Liberdade
A verdadeira liberdade de toda dama rebelde é se sentir presa ao homem que a domina... Domina seu corpo, sua alma , sua mente e o seu coração💕 LadyRed 🌹
A verdadeira liberdade
Não consiste em poder ir
Muito menos querer ficar
Ser livre
é algo um tanto mais profundo
e muitos passos mais
À frente
É conhecer a verdade
como algo que ocorre
corriqueiramente
deixar a janela aberta
sem medo
viver num mundo
onde todos tenham
Conhecido a palavra certa
o mais básico segredo:
Aquele que diz
Que só conhecendo a verdade
A gente finalmente
Se liberta
A maior liberdade que existe
Talvez seja a nossa escolha
em ser feliz ou ser triste
A tristeza pode ser bela
Assim como o maior brilho
Não é e nem jamais será
O brilho de nenhuma estrela
O mundo vai te julgar
Te analisar
Não há como evitar
Mas não aceite jamais
Que a opinião alheia
Te mude
Sem que tenha caminhado
Ao seu lado
Escrito as mesmas páginas
e chorado as mesmas lágrimas
e visto os mesmos fantasmas
Que tu mesmo viste
Este mundo
Às vezes pode ser rude
E tentar determinar
Os caminhos que você deve trilhar
Te cobrar atitudes
Que este mundo
Tão parco de virtudes
Nem mesmo as tem
Sejas tu
O andarilho do teu chão
e tenha sempre em mente
Que o maior brilho existente
É sempre aquele
Que reluz na escuridão
Edson Ricardo Paiva
Liberdade é algo abstrato que poucas pessoas conseguem concretizar. Existem pessoas encarceradas que são mais livres que os pássaros, pois os pássaros tem inimigos que os caçam. Liberdade é aprender a conversar com Deus e fazer a vontade d'Ele sem se importar com o que as pessoas vão pensar. Liberdade é poder partir e querer ficar, liberdade é poder fazer o mal e não fazer. Liberdade é olhar um ponto preto no meio de um papel em branco e enxergar uma superfície branca com um ponto preto no meio onde todo mundo só enxerga um ponto preto. Liberdade, muitas vezes, é pedir permissão para alguém que amamos, ter a permissão negada e ficar feliz assim mesmo, pois isso significa que somos livres para amar. Liberdade é diferente de ser livre. Não adianta "Ser livre" se não tivermos a liberdade espiritual de fazer aquilo que gostamos de fazer por saber que aquilo, além de ser bom pra nós, não prejudica ninguém. Liberdade é saber que existe e conhecer a diferença entre as duas coisas.
Todo amor do mundo é liberdade
Liberdade de ir, mas ficar
Quando o amor escolhe a gente
Todo o amor do mundo é luz
Mas é luz que não se apressa
Essa, corre vagarosamente
Essa é luz que respeita a velocidade da semente
É presença que alimenta a alma
Amizade que já nasce pronta, lugar ocupado
Que só de em pensá-lo vazio,
A alma de frio, amedronta
E que estando presente essa ausência
O coração silencia, o espinho da flor ainda dói
Mas a gente já nem chora mais
Dor de espinho não dói mais igual doía
Todo amor do mundo é como uma flor
Que não se há de colher simplesmente
O olhar da gente escolhe somente uma flor no quintal
Mas o amor é diferente
Quando é o olho do amor que escolhe a gente.
Edson Ricardo Paiva.
Liberdade
Andar descalço ao entardecer
Caminhar no mesmo passo
Içar a vela
Perfume de outrora
Hoje é pranto de estrelas
Saudades são vagalumes
E sorrir sem vontade
Estrelas que brilham porque a luz mandou
Te parecem ser bem mais felizes
Navega perdida a verdade de agora
Só o tempo é livre
Arguto, ele passa sem te olhar
Calçar os sapatos, pisar diferente
Fui olhar a flor que foi bonita
Na leveza do vento
Como quem caminha lento agora
Gruda na roupa da gente uma luz de garoa
Uma gota a mais, transborda
Acorda tua eterna vontade
Não sabe de quê
Qual canoa se afasta a vagar
Essa estrada que se vive, ela tem fim
Não se pode segurar o tempo, ele não fica
Só que isso não significa
Ao tempo que ele seja livre.
Edson Ricardo Paiva.
FELICIDADE...
" Felicidade é dar liberdade ao pássaro e se sentir feliz com isso,
felicidade é sentir a brisa que balança as folhas do oumeiro e sorrir quando ela passa pelo corpo balsamizando das fibras corporais, até as mais simples feridas deste,
é olhar o céu em plena noite escura e ao invés de sentir medo,sente-se a vontade de contar as estrelas e começando a fazer isso, não se pára mais...
felicidade?Felicidade é não dizer adeus, mas um até breve mesmo sabendo que a pessoa não irá voltar mais.
É deitar-se sobre o amor e dele registrar o ser amado,
é estar fortemente imantado no mesmo sentimento,pousar a cabeça neste amor e um ouvir as batidas dos corações dos dois até a última...
Então a felicidade é sorrir, quando na verdade se tem a vontade de chorar, mas também é a mesma,quando chorando acaba-se sorrindo.
