Leve como Passaro
E de repente a solidão se espalhou em mim, como a neblina que se espalha na serra e além dela, nada se vê... só escuto os vazios , os gritos roucos e surdos que preciso dar... não há marcas ou sinais para seguir, preciso esperar parada a neblina passar, se eu tentar vencê-la posso cair no abismo que há em mim mesma... uma hora ela passa... é certo que ela voltará, mas a solidão sempre passa e permite alguns momentos de paz...sem gritos...
É prazeroso, é gostoso, é lindo enxergar a pureza da alma, a gente si vê querendo só o bem, como a vida é excelente e unívoco, faz brotar está excelência da alma.
Devagar vai chovendo...
Eu imaginando como é o vento.
Devagar a chuva cai, e mesmo que não dure muito tempo...
Vou vivendo tudo isso em um perfeito pensamento.
A vida da gente
Como mudar o que foi dito?
Cabe em nós o efeito do grito.
Não jogue ao chão a flor sem espírito
Cale a dor, com a magia do amor.
Faça da tristeza uma escada
Não olhe para trás, apenas ande...
Faça uma pausa, ganhe força, aumente a voz.
Se pensar em parar, sonhe em continuar...
Mas, nunca desista de lutar.
A vida está aqui, e não podemos disfarçar
Esta entre nos, a decisão de mudar.
Onde o sol nos guie até a lua chegar,
Viver e sonhar, é o que devemos lembrar.
Não perder a fé em amar,
A cada novo dia a de chegar.
Então, vamos cantar para o dia passar...
E assim voltar a lutar, a viver e amar,
Acreditando que um novo dia temos a ganhar .
Meu céu sem vida
Como esquecer o que não sai do coração, e da mente. Não sei de vivo ou apenas caminho. Não sinto meus olhos, não suporto meus pés. Não mando em mim, não me sustento. Choro, sei que choro. Vago em noites sozinhas, a procura da felicidade perdida. A sinto, mas, não sei se terei mais. Queria voltar ao passado, mas, perdi a senha.
A dor me consome, me mato a cada dia. Acordo com a certeza que perdi, perdi o tempo, perdi a vida. Não ganhei outra chance, pois ainda não acordei de verdade. Sinto-me como um pássaro que machucou sua asa. Tenho vontade de voar, ao longe posso ver a direção, mas, falta-me forças para seguir.
Sei o que quero, sei que posso alcançar, porém, sou incapaz de lutar. Talvez não mereça “ter”, sou desprovida de ar, apenas acumulo dias, em uma vasta ilusão dos meus sonhos. Queria mudar-me, queria levantar-me, queria eu, queria, queria... apenas queria mudar.
Mas, cavo minha própria sepultura com sonho de chuva. Derramo estrelas roubadas de uma noite acordada. Durante a madrugada que jamais esquecerei, da noite do meu fim, do dia que perdi a minha base, a minha metade da minha vida. Que até hoje não sei como seguir em frente, pois, a frente só vejo um céu sem vida.
As flores mudaram, o sol não brilha, meu coração pulsa implorando por vida. Vida essa perdida a cada dia. Eu grito, e ninguém me ouvi. Sufoco meu próprio pedido de ajuda, afogado na agonia, alagado na mentira de uma vida não vivida, apenas escrita.
Tenho medo da despedida, tenho medo da minha fantasia. Não quero ser só mais uma pintura, de uma face linda, que oculta a verdade e mostra uma mentira, capaz de enganar o próprio choro ao início de um sorriso.
Parar, preciso parar e acordar, como? Não sei, não consigo, quero, mas, não consigo. Chegara um dia que vou mudar, vou cria um novo amanhecer. Não sei quando, mas, sei que não será hoje, nem agora. Preciso acordar,
mas quando, quando, quando...
Um novo começo
Não que eu tenha esquecido,
Dê como era ver o céu a noite
Não que eu tenha perdido o brilho nos olhos
Não que eu tenha mudado.
Não que eu tenha apagado o jeito doce
Apenas criei um novo eu,
Um novo começo, um novo tempo.
Deixei a janela aberta para que o sol entre,
Hoje a manhã estava diferente
Não sei como explicar, apenas a senti
Até as flores ganharam vidas,
E começaram a dançar ao som do vento.
Como se tudo fizesse parte de um espetáculo
Cuja cena principal fosse a cortina das nuvens,
E o canto dos pássaros a beira da janela .
Como não lembrar
Não sei se consigo esconder mais uma lágrima, tampouco me fazer de forte, decidi que a partir de hoje, quando sentir vontade de chorar irei chorar, seja onde for, irei deixar rolar em minha face as lágrimas da saudade. Do amor que tive, e que algumas vezes não demonstrei, mas, que agora se foi... assim como as flores de outono são levadas pelo vento, o amor da minha vida se foi, e agora só existe dentro de mim, e sentida pelo meu coração sofrido, cansado de ser sozinho, mas, que bate, pois um dia, eu irei encontrar o meu grande amigo, mais que amigo, meu Pai .
7 meses sem ti.
CABIMENTOS DESCABIDOS!
