Leve como Passaro
Quão maravilhosa é a Tua graça que salvou uma pecadora miserável, assim como eu, eu não merecia mas escolheu abdicar do teu trono por amor a mim.
Hoje posso dizer que sou feliz, pois a Tua graça e o Teu amor me salvaram, me libertaram do império das trevas e me transportaram para o reino do filho do Teu amor.
Gosto de você mas não sei como explicar
Quando eu te vejo meu coração bate sem parar
E me perco em te olhar
Pensando se algum dia o você irá
Começar a se importar comigo
Mais que um simples amigo
Só espero que o você sinta o que eu sinto
E que finalmente fique comigo
Gosto de você mas não sei como explicar
Quero mesmo é te encontrar e te falar
Tudo o que eu sinto é muito pra entender
Me diz porque eu gosto, tanto de você?
Os pensamentos vão às lembranças vem
E você que não sai da cabeça
Eu queria reescrever meu destino por tantos motivos
Eu queria poder desabafar um pouco e contar pra alguém tudo isso
Por que o meu crush não gosta de mim?
Se eu pudesse te prender dominar seus sentimentos
Controlar seus passos, ver sua agenda e pensamento
Porque é que eu gosto tanto assim de uma pessoa?
Demorei pra te encontrar agora eu quero só você
A Lei da Semeadura
ensina que nada é como um dia atrás do outro.
Quem humilha será humilhado.
Quem não se vinga, a seu tempo será exaltado!
Se te apresentam Deus como um padrasto, por certo Ele tem um péssimo seguidor.
A vida «per si» implica ser divino. Triste são os pregadores de verdades.
Não basta apenas dizer, é preciso mostrar ,como fazer algo produtivo , seja qual for a situação ou circunstância da ocasião .
Eu sou a intensidade,
Embora seja visto como maldade,
O mergulho é inevitável,
Me torno previsível,
Te entorno,
Como bebida de álcool,
Embriago,
Deixo-me levar,
Meu corpo esquenta,
Eu só quero que se aqueça em mim,
No calor das nossas intimidades,
O disparo no peito,
O sorriso no rosto,
O desejo inevitável,
De estar mais do que perto,
Dentro,
Então te pego,
Te ajeito,
Viro do avesso,
De apertos,
Mordiscos,
Ficam as marcas,
Mas,
Como diria tu,
Na hora ninguém reclama,
Me rola na tua cama,
Na minha,
No teu sofá,
Ou em qualquer lugar,
E você sabe do que estou falando!
Quero teus cabelos em minhas mãos,
Gemidos incontidos,
Pensamento pervertido,
Derrete em mim,
Até o fim,
Da amizade ao prazer,
Foi fácil reconhecer.
Em dias de rotina, a vida se afunda,
Na mesmice constante, ela se acomoda.
Mas surpresas, ó, como são queridas,
Quebram a monotonia, trazem cores à vida.
A estagnação se afasta, o tédio se desfaz,
Quando o inesperado nos faz sua paz.
Em desafios novos, encontramos a força,
Para crescer, aprender, sem perder a nossa bossa.
A diversidade é a chave, a imprevisibilidade,
Nos guiam pelo caminho da nossa habilidade.
Cada dia é único, cheio de oportunidade,
Para descobrir paixões e mostrar nossa verdade.
Laços se tecem, vínculos se formam,
Nesse turbilhão de vida, onde nada é uniforme.
Somos resilientes, adaptáveis, no balanço desse mar,
Apreciando cada instante, sabendo aproveitar.
A estabilidade é boa, tem seu lugar,
Mas é na diversidade que podemos brilhar.
Então celebremos a vida, com sua dança sem igual,
Cada dia trazendo um novo e belo vendaval.
Agitando o Terceiro Mundo como uma maré que ameaçasse submergir toda a Europa não se logrará dividir as forças progressistas que pretendem conduzir a humanidade rumo à felicidade. O Terceiro Mundo não pretende organizar uma imensa cruzada da fome contra toda a Europa. O que espera daqueles que o mantiveram durante séculos na escravidão é que o ajudem a reabilitar o homem, a fazer triunfar o homem por toda parte, de uma vez por todas.
É claro, porém, que não somos ingênuos a ponto de acreditar que isto se fará com a cooperação e a boa vontade dos governos europeus. Esse trabalho colossal que consiste em reintroduzir o homem no mundo, o homem total, há de ser feito com o auxílio decisivo das massas europeias que, como elas mesmas precisam reconhecer, muitas vezes se alinharam às posições de nossos senhores comuns em relação aos problemas coloniais. Para isso, é preciso primeiro que as massas europeias decidam despertar, sacudir o cérebro e parar de tomar parte no jogo irresponsável da Bela Adormecida.
Como vemos, as carências da burguesia não se manifestam unicamente no plano econômico. Tendo chegado ao poder em nome de um nacionalismo limitado, em nome da raça, a burguesia, a despeito de declarações muito bonitas na forma, mas completamente desprovidas de conteúdo, manejando numa completa irresponsabilidade frases que saem em linha direta dos tratados de moral e de filosofia política da Europa, vai demonstrar sua incapacidade de fazer triunfar um catecismo humanista mínimo. A burguesia, quando é forte, quando dispõe o mundo em função de seu poderio, não hesita em afirmar ideias democráticas de pretensão universalizante. É preciso que essa burguesia economicamente sólida sofra condições excepcionais para ser forçada a não respeitar sua ideologia humanista. A burguesia ocidental, embora seja fundamentalmente racista, consegue, na maioria das vezes, mascarar esse racismo ao multiplicar suas nuances, o que lhe permite conservar intacta sua proclamação da eminente dignidade humana.
A burguesia ocidental instalou barreiras e grades suficientes para não temer de fato a competição daqueles que ela explora e despreza. O racismo burguês ocidental em relação ao negro e ao bicot é um racismo de desprezo; é um racismo que minimiza. Mas a ideologia burguesa, que é a proclamação de uma igualdade de essência entre os homens, empenha-se em permanecer lógica consigo mesma, convidando os sub-homens a se humanizarem por meio do tipo de humanidade ocidental que ela encarna.
O racismo da jovem burguesia nacional é um racismo de defesa, um racismo baseado no medo. Não difere essencialmente do tribalismo vulgar, e até das rivalidades entre çofs e confrarias.
Docentes são como árvores frutíferas que oferecem os frutos do conhecimento a outrem. Nestes, disseminam suas sementes, gerando assim mais árvores.
Cheia de sonhos, medos, inseguranças, ingênua ao ponto de acreditar em qualquer faz de conta como qualquer outra adolescente, descobertas interiores eexteriores, o mundo era infinito.
Até entender que o mundo do faz de conta não existe e foi preciso reinventar-me, mudanças foram necessárias, dores, frustrações sempre irão existir, acredito que faz parte, não é mesmo?
Quem está neste momento? A pequena grande que faz dos seus dias escadas e degraus para sobrevivência e ser um pouco a cada dia que seja para melhor...
Um sorriso no rosto, remédio que cura a dor da alma, e abraça sem se tocar, aprendendo sempre que o mundo e frio, às vezes congelante, arrepia. Porém, levante a cabeça e lute até o fim, para que no dia que você se tornar em cinzas aqueles que fizeram parte da sua história possa lembrar quem você um dia foi...
Ninguém muda o mundo, nem mudando a si mesmo, porque se uma andorinha não faz verão, como um só pessoa vai mudar esse mundo cheio de vacilões?
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