Liberalismo
Minha Liberdade, Nosso Progresso
Em 1776, em sua mais famosa obra “A Riqueza das Adam Smith escreveu: “A riqueza de um a nação se mede pela riqueza do povo e não pela riqueza dos príncipes; desta forma entendemos que para o povo ter progresso,
necessariamente deve haver liberdade. Portanto, não é só uma questão econômica. Não é só questão de riqueza. É questão de qualidade de vida para que as pessoas possam realizar se e perseguir seus próprios planos. A liberdade é essencial para que o imprevisível exista; nós a desejamos porque aprendemos a esperar dela a oportunidade de realizar a maioria dos nossos objetivos.
Em nosso país, nos últimos anos, tivemos um governo com a visão de servir à população, assumindo o papel de acabar com a desigualdade, aumentar a segurança, trazer boa educação e saúde. Para grande parte da população, este conjunto de palavras, soa como uma sonata para piano nas mãos de Mozart, mas sabemos que o q ue aconteceu nos últimos anos, foi totalmente o inverso daquilo que era tão bonito na teoria. No Brasil, as políticas adotadas nos últimos anos
foram políticas voltadas para regular as atividades de produção e por consequente
atrapalhar o progresso, criando assim uma parcela da sociedade com fraquezas e
acomodações. Não são a redistribuição massiva de riqueza ou os decretos do
governo sobre o nível e renda que produzem o resultado mais positivo para a sociedade. As sociedades baseadas na liberdade econômica são aquelas com o maior progresso social, países que melhoraram sua competitividade e abrem suas sociedades para novas ideias, produtos e inovações, alcançam de forma ampla os mais altos níveis de progresso social para seus cidadãos.
Ligando a liberdade econômica com democracia, O grande prêmio Nobel em
Economia Milton Friedman, escreve: O livre mercado era uma condição necessária, ainda que não suficiente, para a liberdade política. Ou seja: Sem liberdade econômica, a liberdade política era inviável; ainda que fosse possível uma nação economicamente livre, porém politicamente repressiva.
Precisamos de liberdade para interagir com o mundo e menos intromissão governamental e assim o nosso progresso será irremediável.
Mateus Oliveiras
Precisamos de liberdade para interagir com o mundo e menos intromissão governamental e assim o nosso progresso será irremediável.
Através do Capitalismo as pessoas podem ter acesso as Liberdades, entre elas a Liberdade política. E por essa mesma razão é que outras pessoas não querem permitir às outras, o acesso ao Capitalismo.
Certos indivíduos, imbuídos de uma visão permissiva e licenciosa, empregam o termo 'salvando casamento' para descrever aqueles arranjos conjugais que se desviam das normas tradicionais da decência e da moralidade. Tais arranjos, muitas vezes, envolvem uma abordagem mais lasciva em relação às convenções da fidelidade e da monogamia, e podem ser vistos como uma forma de degradação dos papéis e das expectativas dentro do casamento, à luz das mudanças sociais e culturais da época.
No dia do julgamento eles descobrirão que o embriagado falava a real, o escravizado era santo, e o entorpecido pousava de patrão. #trialidade é a política da dualidade levada aos isentos de plantão.
A mais importante reflexão sobre a esquerda política: se eles mentem tanto sobre o presente, imaginem o quanto mentem sobre o passado
Jamais confunda a realidade com a análise feita sobre a realidade. Esse é o mínimo conhecimento que você precisa ter sobre epistemologia.
Uma análise esquerdista não tem o objetivo de esclarecer a verdade, mas tão somente de justificar a revolução. Isso decorre do compromisso básico dos revolucionários com a revolução, não com os fatos ou a Verdade.
É por isso que o pensamento esquerdista é repleto de fantasias. Seja cético diante de qualquer livro, artigo ou narrativa dessa gente.
Este governo faz aquilo que o Partido Socialista fazia, o que pensa que o PS fazia e que nem lhes passava pela cabeça fazer
Jamais escolha um candidato por partido político ou até mesmo ideologia política. A única coisa que realmente importa é o que ele realmente faz, por todos ou agrega para sociedade em geral e não só para seus, puxa sacos ou apenas os mais próximos.
Essa liberdade é a mesma que dá igualdade de direitos ao milionário e ao mendigo de dormir debaixo das pontes. Mas o milionário prefere dormir em outro lugar e dispensa essa liberdade, que lhe é concedida tão graciosamente.
