Linha Tenue entre o seu Olhar
Um dos grandes dilemas que o ser humano pode vivenciar é encontrar-se entre lutar por um determinado objetivo ou cultivar o amor-próprio, aceitando o risco de que seus sentimentos autênticos sejam interpretados como um mero desejo trivial, ao compreender que o mais sensato é não persistir diante de uma negativa enfática.
Existem pessoas que teem sonhos,
outras devaneios.
Ambas perambulam entre existencias e sobrevivência.
No fio da vida, entre amor e guerra,
Caminhos divergentes, escolhas na terra.
Doce melodia ou batalha feroz,
Entre o abraço do amor e o grito da voz.
O coração dividido, entre dois destinos,
Na encruzilhada, entre espinhos e hinos.
O amor, uma chama que arde e consome,
A guerra, um vendaval que tudo consome.
Entre os braços do amor, sereno abrigo,
Ou os clamores da guerra, frio perigo.
Escolhas que moldam nosso caminhar,
Entre o acalento do amor e o fúria do lutar.
Na dança da vida, entre o doce e o amargo,
O amor e a guerra, em seu eterno embargo.
Entre lágrimas de dor e sorrisos de prazer,
A única escolha: qual deles irá vencer?
"A sinergia natural entre as gerações e a tecnologia não apenas fortalece os laços intergeracionais, mas também capacita os mais jovens a prosperar, transformando seus conhecimentos intuitivos em eficiência notável em face de celulares, computadores e inovações tecnológicas emergentes."
Nas terras do Piauí, Labino a florescer, entre lagos e sítios, um lugar para viver.
Comunidade que tece laços com ordor, no coração do sertão, é um canto de amor.
Riqueza cultural, como um rio a fluir, Labino é poesia no pulsar a existir. Entre sorrisos, no calor do abraço, cada passo é verso, é um doce traço.
Entre encantos que colorem a paisagem, Labino tece laços, fortalece a mensagem. No sertão, na simplicidade a brotar, a comunidade Labino é um viver a sonhar.
No Piauí, Labino é farol a guiar, resistência e resiliência a desabrochar.
Que seus dias sejam versos a rimar, para sempre tua história deixará.
Entre beijos, abraços, sorrisos, olhares, conhecer teu corpo em cada detalhe entre orgasmos múltiplos, tocar tua alma, foi o melhor dos prazeres.
Encostado na árvore em uma manhã de domingo, escuto os passarinhos prosearem, e entre gorjeios e trilas, sopram dizendo um ao outro:
- A verdadeira liberdade é mesmo tendo asas para voar, escolher infinitas vezes, ficar.
Assim foi dito a ela, entre todas as obras em que já olhei, em ti eu me guardei, espero a mim continuar a procurá-la, espero a ti que me ame, assim como te amareis com todo o resto de meu espaço. A ti eu amo, a ti eu quero e desejo estar, por mais cruel que possa ser nossas desculpas para se encontrar
Pior que as guerras entre países são as brigas internas que enfrentamos todo dia, principalmente quando não reconhecemos a perfeição da vida tal como ela se apresenta. Essa luta constante dentro de nós é o que acaba gerando tantos conflitos em nossa existência.
A RELAÇÃO ENTRE O PENSAR E O PODER CRIATIVO DE DEUS
Deus é o exemplo perfeito do pensar criativo: pensou e em ordem suas palavras transformou, e por Seu Divino poder, tudo que existe do nada fez surgir.
“Disse Deus: Haja luz. E houve luz.” (Gênesis 1.3 A21)
“Pela fé, entendemos que o universo foi criado pela palavra de Deus, de modo que o visível não foi feito do que se vê.” (Hebreus 11.3 A21)
“Nosso Senhor e nosso Deus, tu és digno de receber a glória, a honra e o poder, porque tu criaste todas as coisas e, por tua vontade, elas existiram e foram criadas.” (Apocalipse 4.11 A21)
O processo de decomposição e putrefação do cadáver é uma clara manifestação de igualdade entre as pessoas.
