Às vezes, um homem deve fazer o que tem que ser feito. Razão e livre-arbítrio não são opostos, mas se conectam: a razão ilumina e o livre-arbítrio decide. É justamente nessa obediência à razão que o homem se torna verdadeiramente livre.
O homem evoluiu quando descobriu que o fogo emitia luz, além dos corpos celeste, o sol e a lua e as estrelas.
O homem não controla o sol a lua e as estrelas, mas o fogo ele pode controlar.
O homem aprendeu a controlar o fogo.
Mas o fogo se dividiu, amor, ódio, verdades, tempo, medo, curiosidade...
...dominando assim o homem.
Nos resta o balde do reconhecimento e a água do saber.
Depois da queda, o homem se tornou um egoísta incurável, totalmente centrado em si mesmo, inclinado para o mal, que jamais conseguiria por si mesmo buscar a Deus sem a atuação da Graça Divina.