A FÚRIA DE CALIBÃ - pág. 192"
O Equilíbrio do Progresso
No campo vasto da criação,
onde a mente voa sem fronteira,
liberdade e igualdade se entrelaçam,
como luz e sombra na mesma esteira.
A inovação precisa de espaço,
mas também de solo fértil e abrigo,
pois o talento não floresce ao acaso,
e sim onde há sustento e sentido.
Que o Estado seja o guardião,
não a muralha que prende a estrada,
mas a ponte que liga a ambição
ao direito de cada jornada.
Diversidade é uma riqueza,
a essência viva de uma nação,
quando cada voz tem o seu tom,
Tecemos juntos a inclusão.
E assim, entre o livre sonhar
e a mão que protege a esperança,
cresce um mundo a prosperar,
onde justiça e progresso caminham juntos.
Afrouxando o nó da gravata e refrescando por debaixo dos vestidos, o "nada a ver" começa como doce brisa; rápido, avança para envolvente bola de neve, rolando até terminar num lago de fogo.
Não vamos tolerar a hipocrisia, a desonestidade ou a ambição de poder para interferir na mudança que nós escolhemos.
Este novo contrato social propõe um país diferente, um país onde o Estado não dirige as nossas vidas, mas antes salvaguarda os nossos direitos. Um país onde se faz e se paga.
Democracia é um ideal, mas só a conscientização e prática ao longo do tempo, a fará uma cultura em qualquer ambiente.
O Intervencionismo da esquerda é como uma pessoa que recebe seu salário , gasta e parcela o seu dinheiro em coisas que não precisa mas depois de um tempo fica no prejuízo devendo para todo mundo e passando necessidades .
O Liberalismo da direita é como uma pessoa que recebe seu salário , gasta só com o necessário , faz cursos e coloca tudo na prática investindo e reinvestindo prosperando assustadoramente
O “ser cristão” não deve se tornar uma bandeira política ou ideológica. Partidarismos, conservadorismos, liberalismos, não devem definir a pessoa cristã: “Candidata Fulana de Tal, mulher de Deus”.
Igualmente, o “ser cristão” não deve se tornar um trampolim para um profissional fazer nome em cima do nome de Deus: “Empresa tal sob direção evangélica”.
Para que mostrar esses atributos se o que realmente fala mais alto é o testemunho de vida? “Vai que” algo dê errado nessa campanha ou nessa empresa sob cada título respectivo: “Ué, mas não era uma mulher de Deus?!”; “Ué, mas a empresa não era sob direção evangélica?!” Péssimo testemunho!
Então, pra que “usar” Deus e coisas relacionadas a Deus através de vocativos, denominações etc.? Qual a verdadeira intenção por trás disso? Quaisquer que sejam as respostas a essas perguntas nada justifica usar o nome de Deus por motivos egocêntricos, pois quem o faz não está buscando honrar o nome de Deus, mas buscando tirar vantagem do nome de Deus.
Muitos políticos e profissionais têm feito isso — usar a posição de cristão para angariar votos ou para atrair clientela. Uma forma de tirar proveito da fé cristã, respaldando-se na Pessoa de Cristo, Deus.
Um dia alguém diz: ”Ao defender princípios cristãos em detrimento de outras religiões você erra porque cada um tem a sua religião que deve ser respeitada por todos”. O tempo passa e essa mesma pessoa muda o seu discurso: “Olha a religião da fulana. Isso vai contra os princípios cristãos. Isso não corresponde às doutrinas bíblicas”. Em um momento, põe-se em defesa das várias religiões; em outro, crítica a religião de uma pessoa por não ser cristã.
Quanta contradição em uma mesma pessoa! Ora faz censura ao cristianismo, ora faz apologia. Essa pessoa é cristã por conveniência; não é uma cristã genuína.
Nessa conveniência, ela pode estar manifestando um posicionamento anticristão por motivo de rebeldia contra a palavra de Deus, indiretamente defendendo atitudes liberais, ou aderindo a movimentos com base em ideologias conservadoristas ou tradicionalistas em prol de partidarismos político-sociais. Ou seja, nada a ver com fidelidade à fé cristã e ao seu Senhor.