A arte de aprender a ser só é uma jornada transformadora, uma dança delicada entre a solitude, a fé e os recomeços. Em um mundo muitas vezes ruidoso e acelerado, buscar o silêncio interior é uma maneira de reconectar-se consigo mesmo, compreendendo que a solidão não é necessariamente um vazio, mas sim um espaço fértil para o cultivo do autoconhecimento.
A solitude não é uma fuga da sociedade, mas sim um mergulho profundo na própria essência. É o momento em que nos desprendemos das amarras externas para explorar os recantos internos da nossa alma. Na solitude, encontramos o silêncio que nutre a reflexão, a introspecção que revela nossos desejos mais íntimos e a serenidade que nos permite aceitar a nossa própria companhia.
Nessa jornada de autodescoberta, a fé emerge como uma bússola interior. É a crença na força intrínseca, na capacidade de enfrentar desafios e de superar obstáculos. A fé não se limita a um contexto religioso, mas transcende para um entendimento mais profundo de que somos mais resilientes e capazes do que podemos imaginar.
Os recomeços, por sua vez, tornam-se um eco da coragem encontrada na solitude e alimentada pela fé. Cada novo capítulo da vida é uma oportunidade para reinventar-se, para abraçar as lições do passado e moldar o presente com a sabedoria adquirida. Os recomeços não são apenas uma mudança de cenário, mas sim uma renovação interior, uma promessa de crescimento contínuo.
No entanto, aprender a ser só não significa isolar-se do mundo, mas sim escolher conscientemente os momentos de solitude para nutrir a própria essência. É entender que a solidão não é sinônimo de solidão emocional, mas sim uma pausa necessária para ouvir a própria voz interior, para acender a chama da autenticidade e para fortalecer a conexão consigo mesmo.
Assim, na dança da solitude, fé e recomeços, descobrimos que a verdadeira liberdade está na aceitação serena da nossa própria companhia, na confiança na jornada que se desenha diante de nós e na coragem de recomeçar, sempre que necessário, com a convicção de que cada novo começo é uma dádiva repleta de possibilidades.
Em meio à vastidão do mar, encontro-me diante de uma reflexão profunda sobre a interconexão entre eu, Deus e as infinitas águas que se estendem diante de mim. O oceano, vasto e imponente, parece refletir a grandiosidade do divino, e, ao mesmo tempo, é um espelho das profundezas do meu ser.
Ao contemplar as ondas que quebram na costa, percebo a presença de algo maior, algo que transcende minha compreensão humana. Sinto a essência divina na majestade do mar, na sua força indomável e na calmaria que se estabelece quando a tempestade passa. É como se Deus estivesse sussurrando através das ondas, recordando-me da Sua presença constante.
Eu, um ser finito diante da vastidão do oceano, sinto-me humilde diante da grandeza divina que se revela na natureza. É um convite à contemplação, à busca de respostas para questões profundas que ecoam na alma. No horizonte vasto, encontro a oportunidade de me conectar com o sagrado, de buscar respostas para os mistérios da existência.
Assim como o mar é insondável, a relação entre eu e Deus é um mistério que se desenrola a cada dia. Às vezes, encontro-me à deriva nas águas incertas da vida, mas é na confiança em algo maior, na fé que ultrapassa as tempestades, que encontro meu ancoradouro. Deus é a constância que me guia, assim como as estrelas orientam os navegantes no vasto oceano noturno.
Cada onda que acaricia a praia é como uma canção divina, uma melodia que ressoa no meu ser mais profundo. A maré, com sua dança constante entre avanços e recuos, lembra-me da fluidez da vida e da necessidade de aceitar as mudanças que ela traz. Assim como Deus é inabalável em Sua presença, o mar é ininterrupto em sua busca incessante pela costa.