A felicidade é muito até quando é pouca,
mas esta é mesmo a portadora da alegria até quando à damos as costas.
Nos sentidos finais das últimas respirações que se evolam nos derradeiros
suspiros de um intenso desejo de amar cada vez mais...
felicidade?
Ah... felicidade...
Deve ser a coisa mais importante a ser conquistada!
Marcelo Caetano Monteiro.
TÍTULO
A JUSTIÇA DIVINA E A LIBERDADE DO ESPÍRITO
ARTIGO
O Espiritismo, em sua expressão mais depurada, não se apresenta como sistema de temor, mas como pedagogia moral da consciência. A Doutrina não constrói um Deus punitivo, arbitrário ou vingativo. Revela um princípio soberanamente justo e bom, cuja ação se manifesta pelo respeito absoluto à liberdade espiritual e pela finalidade educativa das experiências humanas.
Deus não condena suas criaturas a castigos perpétuos por erros transitórios. Tal concepção violaria a própria ideia de justiça, pois nenhuma falta limitada no tempo poderia justificar uma pena infinita. O erro, no entendimento espírita, é sempre circunstancial e próprio de um Espírito ainda imperfeito, jamais definitivo ou essencial à sua natureza. Por isso, a Lei Divina oferece, a qualquer tempo, meios de progresso, reparação e reequilíbrio moral.
O arrependimento não surge como mero sentimento de culpa, mas como lucidez ética. Reparar não é sofrer por sofrer, mas agir em favor do bem, restabelecendo a harmonia rompida. A justiça divina não se impõe de fora para dentro. Ela opera no íntimo da consciência, onde cada Espírito experimenta as consequências naturais de suas escolhas. Persistir voluntariamente no caminho do mal converte-se, por si mesmo, em sofrimento, pois ninguém viola a ordem moral sem ferir a própria estrutura psíquica e espiritual.
A chamada pena eterna, à luz do Espiritismo, não é um decreto imutável, mas uma permanência voluntária no erro. Se o Espírito ali permanecesse indefinidamente, a dor também se prolongaria. Contudo, a mínima disposição ao arrependimento basta para que a misericórdia divina se manifeste, oferecendo novas oportunidades de aprendizado e reabilitação. Eis a relatividade das penas e da própria noção de eternidade, compreendida não como duração infinita do sofrimento, mas como continuidade da vida orientada ao aperfeiçoamento.
A liberdade concedida aos Espíritos é condição indispensável para o mérito moral. Se não houvesse possibilidade de escolha, não haveria responsabilidade, nem virtude autêntica. Deus permite que o Espírito experimente o bem e o mal para que aprenda, pela razão e pela vivência, a distinguir o que eleva daquilo que degrada. A sabedoria divina não se impõe pela coerção, mas pela educação gradual da consciência.
O primeiro ensinamento é o amor. O segundo é a instrução. Amar sem compreender conduz ao fanatismo. Instruir sem amar conduz à aridez moral. O Espiritismo une ambos, chamando o ser humano a uma ética da responsabilidade, da lucidez e da esperança ativa.
Assim, a mensagem espírita não promete atalhos, nem absolvições automáticas. Ela convoca o Espírito à dignidade de construir-se, passo a passo, na liberdade, assumindo o peso de seus atos e a grandeza de sua capacidade de transformação, pois toda consciência que se esclarece encontra no bem não uma imposição, mas um destino escolhido com maturidade e verdade.
Liberdade é ter o seu próprio estilo sem se importar com as modinhas do momento. É ser você mesmo, e estar confortável em sua própria pele.
**"Liberdade Entrelaçada"**
Há um fardo que me pesa,
Um fio invisível que prende,
E mesmo enquanto respiro a promessa do amanhã,
Há uma sombra que me segue, uma história que não escolhi.
Me busco em reflexos turvos,
Entre as grades que foram erguidas em meu nome,
E o desejo arde como chama incansável,
Por algo que sempre parece escapar.
E se a liberdade não é dada,
Que seja então conquistada,
No toque gentil do vento,
Na escolha de ser mais do que esperam.
Pois sou mais do que sou,
Mais do que dizem,
E o futuro que construo com minhas mãos
Será escrito nas margens da minha pele.
E em cada passo que dou,
Revolto-me contra a prisão que querem me impor,
Como se liberdade fosse um sonho distante,
E não a essência que já vive em mim.
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Esse poema ecoa a busca pela liberdade, a resistência contra a opressão e o encontro com a própria identidade, temas profundos na obra de Beauvoir.
Esse poema foi escrito por mim, inspirado nos temas que Simone de Beauvoir frequentemente explorava em sua obra, como liberdade, opressão e a busca por identidade. Ele não é de Simone de Beauvoir, mas tenta capturar a essência das questões filosóficas e existenciais com as quais ela se preocupava, usando palavras e estilo diferentes.
O que quero dizer com meus poemas?
O que interpreto?
Ora, me digas tu.
Minha liberdade poética,
És sua liberdade de pensar.
Podemos nos sentir preso no meio da multidão e livre em completo isolamento. A liberdade está na nossa consciência.
