Lembranças
Vc diz que não me quer,mas sempre lembra do nosso amor....Vale lembrar que nada acabou,pois meus sentimentos guardarei sempre com amor;Vc foi meu anjo que me quardou,levo no peito a dor que nem o universo pode sarar essa dor.
lembro uma vez que alguém me disse: regras foram feitas para ser seguidas e exceções para quebrá-las de vez em quando.
Hoje acordei saudade. Uma saudade miúda, levinha, levinha... Saudade dessas que chegam com a brisa delicada da manhã, cheirando a flor de laranjeira.
Todo amor é imortal, já que é possível evocá-lo com as memórias e com a força da saudade devolver-lhe a vida.
"Quando a vida fenece
o espaço da memória cresce.
A gente nunca se esquece.
Ao relembrar, o coração se aquece
e aos Céus elevamos aquela prece..."
(Autoria: Juares de Marcos Jardim / Santo André Sacy - São Paulo-SP)
(© J. M. Jardim - Direitos reservados - Lei Federal 9610/98)
#Pedaços #do #céu #que #a #vida #me #deu...
De noite, durante a madrugada...
A senhora da noite, prateada...
Me convida a passear...
Carrego em meu bojo...
Lembranças muitas...
Fazendo-me sonhar...
No trampolim do sem-fim das estrelas...
Confundem-se minhas lágrimas...
Saudades de outrora...
De quem foi e não voltará...
Garganta apertada ...
Um eco mudo...
Em pedras azuis...
Meu mundo...
Deixo meu rastro...
Em esmero passo a passo...
Não há céu sem tempestades...
Caminhos sem acidentes...
Rios sem correntes...
Ouço ao longe a coruja piar...
Mais um pouco...
Um galo a cantar...
A lua adormece por fim...
E um sol dormindo...
Lentamente vem surgindo...
Guardando o infinito...
Em meu coração...
Sigo meu destino...
De volta ao meu jardim...
E na eternidade das horas...
Vislumbrando, ao longe...
#Conservatória acorda...
Sandro Paschoal Nogueira
— em Conservatória Pousada Chic Chic Casa do Sandrinho.
Agora é tarde.
A inspiração perdeu o folego, o sonho vaporizou e a imaginação caducou.
Quando desprezamos as nossas ideias no calor daquele magico momento,
ela se implode e murcha.
Porém, apesar do nosso prejuízo imediato, o pior ainda estará por vir com a fatalidade do tempo.
Depois de todos os tropeços da vida, fatalmente chegara a hora do castigo, sentenciado pela lembrança das ideias desperdiçadas.
"Solidão "
É uma mistura de noite... com a dor
Depois vai dormir...
Se dormir...
Sem sentir calor
E misteriosamente...
Chega para amar
Sem que perceba
Por onde entrou!
Ray leite
Autor
O retrato é um subsídio eficiente para compreender o que éramos no passado e o que nos tornamos no presente. Deste modo, preserve lembranças que possam alimentar os sonhos de outrora com os propósitos do amanhã
Às vezes, lembrar dói.
Magoa... faz sofrer.
Vontade louca de correr e correr.
Pra trás a tristeza deixar
Viver um eterno ressonar.
Um passado descolorido
Uma luz frouxa
pra trás tão no pretérito abandonado.
Sonho louco.
Olho-me no espelho.
Olhar magoado.
Vejo marcas e machucados.
Cicatrizes feias e fundas.
A vida tem estado
– no que se refere a mim –
o tempo todo nas mãos com um relho.
Abismo
Escuridão.
Medo.
Amplidão.
Ninguém me avisou que depois do fundo do poço havia um abismo.
Tsunami, vendaval, sismo.
Tento no silêncio me refugiar.
Só ouço pessoas a gritar.
São gritos que pedem pra parar.
Como faço?
Em pedaços me desfaço.
Lutar ou resistir.
De qualquer jeito continuarei a cair?
Resisto.
Luto.
Consigo, enfim.
As vozes começam a se calar.
O medo a de mim se desapegar.
Sou o que sou.
