Levo esse Sorriso porque Ja Chorei demais

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Muito elogio é como botar água demais na flor. Ela apodrece.

Clarice Lispector
Gotlib, Nádia B. Clarice: uma vida que se conta. São Paulo: Ática, 1995.

Nota: Trecho de entrevista com Ziraldo, em 1974.

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⁠Aquele que se cobra demais, vive uma vida de devaneio

o mundo é grande demais,
o mundo tem pessoas demais,
eu me lembro dessas pessoas
todos os dias,

e todos os dias
esqueço de lembrar
de mim mesma.

– seja egoísta e olhe para você.

Amanda Kviatkovski
Poesias e xícaras de café (às vezes chá) (2021).

Nada é para sempre, mas algumas coisas, algumas cicatrizes, são profundas demais para desaparecer.

Jennifer L. Armentrout
O problema do para sempre. Rio de Janeiro: Record, 2017.

⁠⁠Toda vez que algo está difícil demais, eu penso em todas as pessoas que nunca tiveram as chances
que eu tenho.
Os problemas não desparecem, mas são amenizados.

Tem histórias que são como sussurros no escuro…
Mas tem pessoas que são luz demais pra ignorar.
Talvez você nem saiba,
mas pode ser que alguma página minha tenha te esperado por muito tempo.
Se quiser, te mostro.
Mas cuidado: algumas palavras não soltam da alma depois que entram.

O Mundo é Grande Demais Para Viver Sempre no Mesmo CEP

Em qualquer tipo de organização nenhum capital humano é novo demais que não possa aprender ou velho demais que não possa se adaptar.

DEPOIS DE MUITO AMOR

A mulher somente despreza quem ela amou demais. Não é qualquer homem que merece, não é qualquer pessoa. Pede uma longa história de convivência, tentativas e vindas, mutilações e desculpas. O desprezo surge após longo desespero. É quando o desespero cansa, quando a dúvida não reabre mais a ferida.

É possível desprezar pai e mãe, ex-esposa ou ex-marido, daquele que se esperava tanto. Não se pode sentir desprezo por um desconhecido, por um colega de trabalho, por um amigo recente. O desprezo demora toda a vida, é outra vida. É nossa incrível capacidade de transformar o ente familiar num sujeito anônimo.

Assim que se torna desprezo, é irreversível, não é uma opinião que se troca, um princípio que se aperfeiçoa. Incorpora-se ao nosso caráter.

Desprezo não recebe promoção, não decresce com o tempo. Não existe como convencer seu portador a largá-lo. Não é algo que dominamos, tampouco gera orgulho, nunca será um troféu que se põe na estante.

Desprezo é uma casa que não será novamente habitada. Uma casa em inventário. Uma casa que ocupa um espaço, mas não conta.

É a medida do que não foi feito, uma régua do deserto. A saudade mede a falta. O desprezo mede a ausência.

O desprezo não costuma acontecer na adolescência, fase em que nada realmente acaba e toda vela de aniversário ainda teima em acender. É reservado aos adultos, desconfio que deflagre a velhice; vem de um amor abandonado. Trata-se de um mergulho corajoso ao pântano de si, desaconselhável aos corações doces e puros, representa a mais aterrorizante e ameaçadora experiência.

Indica uma intimidade perdida, solitária, uma intimidade que se soltou da raiz do voo.

O desprezo é um ódio morto. É quando o ódio não é mais correspondido.

Não significa que se aceitou o passado, que se tolera o futuro; é uma desistência. Uma espécie de serenidade da indiferença. Não desencadeia retaliação, não se tem mais vontade de reclamar, não se tem mais gana para ofender. Supera a ideia de fim, é a abolição do início.

Não desejaria isso para nenhum homem. O desprezado é mais do que um fantasma. Não é que morreu, sequer nasceu; seu nascimento foi anulado, ele deixa de existir.

O desprezo é um amor além do amor, muito além do amor. Não há como voltar dele.
(Zero Hora)

Não sei, talvez eu seja difícil demais de conviver. Ou meu gênio seja forte demais, ou minha impulsividade seja demais. Tudo em mim talvez seja demais. E definitivamente, não encontrei ninguém demais, para saber lhe dar com isso! Minha liberdade deve assustar os que acostumaram com as grades que os relacionamentos impõem, ou que eles acham que impõem. Não sei viver em grades, meu espírito é livre. Não to dizendo que eu quero alguém que me deixe sempre livre, to dizendo que eu quero poder acordar e saber que eu estou com alguém, que quer viver comigo e não ter a mim.

