Levo esse Sorriso porque Ja Chorei demais

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Eu não consigo forçar simpatia, é de mim já, não consigo fingir gostar de alguém que na verdade não me agrada nenhum pouco. Mas é claro que sei ser educada até com aqueles que me enojam, afinal a educação é algo bonito, e a uso mesmo com as pessoas que eu não gosto. O que eu quero dizer é que não sei ser falsa com ninguém, se eu não gosto, eu não gosto. Se a pessoa realmente for observadora vai saber se gosto ou não dela, não consigo disfarçar, meus olhos me entregam, meu sorriso então… e meus gestos mais ainda. Quando eu gosto eu gosto mesmo, falo, grito, canto, perturbo, chamo atenção, implico, defendo.. agora quando eu não gosto, eu realmente não gosto, posso até falar com a pessoa, mas será apenas por pura educação e não emoção.

Queria fazer o mínimo que você merece, já que não consegui fazer o máximo. Queria pedir desculpas. Eu atropelei a gente, te deixei caído no chão e fui em frente, sem nem te dar a mão. Porque o mundo tinha que ver o quanto eu era forte, o quanto eu tinha aprendido. E, que injusto, quis vestir meus escudos logo com você, que só queria me proteger. Fui brincar de ser cínica logo com quem me falava ve
rdades bonitas, só pra me ver sorrir. Resolvi bancar a sem coração até ele começar a doer e eu não conseguir mais ignorar a existência dele e a sua. Era uma dor pesada que, acima de tudo, gritava que eu havia feito tudo errado. E de fato havia. Virei pra trás, desarmada e completamente arrependida, mas não te vi. Nem no chão, nem num banco, nem em pé me observando errar. Imagino que esperar tanto tempo uma pessoa que não te dá nem carinho pra compensar a espera, deve ser mais do que cansativo, dolorido. Você foi embora, coberto de razão. Logo na hora em que eu cheguei, despida de arrogância. E só pude lamentar toda a minha força bruta, minha farsa ensaiada, meu estrago em você, em mim, em nós. Sentei no banco e, dessa vez, eu que esperei. Ainda espero. Então vem aqui e senta comigo, ou então só passa e diz que me desculpa, que pode não entender, mas me desculpa. Minha culpa era só medo, fantasiado de tanta coisa, mas sempre óbvio pra você. Hoje eu aceitaria teu colo. E ficaria feliz, em paz. Porque era só disso que eu precisava, apesar das minhas fugas impulsivas. Hoje eu sei. Desculpa?

Quando não houver por onde seguir, quando seus passos já não te obedecerem, quando você sentir falta de conversar, quando o sol não aparecer, quando a chuva insistir em cair, quando o mundo estiver acabando em lágrimas, quando não houver mais uma estrada. Quando seus sonhos sumirem, lembre-se que eu nunca te abandonei, e que eu sempre vou estar aqui onde você me deixou. Lembre-se que eu vou estar aqui, sempre quando você precisar. Eu vou estar aqui, toda vez que você precisar de um ombro para chorar.

Faz tanto tempo que eu te vi pela primeira vez, e tanta coisa já mudou, ainda lembro de você daquele seu jeito de ser.

CW7

Eu já perdi contato com algumas pessoas que eu costumava ser.

As pessoas mais tristes que eu já conheci na vida são as que não se importam profundamente com nada.

Metade de mim é sono a outra metade já foi dormir.

Meu amor, já estou com saudade do nosso dia! Vou dormir com a certeza de que não consigo te tirar do meu pensamento nem por um segundo. E espero que você sonhe comigo e com o dia de hoje. Te amo! Durma bem!

Já sofri tanto, demorei tanto pra ser feliz, que hoje, quando o que me falta aparece, eu olho com desconfiança, e por ter medo de deixar de ser feliz, e medo de sentir novamente dor, me sinto tentada a não abraçar o que me falta, e por vezes abandono a possibilidade. As vezes é até sem querer, mas querendo.
Por "talvez" já sofri, e o "talvez" hoje me assusta...
Gosto do impossível, pois não existe talvez no impossível, é simplesmente impossível!
Eu ainda acredito, tenho medo de doer a ponto de perder a ternura e findar por deixar de acreditar.

