Libertar um Amor
Os escravos perdem tudo ao serem acorrentados – até mesmo o direito de se libertar dos grilhões; amam a escravidão tanto quanto os companheiros de Ulisses amavam seu embrutecimento. Portanto, se existem escravos por natureza, é porque existem escravos contra a natureza. A força fez os primeiros escravos, a covardia os eterniza.
"Só com a graça de Deus poderemos nos libertar das mágoas, dos ressentimentos, do ódio, da amargura e de todas as recordações que nos deixarem enfermos".
Assim como Deus nos liberta oferecendo seu perdão, devemos libertar aqueles que estão em débito para conosco.
Se seu passado te condena, deixe o presente te inocentar para que o futuro possa te libertar tendo uma nova qualidade de vida.
Preciso...
Preciso gritar...regurgitar...soltar...
Me libertar...arrebentar as correntes e voar...
Transformar...renovar ...
A vida. A vida.
As vezes teu coração
Só quer um chamego
Para acalmar a alma
Libertar das amarras
E voar
@zeni.poeta
As guerras de Napoleão Bonaparte contribuíram para libertar as Américas. A Segunda Guerra Mundial trouxe a descolonização para Ásia e África . Mudança de ordem mundial é sempre uma excelente oportunidade para se livrar de grilhões, aproveita Brasil ! (julho/2022)
"Quando você quer se libertar do corpo, a melhor maneira e gritar bem alto de preferencia uma frase curta sem medo de ser feliz."
Sentir Melhor
Você acorda pro mundo
Sentado em uma jaula
E não sabe como se libertar
Está cansado de fazer as engrenagens girar
Ofuscado pela modernidade
E toda caretice que o novo tem
É o velho ditado com uma nova cara
A diferença entre matar e morrer
Viver e sobreviver
Não vire as costas de novo
Não se vire contra ninguém
Nem todo mundo merece uma segunda chance
Dê o melhor de você o quanto antes
Machucar e depois pedir perdão
Exagerar pra esconder a solidão
Acreditar pra aceitar o que vier
Perder a fé pra voltar a ficar de pé
Se eu tivesse uma pista
Eu saberia exatamente o que fazer
Buscaria luz para um canto escuro em você
Falamos de monotonia, mas nos esforçamos pouco para nos libertar do ciclo vicioso que alimentamos.
Somos 90% vicio e 10% inovação!
PORQUÊ JESUS CRISTO ORAVA ATÉ LIBERTAR UM SUOR SEMELHANTE À SANGUE?
Porque não queria que o seu Corpo passasse pela corrupção, deterioração ou apodrecimento.
Quando uma Pessoa morre, o Corpo corrompe-se, deteriora-se ou apodrece e é consumido por bactérias e vermes até à inexistência.
Essa é a péssima humilhação, de todas as humilhações que uma Pessoa pode passar!
Assim, Jesus Cristo orava, até libertar um suor semelhante à sangue, não por temer a dor do chicote ou da crucificação nem por temer a morte, mas por temer essa péssima humilhação que os Homens do Planeta Terra estão sujeitos devido à sua ignorância e desobediência às normas divinas!
Jesus Cristo orava para que fosse ressuscitado depois de morrer, de modo que o seu Corpo não passasse pela corrupção ou apodrecimento nem desaparecesse sendo consumido por bactérias e vermes!
A corrupção ou o apodrecimento e desaparecimento do Corpo após a morte é a péssima humilhação da humanidade terrestre resultante da sua ignorância e desobediência a Vontade do Supremo Criador! Jesus Cristo não quis e não passou por essa terrível HUMILHAÇÃO!
Somos prisioneiros dos nossos sentimentos, mesmo que muitas vezes a razão tente nos libertar, insistimos em não ouví-la.
[SOBRE O CONCEITO DE LUGAR]
A partir dos anos 1960, o conceito de lugar parece já se libertar da conotação exclusivamente locacional. O vínculo do lugar com uma localidade – isto é, com certa posição no espaço – é ainda inquestionável (embora, mais tarde, mesmo isso vá começar a se alterar com o surpreendente desenvolvimento das realidades virtuais e do ciberespaço). Todavia, o acorde conceitual de “lugar”, a partir de então, já passava a exibir outras notas características importantes, para além da mera ideia de localidade. Todo lugar, começava-se a enfatizar cada vez mais, tem o seu lado de dentro e o seu lado de fora (o seu entorno).
A relação deste lado de dentro (ou deste sítio) com o entorno ou com realidades mais distantes, a experiência humana que no interior desta relação se estabelece, os modos de ver o mundo que afloram quando se está em um lugar e não em outro, os mecanismos de identidade que se impõem de dentro de um lugar ou contra este mesmo lugar – tudo isso começa a compor um sentido mais complexo para esta pequena palavra com a qual estamos tão acostumados na vida cotidiana.
O lugar não é mais apenas um mero local, mas sim um mundo que coloca em jogo as suas próprias regras. Pode-se mesmo dizer que todos os lugares são pequenos mundos. Se o lugar pressupõe uma localização (mesmo o lugar virtual tem um endereço eletrônico), este traço está longe de ser o único relevante quando pensamos nos lugares. Ademais, podemos ter uma localidade – cartografável ou indicável no mapa – mas sem termos ainda um lugar. O local pode ser um mero ponto no mapa definido pelo encontro de um paralelo e um meridiano. Mas um lugar precisa ser nomeado, pressentido por alguém como dotado de uma singularidade. O lugar é o local que adquiriu visibilidade para alguém, porque investido de certos significados.
O lugar, assim, é o espaço ao qual foram agregados novos níveis ou camadas de sentidos.
Conforme nossa própria terminologia, o lugar é o espaço objetivo sobre o qual se ergueu um acorde de subjetividades. De certo modo, o lugar é a quinta dimensão de qualquer poliacorde geográfico.[...] O lugar, sobretudo, implica relações intersubjetivas que se integram a uma determinada objetividade. Em duas palavras, envolve identidade e estabilidade. Ambas as instâncias – a saber, de um lado a identificação, e de outro lado a dupla sensação de estabilidade que é simultaneamente assegurada por um forte sentimento de pertença e pela permanência objetiva do lugar no espaço e através do tempo – parecem produzir nas pessoas sensações diversas de apego ao ambiente construído ou natural.
A sensação de pertença ao lugar, através deste duplo entremeado de subjetividades que envolve simultaneamente a identificação com o lugar e a impressão de sua continuidade no espaço-tempo – pode atingir distintos níveis de amplitude, que vão da vizinhança ou do bairro à pequena localidade, daí à cidade ou à área rural e assim sucessivamente, até atingir lugares maiores como o estado, o país, o continente, o planeta! Todos estes são certamente lugares, os quais são investidos de diferentes tipos e níveis de afetividade, de intimidade, de sentir-se dentro.
[trecho extraído de 'História, Espaço, Geografia'. Petrópolis: Editora Vozes, 2017, p.170-171].
Perdoar é um sentimento de compaixão pelo outro, é se libertar do passado, é soltar ao vento aquele incidente infeliz, é viver em paz com a vida e com todos e tudo que nos envolvem.
