Livre para Amar
Eu fui o único louco livre de hipocrisia que te falou: “Que neste mundo o que vale é o dinheiro”, em tão possua-o e terás tudo que o seu coração pedir.
ÍMPARES
Quando tive, do sonho, consciência
Sonhei estar livre das tempestades
Quão ímpares a vida e a excelência
E tão distantes ilusões e verdades.
Voltei, para o mar, outras retinas
À procura de me ouvir qual criança
Mira das vozes em sensações primas
Escorrem águas, navega a esperança.
XY é livre, não sofreu determinadas pesadíssimas lavagens cerebrais e, assim, não utiliza o seu espaço tempo para revertê-las. É como um passarinho sem eufemismos... Come, bebe (também água), reproduz (literalmente ainda vive tentando) e se diverte no seu vôo, sem receio das paragens do horizonte e das supostas (im)possibilidades do amanhã. Morrerá sem ter se libertado ou aprisionado através das profundidades pesarosas sobre as pressões abissais dos oceanos; morrerá e levará consigo mesmo, se não a possibilidade de compreender o todo, um divisar captado ao mais longe que (se) foi... Não foi jogado às prisões erguidas pelos temores sociais predominantes e que domam os infirmes ou pulverizam os "inservíveis" e " não curváveis"; não pode compreender a angústia que permeia até o próprio se libertar delas. Penso nele e me embato sobre a amplitude e os nuances do significado de viver e/ou existir.
“Não quero ter necessidade de você, e que seja reciproco, pois o verdadeiro amor é livre de qualquer sentimento de posse”
BAILEMOS
E de repente o vento nos convida a bailar.
Não nos impõe ritmo algum;
deixa- nos livres para criarmos nossos próprios ritmos.
Então percebemos que a natureza dança; toda ela dança. O vento é o mesmo para todos os dançarinos, porém cada qual ao compasso do mesmo vento dança ao seu ritmo particular.
As águas dançam encrespando-se em ondas, e ao mesmo vento pairam as andorinhas em seu balé acrobático cortando o céu em um espetáculo encantador.
Lado a lado levados pelo mesmo vento, bailam cada qual ao seu compasso, o caniço do bambual e os ramos do arvoredo.
A relva parece proporcionar um suave balé sincronizado entregando-se ao ritmo sem o menor medo de ser tachada ridícula.
Os trigais dourados se juntam em ondas, como se fossem uma única massa levada pelo ritmo faceiro e sua meninice.
Não o vemos (amigo vento), mas o sentimos nos tocar suavemente, como se nos levasse pela mão, nos convidando a adentrar a pista da vida sem timidez e dançar.
E se olhássemos mais humanamente perceber-mos-ia que quando passas toda a natureza se põe a dançar; diante de ti ela não se mantém inerte; mas se entrega sem pudor.
Não à toa o grande Chico dos Pobres o chamou irmão. Ah!... se a humanidade se permitisse invadir por suas rajadas, e arejando seus preconceitos permitisse se entregar ao teu ritmo e dançasse: oh Vento!
Talvez assim houvesse mais encantos na rotina e menos rotina na vida. Ou ao menos seria mais fácil levá-la dançando.
Acho que o Chico concordaria comigo!
Dizem que vivemos em um país livre, democrático!
Livre e democrático... para quem? Para quais interesses?
O cidadão pode tudo. Tudo o que deixam ele poder!
Liberdade! De ação e de expressão! Mas...Ele é livre para agir! Mas não são toleradas ações que contrariem interesses dos que se sentem poderosos.
O cidadão é livre para se expressar! Mas não lhe é permitido questionar os atos, nem discordar dos mandos e/ou desmandos de quem ocupe o poder.
E viva a liberdade! Até o ponto delimitado por alguém. Até onde alguém permite que você a viva!
Livre como o céu.
Ao me surpreender não se esqueça que me surpreendo com poucas coisas, e me surpreendo com seu olhar logo te digo que não estou aqui. Tentarei fugir ao máximo do teu corpo, na busca da liberdade em mim e em Deus!
Livre? Só é livre quem sabe de fato voar, o pássaro que fugiu da gaiola semana passada provavelmente já morreu por ter se acostumado com o alimento oferecido por ti durante parte da vida dele, assim como eu também me acostumei com o que tu puderas me dá. Talvez o amor e a vontade de falar sobre borboletas também tenha morrido assim como o pássaro que tanto buscou ser livre eu também busquei e quebrei as minhas asas... Passando fome, frio e sofrendo por amor.
“ E eu sou assim: solitária e feliz, vivo longe de tudo e de todos, gosto de me manter livre, sem ter que dar satisfação a ninguém; gosto de viver com a mente vazia, sem nenhuma preocupação, sem planos; tenho as minhas qualidades e defeitos mas prefiro mantê-los em segredo, tento viver a vida como se não houvesse o amanhã, vivo sem medo de viver cada momento, porque se eu for parar pra pensar, a vida que eu tenho é só uma e eu não quero ter que me arrepender de nada que eu não tenha feito nessa vida. ”
Ser feliz é se sentir livre para mostrar aos outros exatamente quem você é, e não ter medo nem receio de possíveis reprovações. Ser feliz é ser verdadeiro, seja lá quem você for, faça lá o que você faça. Pessoas felizes se olham nos olhos e gostam do que veem, orgulham-se de si e, acima de tudo, respeitam-se, amam-se e ousam correr atrás de seus sonhos!
Temos o livre arbítrio para escolher entre a brisa refrescante do bem ou o ar pesado e quente do mal que a vida nos oferece. Duas opções onde só podemos fazer uma escolha
Erguer a cabeça....
como um pássaro livre, sem amarras
sem algemas, coração solto, vivo
alegre, como uma águia que voa
alto nas montanhas e serras
Quando aprisiona-se uma alma livre
ela seca , morre e nunca mais canta
chora por se ver preso a uma gaiola
mesmo que seja dourada e bela
A beleza está em ver uma alma feliz
cheia de vida, de amor, de saudade
observar a linda manhã e agarrar com
todas as mãos a vida, sorrir e acreditar...!
Eu não aprisiono ninguém. portanto comigo ,vive-se
de livre e espontânea...
vontade e fala-se na cara o que mal está.
Amo-te...........
Um pássaro voando longe do ninho
Livre, mas preso ao seu habitat
Por vezes perdido sem saber por onde está voando
às vezes recolhido em seu novo ninho
