Livro
Um escritor só escreve um único livro, embora esse livro apareça em muitos tomos, com títulos diversos.
No livro de Jó, o homem sábio disse: “Fiz aliança com meus olhos” (Jó 31.1). Era como se dissesse: “Olhem diretamente, não olhem para a direita ou para a direita. Cuidem de seus olhos propensos a vaguear, esses olhos que se movem quase automaticamente e veem coisas que iludem e induzem ao pecado”. “Faça uma aliança com os seus olhos”, declara esse homem. Concorde em não olhar para coisas que tendem a levá-lo ao pecado. Se isso era importante naqueles dias, é muito mais importante em nossos dias, quando temos jornais, cinemas, outdoors, televisão e assim por diante! Se há uma época em que os homens precisam fazer aliança com seus olhos, esta época é agora. Tenham cuidado com o que leem. Certos jornais, livros e diários, se os lerem, eles lhes serão prejudiciais. Vocês devem evitar tudo que lhes prejudica e diminui sua resistência. Não olhem na direção dessas coisas; não queira nada com elas... Na Palavra de Deus, vocês são instruídos a mortificar “os feitos do corpo” e não satisfazer “a carne no tocante às suas concupiscências”. Agradeça a Deus pelo evangelho poderoso. Agradeça a Deus pelo evangelho que nos diz que agora somos seres responsáveis em Cristo e que nos exorta a agir de um modo que glorifica o Salvador. Portanto, “nada disponhais para a carne no tocante às suas concupiscências”.
Debruço no peitoral da existência esperando a luz do fim do túnel brilhar no meu espírito.(Do livro de crônicas Romanceiro de Goiânia - Doracino Naves).
Nossa vida é como um livro, o problema é que as pessoas querem nos forçar a virar a página toda hora, mas se fizermos isso nossas histórias perderão o sentido.
Quando uma história não está boa pra mim, prefiro não pular páginas em busca da melhor parte, acho melhor trocar de livro.
É fácil ficar famoso, basta escrever um livro, cantar pagode, fazer um gol no clássico, descobrir a vacina.
Para ficar famoso nem precisa ter talento, basta matar o John Lennon, Roubar no governo, participar do Big Brother, jogar uma criança pela janela, subir na torre de Energia...
É muito fácil ficar famoso. Difícil mesmo é ser anônimo
com tanta gente cuidando de nossas vidas.
Busco o amor
Não amor de cinema
Nem amor de livro
Muito menos amor de redes sociais
Busco o amor
Amor real e vivaz
Fruto do tempo e da rotina
rotina doce e não azeda
tempo prospero ou de desgraças
O amor não nasce em um filme
O amor não nasce em um livro
O amor não nasce em uma rede social
O amor nasce de um acumulado de eventos
Que se unem na presença pura
Pura de um? Pura de dois? Não importa
Existem mais amores que pessoas amargas
De que importa limitar a pureza? O amor não tem fronteiras
Se ama o inanimado e o animado
Se ama o frio e o quente
Se ama poucos e muitos
Se ama o nada e o tudo
Se ama a morte e a vida
Então o que limita o amor?
As pessoas.
Abro o livro como quem abre uma cela
e a gramática entra com chaves de prata.
"Existo", diz o guarda. Eu assinto e, sem notar,
já aceitei que existir é estado.
Pergunta primeira, feita em voz de ponte:
quem fala quando digo "eu"?
Ato que cintila ou coisa que permanece?
Nomear é pôr moldura onde só há clarão.
Repito: penso.
E o verbo, inquieto, não se deita em camas de mármore.
Ele passa. Ele acontece.
O sujeito que o monta é aparição, não peça de museu.
No jogo de linguagem, a regra é simples e feroz:
"existir" cobra documentos de continuidade,
pedem-se sinais de reidentificação,
pedem-se cicatrizes que atravessem anos.
Mas o pensar não traz carteira;
traz pulso.
A cada batida ele inaugura um quem,
um rosto-em-ato que se desarma com o próprio eco.
Olha a armadilha:
quando digo "existo" após "penso",
troco o brilho pelo bloco,
confundo faísca com minério.
Se existir é ser algo, dize que algo és sem congelar o rio.
Dize quem retorna intacto do atravessamento.
A palavra "eu" acena, mas não garante o passageiro;
é índice, não monumento.
Releio e o leitor que sou me contradiz com elegância:
cada leitura me inventa um autor anterior.