Não caibo
Não faço sentido
Não significo
Como voz
Aos surdos ouvidos
O que passou sucumbiu
O que sobra já fenece
O futuro a Deus pertence
E eu gosto de brincar de Deus...
Os idiotas, os imbecis
Estão a postos nos seus portos
Sou um sem poder
Deposto, mas, disposto
Ao que der e vier...
O que não muda, apenas, continua
Comecei mais uma página, e nela deixo o passado apenas como lembranças .
Me faço mais forte a cada linha. Deixo escrito os meus sonhos,
Diferente de antes, que eram apenas medos
Não sei onde tudo isso irá me levar, apenas deixo as letras me levarem .
Criei meu lugar, ouço apenas a minha voz,
Diferente de antes que só ouvia a sua .
Deixei a janela aberta para que o sol entre novamente,
Antes vivia como “noite” . Agora não mais .
Por vezes tentei não lembrar, mas, o passado bate sempre me minha porta .
Ficou gravado em mim, não consigo mudar isso,
O que me resta é seguir em frente, mesmo com uma página nova,
Mesmo com uma vida nova, mesmo assim, o que foi, jamais se apagará .
Sabe, por vezes olhei-te nos olhos, e comecei a sonhar,
Mas, o sonho não durou. Eu só queria arrancar de mim toda essa mágoa,
Toda essa sensação de derrota .
Mas, desculpe-me se só sei te olhar de longe, te olhar no escuro .
Não sei onde vou com tudo isso, por instantes tive a impressão de ti ver,
Mas, era apenas minha imaginação brincando comigo .
E por mais que eu queria muda de foco, minha mente insiste em te trazer de volta,
Fazer o que, se só sei te olhar de longe, te olhar no escuro, te olhar..
Comecei uma página nova, e agora que dou conta, que não comecei nada,
Apenas, continuei falando de voce .
Como pode eu enfrentar qualquer perigo para tentar salvar a vida de alguém que nunca vi, e as vezes negar algo importante à alguém que sempre está ao meu lado simplismente por pirraça?
"Pra onde eu vou agora, livre mas sem você?
Pra onde ir? O que fazer? Como eu vou viver?
Eu gosto de ficar só
Mas gosto mais de você
Eu gosto da luz do sol
Mas chove sempre agora
Sem você."
"O Lixo Social"
Definimos o “lixo social” como tudo aquilo que de algum modo nos causa mal. Contudo, acabamos por ignorar o fato de que se o lixo é Social, fomos nós mesmos que de algum modo o fabricamos...
Engraçado como que agora que você se foi eu tenho mais coisas para te dizer do que eu tive a minha vida inteira.
Quero te dizer que a saudade é maior do que eu posso suportar. Que hoje sei que você sempre teve razão. Que se eu pudesse trocar qualquer coisa por um abraço seu, eu trocaria. Que se você ainda estivesse por perto, eu continuaria a errar do jeito que eu sempre errei. Que com você eu era mais feliz, e que hoje eu sou incompleta. Que por mais que eu tenha te feito rir, que por mais que eu tenha te mostrado o quanto eu te amo, ainda assim não falei nem mostrei o suficiente. Que eu posso estar com 200 anos, que ainda vou me lembrar, chorar e me emocionar por sua causa. Que minha vida continua,mas ainda assim ela parou no que se diz respeito à sensação de segurança. Que sinto saudade das nossas brigas. Que me arrependo pelas veze que fui estúpida, intolerante, arrogante e ingrata a você. Que seu rosto ilumina meu caminho. Que sei que já estava na sua hora, mas mesmo assim não te perdoo por ter me deixado sozinha nesse mundo doido. Que a maior certeza que tenho é que você sempre me amou do seu melhor jeito. Que eu nunca mais vou sorrir do jeito que sorria ao seu lado. Que cada lágrima que cai, é um beijo que eu queria te dar.
Te amo meu pai, saudades imensas de você. Espero um dia conseguir voltar no tempo, e poder te dizer isso tudo.
Nossa espécie incoerente
Ás vezes só nos damos conta de nosso comportamento e de como dói Quando somos vitimas dele por meio de outros...
Sofremos... Choramos... Amaldiçoamos o outro pelo que nos fez, enquanto já o praticamos inúmeras vezes.
Claro que isso não é regra.
Mas há de se admitir que somos uma espécie um tanto incoerentes...
Ah como não me lembrar daquele dia de primavera. O dia em que nos vimos, você me parecia um tanto quanto apressado, todo desajeitado ao segurar seus livros e seu chapéu, que por um sinal o vento trouxe até meus pés e você veio para buscá-lo, me olhou de baixo para cima, incrível. As flores vermelhas do chão da praça constrastando com a cor da sua pele e combinando com a cor de seu lábios. Eu nem te conhecia mas pensava no quão és magnífico. Lembrei-me do teu olhar por semanas, até que por alguma força nos encontramos, no mesmo lugar, na linda praça de árvores floridas, e desde que isso aconteceu, meus dias não são mais os mesmos.
Muitos me vê como uma pessoa alegre e bem disposta pra viver.
Mas nem sempre o meu SORRISO é de FELICIDADE e as vezes não estou disposta a viver
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