Na quietude do meu ser, na presença divina que se manifesta através do mar, encontro um santuário para a minha alma. É um lugar sagrado onde as preocupações se dissipam, onde a paz se torna tangível. A simplicidade de estar à beira-mar torna-se uma oração silenciosa, uma forma de comunhão entre eu, Deus e a vastidão do oceano.
Neste encontro tripartido, descubro que a verdadeira conexão transcende palavras e se manifesta na serenidade da contemplação, na fé que sustenta e na presença divina que se revela a cada onda que abraça a praia. Eu, Deus e o mar, entrelaçados em um diálogo eterno que ecoa na eternidade do momento presente.
Ser fisioterapeuta, um poema em versos curtos
Entre mãos que acariciam a dor,
Fisioterapeuta, és curador.
Toques suaves, terapia da alma,
Na jornada da saúde, és a calma.
Cada músculo, articulação,
És poesia em movimentação.
Reabilitas com amor e destreza,
Teu dom é arte, trazendo beleza.
No palco da vida, és protagonista,
Fisioterapeuta, és a conquista.
Com paciência, és alívio e esperança,
Caminhas ao lado da cura, com dança.
Ser fisioterapeuta, ofício de luz,
No corpo, na alma, és suave conduz.
No toque, no gesto, és poesia viva,
A arte de curar, em cada ferida.
Fisioterapeuta, teu dom é encanto,
Na sinfonia da saúde, és o canto.
"Fisioterapeuta: entre o paciente e as mãos que curam, uma conexão que vai além do toque, é a arte de restaurar e transformar."
A vida é uma corrente alternada, entre terra e exterior, este um mundo ainda não conhecido, quiçá desvendado, modelo em que as energias espirituais têm o sentido invertido periodicamente, via láctea e matéria orgânica, permitindo a transmissão de virtudes e de costumes.
Existir-se-á uma eficiência de corrente, na qual tem uma variação no sentido nascer até morrer.
Comumente chamado de vida, o campo orgânico, matéria em si, quantifica uma massa ocupada em um ponto no espaço em um determinado momento.
Esta massa, absolutamente, tem seu fim: a morte.
A maldade e a mentira são erros violentamente opostas aos ensinamentos éticos e morais dos grandes homens e até do senso comum.
Empiricamente, eu não creio que exista uma emoção mais intensa para um homem do que ver suas emoções, forças, energia, desejos, felicidades e paixões funcionando harmonicamente.
Essas emoções fazem você esquecer de comer, de dormir, de grana, de buscar poder, fama, luxo e de tudo.
Expansivamente, as coisas materiais não definem o que os seres são por dentro, este ente é uma coisa imaterial, não é visível e nem palpável.
Se você quiser descobrir os segredos da "vida", pense em termos de conexão, impulsividade e emoções.
Nossas virtudes e nossos defeitos são inseparáveis, assim como a vida aos nascer (matéria) e a morte do indivíduo de modo que não se tem mais pensamento, sentido e modo de agir, a energia cerebral, frequência das sinapses e vibração dos órgãos param de funcionar em harmonia e atinge o coeficiente de racionalidade (campo natural, (in)orgânico, saturado, volátil, etérea).
O poder mental (racionalidade) vem de uma fusão sobrenatural e genética, no dogma pela Ordem Divina, no senso comum pela crença de uma "invenção" ainda não desvendada, no empirismo pelos estímulos da lógica e observação, mas se concentrarmos nossas mentes na real verdade, ficamos em sintonia com este grande poder de pensar, intrinsecamente ligada a ela o fator humano de propriamente existir.
A limitação disso tudo é o termo de quanto mais um ser deter de uma cognição sofisticada, menos certeza e concretude terá na sua premissa, excetuando-se a lógica do tempo e espaço atrelada a cultura.
Enfim, o termo "fim" não significa término ou acabar, mas pode ser um novo recomeço e um novo ciclo de energia, força e vida (matéria inorgânica).
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