Só acho.

“É tarde demais para pedir para você voltar? É tarde demais para dizer que sinto saudade da sua voz, do seu sorriso, saudade de você, de quem você é quando está ao meu lado. Saudade de poder gritar ao mundo que você me pertence, deixar transparecer em meu olhar que os nossos corações mesmo com milhares de km distancia escolheu um ao outro, saudade de passar noites em claro fazendo planos para o futuro ou até mesmo contando piadas sem graça. Saudade de ouvir a sua risada contida por conta da sua grande timidez, saudade de ouvir você dizendo que será apenas eu e mais ninguém. Saudade de acordar no meio da madrugada e saber que tenho você para mim, saber que você me pertence. Saudade de quem éramos e mais ainda saudade de quem planejávamos ser.”

Esquecer os espinhos dessa estrada é fácil demais.
O difícil é conviver com as marcas que ficaram.
Quando tudo de que se precisa é um pouco de paz pra se viver
Logo surgem lembranças antigas pra nos entristecer.
Destruir uma vida é tarefa pra aquele que a construiu.
E jamais uma mesa de um bar vai mudar uma vida.
Dá um tempo ao teu coração! Ele precisa de uma mão
Que lhe aponte o caminho certo: Jesus é a solução

Alguns sonham demais, enquanto outros têm insônia.

O coração dela estava machucado demais pra acreditar no amor novamente. Se encontrava rachado, ferido, esquecido. Só lhe restava sonhar, longe de todo aquele mundo escuro que ela tinha de olhos abertos.

Você pensa demais por medo de não dar certo. Mas no fim, é caindo que se levanta, errando que se aprende.

Desabafo de um narrador...

Chega, acabou, tudo aquilo que digo é inebriante demais, sufocante demais, não posso descrever tudo para todos, enquanto os meus ouvintes ou leitores se manifestam e eu tão pouco peço, não vivo nenhum resto dessa obra do universo. Logo serei mais direto, meus amigos me perdoem, mas ainda com educação não farei por vocês o que nunca por mim farão, e não me interpretem mau ou mal, estou apenas dividindo as aguas que me interessam, sendo mais sincero comigo mesmo e com todo o resto. Talvez injusto ao olhar alheio e ao leigo em relação a mim, porem se eu continuar descrevendo o que sobrará por vir? Amantes aos descritos, pensamentos em conflitos? Então chega, chega de tanta descrição bem feita, de altruísmo de esquerda e de reverencia a escrita, vou falar, vou agir, abrindo esse jogo o qual descrevo interesses, observação “meus interesses”, o que eu pretendo fazer, sem nenhum desmerecer, pelo contrário, pois todo trabalho o “amor” da minha vida, serei eu que irei colher. Então meus amigos, mantenham a calma e respirem fundo, pois as minhas descrições bem feitas ou minha paixão da vida, serei eu e apenas eu que irei conter. E se você quiser saber mais um pouco desta vida, não me incomodo nem me importo, só não esqueça que quando me ler, não se ponha como você, o principal deste viver.

Pois bem, voltemos a o que interessa, o meu trabalho. Sim, eu vou manter o foco, mesmo com muito esforço, correndo o risco de ser esquecido por quem eu amo e por quem eu vivo, mas qual o problema? Se não esqueço, não acaba e se não acaba ainda há. Mesmo que com pouco ardor, não posso desfazer algo que marcou. Perceba, eu só estou tirando os outros do contexto, refazendo ideais e reforçando os meus direitos, direitos de querer por descrever, de descrever por viver e de viver por ter você. E mesmo com a equação tempo/distancia em ação. Acredite! Não será em vão, esta breve e simples narração, para com todos os leitores que entreguei meu coração.

Aprendi demais como vendedor de seguros. Compreendi que as pessoas querem falar com você. Elas precisam contar coisas.

Dê o real valor que as pessoas merecem. Tome cuidado, pois você pode perceber tarde demais que acabou tropeçando num diamante e nem se deu conta do que era, pois estava ocupado demais colecionando pedras.

Dói demais ir dormir chorando, né?
Você é o brinquedo caro e eu a criança pobre. O menino solitário que quer ter o que não pode...'

Tô começando a estranhar essa coisa de estar feliz demais, dando certo demais, apaixonada demais. Tudo que é demais sempre me fez quebrar a cara, e isso dá medo. Apavora.