Logo, o eu que decide entender é posterior ao entendimento,
e o entendimento, anterior ao eu que o celebra.
A gramática faz truques.
Transforma atos em estados, eventos em essências.
É ventríloqua do ser:
põe voz de mármore no que é água.
Heráclito entra, enxuto:
o nome é margem, o ser é curso.
Quem bebe duas vezes no mesmo "eu"?
Quem devolve a gota ao desenho antigo?
Então aperfeiçoo o silogismo como quem desarma um dispositivo:
se penso, há presença sem propriedade,
há comparecimento do sujeito-em-ato,
há luz que não promete estátua.
Daqui não se segue substância,
segue cena.
Não se prova o dono, prova-se o surgimento.
O cogito é bilhete de entrada, não escritura do terreno.
E se me pedem definibilidade, aponto o necrotério das narrativas:
o corpo já cessou, logo o relato pode fixá-lo.
No arquivo, sim, há estados;
na vida, há verbos.
Portanto, conduzo-te pelo corredor das palavras
até a célula onde "existo" queria trancar o ato.
Abro a porta pelo lado do uso e deixo o ar entrar:
o que havia ali era só o brilho do acontecimento.
Conclusão, escrita na água com letra firme:
penso, logo apareço.
Sou em ato, não como estado.
Cogito, ergo fluo.
– Daniel A. K. Müller
no livro de João 20 vai falar que em uma noite ainda de madrugada Maria Madalena é os dois discípulo de jesus Pedro ir Simão fora até o sepultura De jesus é quando chegaram viram os lençóis que cobrinha o rosto de jesus mais Simão e Pedro eles Créu qui o mestre tinha ressuscitado glória a Deus
Depois de lê algumas poesias no livro Sertão Japão, autoria de Xico Sá, Edições Casa de Irene.
Para: Xico Sá
O deserto do Saara no sertão
brasileiro - a luta do povo,
é como cacto a florir na sêca.
Eu sou descomplicada, teimosa .. um livro aberto , mais as vezes um enigma , um quebra cabeças..tem dias que acordo menina , doce indefesa , tem dias que sou furacao , sim eu tenho sonhos , medos , tenho paranoias , sou de carne e osso.. alguns dias insegura , outros forte como uma leoa ..mais sou mulher , sou doçura, canção pros teus ouvidos... As vezes silêncio, outras vezes barulho ..mulher de fases , mulher de atitude mulher de M maiusculo...
No livro da minha história,quero aprender com os erros.
Vencer os conflitos mais íntimos, eternizando o que brotou:amor e alegria.
Afastar do peito as trevas das queixas e lamúrias, do rancor e da mágoa, da falta de esperança que acinzentam o brilho da alma.
Que nos momentos mais difíceis, onde muitas vezes damos espaço para revolta na metade do percurso, saibamos compreender as lições transmitidas nas circunstâncias da vida, para a nossa própria evolução.
Vencer é superar!
Bom diaa...
Que a página do livro de nossa vida
no dia de hoje, seja escrita com delicadas
flores azuis.
Flávia Abib
Pequeno trecho do livro Por você vale a pena
(Em desenvolvimento).
Talvez esta seja uma das últimas cartas que escrevo.
Minha Ellie, sinto que nossa vida aqui nesta terra está por terminar.
De todas as despedidas que já vivi, esta é a mais dolorosa; ela me causa calafrios e uma dor imensa, mas ao mesmo tempo alegro-me pois vivi durante anos ao teu lado, minha querida.
Desde o dia em que te conheci sinto-me o homem mais feliz e realizado.
Foram anos onde te vi chorar e rir; mativemo-nos sempre de mãos dadas... unimos nossas famílias tornando-as uma só; geramos e criamos nossos filhos, que nos deram netos que agora dão continuidade a nossa linda família. Nossa história morrerá fisicamente, mas permanecerá viva para sempre, sendo ecoada através de fotografias, canções e livros!
Meu amor, obrigado por compartilhar a vida comigo, fazendo dela a mais linda aventura.
Quando os meus olhos se fecharem para sempre, por um momento feche os teus, e lembre-se de mim com vida, e de cada momento que passamos juntos, então abra-os e sorria, sabendo que nossa despedida é na verdade um 'ATÉ BREVE'.
Te amei, te amo e te amarei para sempre, minha querida e amada Ellie.
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