário segue firme.
A parte boa é que em 2026 teremos mais lançamentos, mais noites de encontros, mais celebrações, mais abraços, mais historias compartilhadas.
Confesso: ainda somos poucos, quase invisíveis, porém intensos.
Enquanto a pressa governa e a falta de cultura se multiplica, escolhemos o gesto lento da palavra, o calor do abraço e a permanência da literatura.
Se um dia busquei encanto entre prateleiras famosas, hoje sei: criamos aqui o nosso próprio templo dos livros, a nossa própria Livraria Saraiva, viva, próxima e cheia de histórias.