Lei
O poder de Deus
A Lei ou Torah (Pentateuco), salmos, provérbios e restantes livros da antiga Aliança, incluindo os profetas, são a verdade de Deus! Numa primeira revelação de Deus aos homens. Mas esta primeira revelação não estava completa. Tinha sentido e verdade na medida em apontava para Jesus Cristo. Assim temos na Lei, a simbologia de tudo o que diz respeito a Jesus Cristo. E ainda a simbologia de tudo o que está nos céus. Cada objecto da tenda da congregação, do Tabernáculo, apontava para algo de Jesus Cristo. Desde tudo o que estava no lugar Santo ao Santo dos santos, como os "pães da Preposição" ou a arca da Aliança, com o que estava na Arca, simbolizavam algo de Jesus Cristo!
Os judeus que tanto se gloriam na Lei, devem saber que a "Lei" que foi dada pelos anjos por meio de um mediador, não faria sentido, sem Jesus Cristo. Ela era como que uma profecia, da "Verdade eterna", que havia de vir ainda! Aliás de Genesis a Malaquias, o assunto principal é a vinda do "Filho do homem, que é ao mesmo tempo, o Pai da eternidade, o filho de Deus. O Fim da Lei é Jesus Cristo.
Desde a vida de José no Egito, aos profetas, tudo era Jesus Cristo. O evangelho é que valoriza a Torah. Uma religião que depois os Judeus inventaram sem a Lei ( o judaísmo), não era nada. Como não é nada o evangelho ( poder de Deus ), quando é apenas algo humano. O evangelho ou poder de Deus, só tem valor, sem a religião humana. Judaísmo ou cristianismo sem Jesus Cristo, nada é. A verdade é o Verbo Divino que é a Torah também. Evangelho falso é o evangelho sem Jesus Cristo. Os judeus devem se converter a Jesus Cristo, largando o judaísmo. Os gentios devem se converter a Jesus Cristo, sem uma religião humana. Somente "o poder de Deus" salva o homem!
Com a lei dos homens sendo cumprida e a justiça de Deus guiando os passos, o brasileiro de bem sempre vence com honra.
Nenhum país cresce alimentando a violência: defender a lei e a moral é o único caminho para a verdadeira liberdade.
A verdadeira vitória é aquela conquistada com honestidade, apoiada na lei e na moral que elevam o cidadão brasileiro.
A princesa Isabel aboliu a Lei da Escravidão, mas Satanás valorizou o mal uso dela, tornando as almas como escravas dos seus pecados.
O homem íntegro e justo está liberto da lei do pecado, que submete a humanidade à escravidão de suas vis paixões.
A Bússola e o Mapa
O texto da lei é um mapa, um guia, mas a filosofia é a bússola.
Um mapa detalhado de nada serve se não soubermos para onde o norte ético aponta.
O grande perigo das sociedades modernas é transformar o Direito em uma mera máquina de produção de normas e punições, esquecendo que cada linha legal deve respirar um princípio moral.
Quando a balança da justiça pesa apenas os papéis processuais e ignora a complexidade da condição humana, o direito se torna um instrumento mecânico, vazio de propósito.
A filosofia é o que mantém a lei viva, garantindo que o texto da lei e o peso da caneta de um juiz seja sempre guiado pela consciência de sua própria humanidade.
O advogado e o defensor da sociedade civil perante a justiça e o verdadeiro fiscal da lei para que a justiça não cometa injustiça.
Dizem que o esquecimento é uma lei da vida, mas meu coração comete o mesmo crime de amor toda vez que o sol se põe e você não volta.
"A lei da semeadura e da colheita é universal. Colhemos o que semeamos e colhemos mais do que plantamos."
O tempo nos lê todos os dias
a lei enérgica do eterno retorno
e nem a didática foge à regra:
repetições,ponteiro do relógio
e onomatopeias do tempo:
guerra, paz, guerra, paz,
guerra, paz, guerra, paz,
guerra, paz, guerra, paz
Lisa Alves — Arame Farpado (2015
[lei de talião]
Arranquei o olho esquerdo
e o fiz de amuleto antes que
a cegueira me impeça de ver
que não há nenhum herói nos
arredores da Terra do Sol.
Lisa Alves — Arame Farpado (2015)
Tem gosto pra tudo
e desgosto pra todos..
O problema começa
quando o gosto se acha lei
e o desgosto, virtude...
✍©️@MiriamDaCosta
Critica-se a Lei Rouanet em nome de uma suposta “indignação ética”, sem sequer compreender que ela não é esmola,
não é “dinheiro dado a artistas”,
mas um mecanismo de renúncia fiscal , dinheiro que já sairia do bolso público e que passa a ser direcionado, com regras, para cultura, educação simbólica, memória e pensamento crítico.
Os mesmos que se arvoram como “cidadãos do bem”:
receberam auxílio emergencial indevidamente,
vivem de benefícios estatais históricos,
defendem privilégios corporativos (militares e suas viúvas e filhas eternamente pensionistas),
e jamais questionam isenções fiscais bilionárias concedidas a bancos, igrejas e grandes empresas.
A indignação, portanto, não é moral , é seletiva.
Ela escolhe alvos simbólicos fáceis: artistas, intelectuais, escritores e produtores culturais vários.
Porque cultura incomoda, questiona, expõe contradições, desorganiza certezas e encenam a história que tentam apagar.
Não se trata de repúdio ao uso do dinheiro público.
Trata-se de repúdio àquilo que pensa, cria e revela.
Em resumo:
Não odeiam o Estado beneficiador,
odeiam o Estado quando ele não os beneficia diretamente; e odeiam ainda mais quando ele financia ideias, sensibilidade e pensamento crítico que são contrários às próprias ideologias politicas, religiosas e culturais.
✍©️@MiriamDaCosta
Quem invoca a lei Rouanet como insulto contra artistas...
não ataca a lei nem a arte,
apenas revela ao mundo o próprio vazio:
uma ignorância travestida de opinião
e um desprezo pela cultura
que nos sustenta.
✍©️@MiriamDaCosta
O ato de inventar ou espalhar mentiras contra alguém viola diretamente a lei de Deus.
Êxodo 20:16: "Não levantarás falso testemunho contra o teu próximo".
Êxodo 23:1: "Não espalharás notícias falsas, nem darás a mão ao ímpio para seres testemunha de injustiça".
Fonte: Bíblia Sagrada
A lei do retorno não quer saber se a porta tá aberta ou fechada,
Ela faz e cobrança de qualquer jeito.