Aprendi a sorrir
Quando a dor tortura
A saudade abafa
E já nada cura
mas vou a luta
Danço na chuva
Abraço a vida
Com amor no coração
Domino o meu sentir
Seguro o meu chorar
Mas nem sempre sei
que decisão tomar
Neste dias vazios
Que teimam
em não terminar.
Vou mentindo a dor
de já não te ter
nos meus braços
Meu amor

Desejo todos os dias
que o dia chegue ao fim
E eu, chegue lá.
E neste meu sentir
tudo é grande demais
vivem em mim
um turbilhão de vendavais

A voz é torturada de silêncios
já não consigo gritar mais
Para falar a verdade
Todo "mundo" supõem
Que sou feliz
Mas sou ...
Tsunami de sentimentos
onde só eu me entendo
No meio dos temporais...

“Eis o invencível orgulho que tantas desgraças já te causou!”


(Mercúrio)
(Prometeu Acorrentado)

Ainda bem que já nasci assim
Com o dom de sorrir toda vez que a tristeza tenta me levar
Tenho gênio forte, não meço muito as palavras e não costumo levar desaforo pra casa.
Mais também sei ser doce,amiga,carinhosa e verdadeira pra quem merece minha atenção.
Eu sou daquelas que pagam pra ver e ainda mandam flores.

O mal da ovelha negra da família é que se ela faz besteira, todos já esperam. E eu adoro provocar polêmica.

Não me importa quantas pessoas gostam de mim, do jeito que sou ou não. Os que já me amam são os suficientes para fazer meu mundo girar.

Crônica de Minha Infância


Já fui casinha, fantasias e bonecas.
Mãe, jornalista, advogada e atriz.
Chocolates, biscoitos, chicletes... também patins, bicicleta e cicatriz.

Amiga, irmã, namoradinha e vilã.
Danada, sapeca, serelepe, também dissimulada e esperta.
Morria de medo de ser analfabeta.

Também já fui medo, choro e receio,
porém, tudo superado com aulas, professoras, sobretudo amigos amáveis e recreios.

Desenhos, chaves, histórias?
Branca de neve, a bruxa e toda aquela armação...
Ursinhos carinhosos, Power Rangers, sempre atenta à programação.

Viagens, família e aventuras.
As férias de dezembro, nas casas das avós...
Nada de ditadura.

Mas nem tudo é perfeito,
já fui hospital, asma e internação,
médico, jaleco branco, total aversão.

Às três da tarde como posso esquecer,
eu, papai, meu irmão e a TV...
de todos os compromissos, esse era o mais gostoso
historinhas, perguntas sem fim... e sempre um lanchinho delicioso.

Às quatro da tarde um momento chatão.
mamãe, livros e cadernos.
meninos, hora da lição,
enquanto isso, nosso super-herói voltava pra mais um plantão.

Dos momentos mais felizes da vida,
impossível não lembrar da infância bem vivida,
papai, mamãe sempre sorrindo, Deus sempre presente,
familia superunida.

Às cinco da tarde, hora do banho,
a minha amizade com Jackeline não tinha tamanho,
embora ela sempre alimentasse seu sonho estranho,
ser enfermeira somente de fanhos.

Aos 6 anos um sonho realizado,
finalmente havia ganhado um gato,
pula daqui, pula dali e finalmente pulo em cima...
tadinho do gato, precocemente foi para o andar de cima.
Meu primeiro drama.

⁠Amiga, a gente se conheceu há pouco tempo, mas já te considero uma irmã. Afinal, quem disse que a intensidade de uma amizade precisa ser definida pelo tempo? Você já me mostrou mais de uma vez que posso contar com você e, nesse pouco tempo, aprendi a te amar e a confiar em você incondicionalmente. Obrigada pela sua parceria e seu companheirismo constantes. Saiba que estarei sempre aqui quando você precisar!

O karatê aperfeiçoou tudo o que eu já tinha de bom;
em meu corpo, meu coração, minha mente e meu espírito.
O combate me ensinou a respeitar e a preservar a vida.
Velocidade, reflexo, equilíbrio,
Justiça, paz e amor;
Quando precisei atacar, fui justo.
Quando fui atacado, tive calma.
Quando vieram maldades, devolvi compreensão.
Os ignorantes não me vêem e os brutos não me alcançam.
Me tornei nobre, sereno... invencível.

E já que não somos eternos, que Deus nos permita viver o melhor da vida, amar o melhor do amor e ser feliz com as maiores alegrias!!! E que apesar de não sermos eternos, sejamos inesquecíveis ...

Seu olhar é como o brilho das estrelas mais brilhantes do céu.
Sua boca é a mais linda que já beijei, e que os meu lábios ja puderam sentir.
Adoro quando o teu corpo toca ao meu.
Com o calor ardente da paixão.

Eu já tive vontade de colocar o pé na estrada. Assim, meio sem rumo. Tirar as coisas do guarda-roupa, colocar de qualquer jeito dentro da mala e ir. Sem destino, sem hora para voltar.