E gosto do que vejo,
do que sou.
Vou continuar.
Da memória… não vou apagar
tudo o quanto caí.
Quero as lembranças todas.
No fim estarei inteira aqui.
Aquela lembrança
Retornou como um antigo erro aquela lembrança.
Corri pela areia da praia para esquecê-la.
Coloquei óculos escuros para não vê-la
Mergulhei no mar para afogá-la.
Redimensionei-me.
Fiz-me pequena...
Corpo decomposto...
Fiz tudo o que podia pra daquela lembrança não sentir mais o gosto.
Retornou... simplesmente retornou.
e fustigou-me.
SAUDADE EM PROSA (soneto)
As saudades lá se foram, respingadas
Lá pelo tempo... outra estória e verso
Mesmo assim na memória ficou imerso
Depois de tantas dores, tantas paradas
E o que assemelhava um conto de fadas
Tornou-se à emoção um trovar perverso
E no destino toda um argueiro disperso
De espinhos, nas lembranças poetadas
Então vi, que não adianta de ela fugir
Não tem nenhum contento, ao poeta
Se existe saudade, com ela deve-se ir
Embeber-se! uma estratégica solução
E, tê-la como coautora em sua meta
Pois, sempre a terá na prosa do coração....
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
16/02/2020, 11’40” - Cerrado goiano
Olavobilaquiando
existiam tantas razões para voltar..
tantas pessoas para abraçar,
coisas para contar.
tinha até um futuro para viver..
com o tempo o caminho foi desaparecendo..
as longas ausências surgindo
os abraços desparecendo
ninguém para ouvir...
perguntas sem respostas
já não havia mais razões para voltar..
tinha tantas razões para ter ficado com você.(I
amores marcados, que fingem apagados
amores impossíveis de esquecimentos
ah, essas saudades de você !
saudades segredadas nos abraços furtivos
dos amantes eternos. (I
Amor novo, novo amor
Todos os dias aquele mesmo frescor de algo novo,
Amor novo, no princípio...
Amor tão familiar, tão íntimo, tão profundo... denso... tão vivo.
Amor tão forte – maior que a morte –, sem ele sequer vivo.
Uma sensação intensa, parte de mim, de algo que sou, dos retalhos espalhados que esse amor juntou... tudo se clarificou.
As cicatrizes, esse amor, todas abrandou.
Quisera ter uma caixinha...
Nela guardar com todo o cuidado meu coração
ou colocá-lo em uma redoma...
Seguro e livre da escuridão.
E, amor, nesse imenso caos... descaostizado... és tu um tudo… de tudo um pouco…
em tudo harmonizado.
Amor amado.
Protegido… completamente afastado deste mundo louco.
Um amor… que de tudo de bom me trouxe um pouco.
Pintura íntima,
Da pele nítida,
Na lembrança dos meus olhos,
Com eles fechados,
Da luz acesa da minha mente.
Lembranças palpáveis,
Sinto a textura rentável,
Como se sentisse na palma da mão.
(16/06/19)
Penso em falar-lhe tantas coisas que se passa na minha cabeça.
Queria poder sentir o cheiro dos seus cabelos, poder-lhe dizer o quanto sinto a sua falta e até ouvir a sua voz rouca.
Sinto que não vivi o tudo com você, a uma grande dúvida em mim.k
O que realmente sinto por você, por que ainda penso e vivi dentro de mim o que vivemos, por que quando lembro de você eu pego-me sorrindo?
Se passaram mais de um ano e eu te encontrei, vi-te nos braços de outra e parecia que estava bem.
Ao ver-te o suor escorreu, tremi e sentir-me muito arrependida, arrependida de ter-te deixado, de não ir atrás de você quando tive a oportunidade e de ver que você está com outra que te faz sorrir.
Naquele dia você abraçou-me e eu pude sentir o cheiro do seu cabelo e lembrar da primeira vez que dormir com você (na casa e uma amiga).
Não sei se terei outra chance, pois, sei que com você serei feliz!
De: K.B
Para: O amor mau resolvido
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