Leve como Passaro
Sorvete de sol
Olha o sorvete! A orla começando a caminhar...
Vento leve da brisa, pés no chão... ah! como é tão, tão...
Olha o sorvete!; ...devaneios, delírios-delirantes...
Como pode existir um sorvete de sol?!..
Agora?! Ainda com este frio?! Sorvete, sol, intrigantes!..
Com quem eu reclamo?!.. Como pode? Aqui é praia!..
Como se lá' não pudesse frio estar!
Louco, loucura, a quem contestar?!..
Tudo que peço 'e um pouco de SOL, tão, tão...
Olha o ônibus!...
Preciso ir ao trabalho! Seco os pés, mas não esqueço!..
Compromisso comigo mesmo; a praia, sol, sorvete...
Corre livremente por entre delicadezas
que encontrou em seu caminho.
Seu coração está leve, o amor coloriu o seu destino.
Nem era primavera, tal qual as flores que cultivou , o amor desabrochou.
Corre livremente para o amanhecer bem vindo.
Quer abraçar o amor.
Juntos, voar para o infinito...
AUSÊNCIA, UMA
A folha em branco, uma ausência apossa
Do coração. Nada é leve, a emoção vazia
Sem calor, tão desamparada está a poesia
A noite adentra e uma prostração endossa
Letras amargas, cruas, vou até onde possa
Sentimento solto ao vento, de pouca valia
Que a própria poética no versejar desafia
Em um carecente que está solidão esboça
Fomentos que com um pouco se asilam
Se fazendo indolente, inusual e horrível
Como rabiscos fossem, assim, suspiram
Olho a folha em branco, atento, sensível
E das inquietas sensações, nada cintilam
Somente um volúvel sussurro inaudível...
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
06 setembro, 2022, 22’42” – Araguari, MG
Bem-vindo Agosto!
Mais um mês começa!
Que venha leve! Que chegue doce!
Que traga boas vibrações e energia positiva!
O que tiver maior inteligência "no momento", deve "perdoar/compreender os erros leves/médio" do outro que agir com menor inteligência. Vai ter momentos que o outro não estará no mesmo nível/estado de equilíbrio e visão sobre "o momento", que você, por "x" motivos "aceitáveis e inquestionáveis".
Que o tempo frio leve aquele pensamento quente imaturo. Que o calor descongele nossos aprendizados.
Devaneios
Eu fico sozinho no quarto
Desligo o despertador
Não quero acordar amanhã
Me leve para onde for
E se eu acordar
Você vai vir me buscar ?
E me levar daqui
E me levar daqui
E esse mar vermelho
Eu vejo pelo espelho
No limiar da dor
Dos cortes e devaneios
E o que me segura
Já não é suficiente
Já não consigo mais
Me manter consciente
Entorpecido, reflexo pálido
No sonho que sonhei
Nossas almas não estavam nesse estado
Mas já que se encontra aqui
O que decidiremos
Melhor ficar acordado
Ou dormir durante um milênio
E o mesmo mar vermelho
Calmo como o sereno
Se ficar agitado
Eu me afogo com seu veneno
E esse mar vermelho
Eu vejo pelo espelho
No limiar da dor
Dos cortes e desvaneios
E o que me segura
Já não é suficiente
Já não consigo mais
Me manter consciente
"Nunca leve alguma ideia a máxima seriedade, senão você se tornara aquela ideia e um ser humano não sendo um ser humano, mas sim sendo uma ideia é extremamente nocivo em vida. Se essa ideia for boa, os seres próximos iram sofre e se for má a humanidade iram sofre."
Seus olhos brilham ao me ver, meu coração dispara, seu leve abraço me conforta, meu coração se acalma, nossas almas se encontram, e um doce arrepio sobre meu corpo todo se espalha, ao toque de nossas bocas, me sinto segura, ao pegar na minha mão me sinto confiante e sera ai o começo de uma paixão deslumbrante.
Esporei o cavalo do destino
A procura de alguém leve e singela
O achado deixou grande sequela
Me fazendo de novo um clandestino
Eu pensava não ser mais um menino
Porque tudo na vida eu aprendia
Mas a aula que me falta fazia
Recebi como um chute na canela
Que a pior solidão é sempre aquela
Que vivemos em falsa companhia.
Ao vento que soprou
Que me trouxe até mim
Tempestade que amainou
Brisa leve em fim
Tormenta transformada
Em brilho de céu azul
Esperança reencontrada
Em dia de rumo a sul
Na vertigem da viagem
Algo em nós se revelou
Condição de coragem
Acreditar que eu sou
E no regresso à cidade
Que agora renasceu
A incrível cumplicidade
De sermos... tu e eu
Ela é livre , leve e solta ..
Passarinho sem asas cortadas... hipócrita és tu que achas que podes , sufoca - la dentro de uma gaiola.. é triste quando a gente prende... alguém que nasceu pra voar bem alto...
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