Leigo
Notas de um leigo amor
E quando menos procurou, foi justamente bem perto do improvável que se surgiu.
O coração palpitou derrepente, sem saberem-se os motivos exatos.
Só sentia-se como renascendo de um sonho a muito esquecido,e que ate a Yoko,a nipônica de Lennon,fazia agora algum sentido...
Pois mendigando migalhas, vivia como os cães, ou como aquelas limitadas gaivotas que nunca cruzam seus mais autos horizontes,nunca ultrapassam seus limites,que vivem apenas dos peixes que sobram na superfície dos mares.
Não sabia até então, que quanto mais alto voasse, mais fundo mergulharia no mar, onde encontraria finalmente os melhores peixes.
E ele descobriu que até o coração mais sólido, não era impenetrável.
No mais, sabia que ate o material mais resistente do mundo,era criado de outro não tão obstinado.
Assim era ele antes, rígido, áspero, autônomo, com a enorme ilusão
de que era perfeito.
Sem a noção de que outro ser o completava.
Tornando-se assim, perfeitos e não “Perfeito”.
Antes de realizar críticas, estude-me.
Não aceite críticas desconstrutivas de quem é leigo de sua construção interior.
Seja para você a reputação e defesa interior, surgirão invejosos.
Seja forte,
O mundo é dos fortes e idealistas...
- Luan Sousa
Como eu poderia explicar. Um leigo, poderia ver o problema e solucioná-lo da forma mais simples possível. Mas tratando-se de nós, sou experiente no assunto. E essa experiência me faz não saber a resposta de todo esse enigma. Poderia ser tudo tão mais fácil. Poderia ser tanta coisa, e não é. E não foi. Será que será? Confuso né?! Estranho até de ler. Imagina de sentir.
Não consigo nem me expressar diante tamanha confusão. Parecia estar tudo tão bem. E estava. Mas se desse tudo certo, não seriamos nós. Acho impossível felicidade plena, pois nos seus mais bonitos ápices, ela despenca.
Posso dizer que teamo. Sim, junto. Não tem espaço para mais ninguém aqui, como costumava ser. Sei que também souamada. Sim, junto também. Mas por qual motivo a vida não nos deixaria experimentar o ápice da felicidade sem uma queda? Sem uma mágoa? Sem nenhuma dor?
A estrutura foi abalada. Mais uma vez. Porém a rachadura pode estar numa parte que ameaça desabamento. E nada pode ser feito de cacos, ou migalhas. Nem uma casa, nem um coração. Certas coisas não se explicam, mas tá aí um enigma que eu gostaria de desvendar.
O verdadeiro amor não desampara, não desabona, não descuida.
Leigo é quem identifica que é amor associando-o a apenas alguns momentos. O amor é pleno, é enraizado e não se contenta com o que sobra.
Assim como o mais puro azeite, o amor pode até variar de cor, mas a sua essência e o sabor que ele traz à vida jamais deixará de ser identificado.
O leigo pensa que "amar é aproveitar o momento enquanto durar", mas o sábio sabe, que "paixão é incêndio e amor a fogueira que decidimos alimentar com a lenha de nossos atos".
Rauan de Santana Rosa
Brasil, pais, laico, leigo e não conficionario.. mas mesmo assim você me enche com sua religião.....
O sábio com certeza tem a sabedoria de tudo, o leigo por sua ignorância, mas muitas vezes entende de tudo.
Viva a vida
Um sábio, e um leigo, o sábio diz não vai você vai se dar mal, vai perder tudo, o leigo com a ignorância do tamanho de uma árvore, não escuta, até que acontece oque o sábio tentou avisar, o leigo não deu ouvido.
Às vezes é preciso tomar um murro na vara da própria vida para aprendermos.
"A ignorância do homem e achar que sabe tudo e não saber de quase nada"
Amor Platônico: ponto de vista de um leigo errante.
A primeira lembrança a um amor platônico se remete ao nome da pessoa.
Esse nome pode relembrar fatores que foram reforçados positivamente ao longo de nossa vida. Ou, as características fono auditivas quando pronunciadas nos fazem relembrar de coisas boas. Mas, o platônico é um engano, um equívoco ao real e o possível. O platônico é a idealização, o erro que insistentemente nos faz querer torná-lo plausível e palpável, trazendo esse amor a realidade. Não sendo possível este amor, ocorre um período de leve desgosto mas sob uma perspectiva realista, esse desgosto pode até se transformar em auto-análise.
Se auto analisando sob um ponto de vista realista, remetendo sempre a esse amor, nos faz crer que o errado nessa história não é o amor e sim o agente amante. A tristeza, melancolia e sofrimento prévio misturado com saudades faz com que o amor se intensifique se tornando um amor platônico ruim, sofrido.
Porém se a análise dos reforços positivos ditos no início do texto forem fortes o suficiente para tornar a pessoa realista e feliz- realista é aquele que se reforça positivamente com coisas reais – o amor se torna algo bom, que faz o agente amante realmente desejar o amor do amado e mesmo não o tendo, se sentir feliz por essa situação. Do ponto de vista positivo, o amor não tido como ideal e próximo, se mostra bom pois idealiza-se que o amado está bem, feliz sob outras circunstancias e contextos sociais, culturais e que provavelmente não estaria feliz ao lado do agente amante. Aparentemente há um complexo de inferioridade por parte do amante vindo de influencias sociais decorrentes de adaptações ao mundo e a sociedade. Não há um ponto para se dizer se isso é bom ou ruim, dependendo da submissão assumida.
Enfim, o amor platônico é admitido sob uma perspectiva realista beirando a interpretações controvérsias e pouco coerentes aos leitores pois para amar, não há coerência, é uma completa desarmonia entre o real e o emocional prevalecendo aquele que foi reforçado e devido as adaptabilidades sociais necessárias a inclusão em tribos onde não há uma hierarquia de respeito ou de convivência, o real se mostra muito necessário aos reforços positivos sendo constantemente levados em conta, fazendo com que ao fim de cada assunto, o amor fique em segundo plano, seja ele real, platônico ou mesmo idealizado. Isso é bom, é muito bom neste mundo onde se deve realizar ações visando o benefício próprio e a autossuficiência.
O erudito vive de trabalho mental, o leigo sobrevive de trabalho físico, este que teve origem no trabalho mental daquele.
Performe como um profissional, pense como um leigo.
Se você olhar somente para as referências que existem dentro de sua área, jamais irá apresentar algo novo.
Um homem leigo que crê em Deus tem a mente sã, porque tem fé no "objeto da fé"! Um homem leigo que crê na ciência tem a mente doente, porque tem fé no "objeto da anti-fé".
