Reflexões sobre lealdade: textos que mostram seu poder
Pelotão 01/85: Quarenta Anos de Glória
Canta, ó guerreiros, a história heroica e imortal,
Do Pelotão 01/85, baluarte triunfal,
Quarenta anos de luta e bravura,
Onde a honra caminha firme e segura.
Em Teófilo Otoni, terras de Minas Gerais,
Formaram heróis anônimos, porém reais.
Superação, resiliência e galhardia,
Denodo que à vitória sempre se guia.
A disciplina os moldou aguerridos,
Espelho de ética, jamais esquecidos.
Lealdade forjada em aço e suor,
Seriedade e valores, seu maior dossel de cor.
Obstinados, marcham com altivez,
Heróis que a glória jamais desfez.
Exemplo de nobreza e determinação,
Pilares eternos desta nação.
Com amor à Pátria e atitude honrada,
São paradigmas de força jamais quebrada.
Sua eficiência brilha com esplendor,
Guiados sempre pelo mais puro valor.
Cumplicidade une seus bravos corações,
Em cada vitória, em todas as missões.
Imortais na história, guardiões da verdade,
Pelotão 01/85: símbolo de lealdade.
Devemos amar quem realmente nos ama, estar com quem nos dá o devido valor e reconhecimento – enquanto os outros não dão, estar com quem nos dá a devida atenção – enquanto os outros não dão, estar com quem nos apoia – enquanto os outros não apoiam, estar com quem nos faz rir – mesmo em momentos de angústia, estar com quem sente nossa falta – enquanto os outros não sentem, estar com quem nos sentimos bem conversando – independente do assunto, estar com quem seja leal – enquanto os outros não são, estar com quem te defenda até em sua ausência – enquanto os outros te criticam, estar com quem se preocupa e faz questão de nos ver, escutar, abraçar e beijar – enquanto os outros não se importam.
Em outras palavras... Saiba que você não está à toa no mundo e que, quando todos estiverem contra você, haverá uma pessoa por você (alguém que vale a pena ter por perto).
Damon e Pythias ou Phintias, viveram em Syracuse no século IV, eram discípulos de Pitágoras e, em viagem à Sicília, ultrajaram o rei Dionísio, que condenou à morte Pythias.
Ele pediu ao rei que permitisse ir até sua família para dela se despedir e o amigo Damon ofereceu-se para ficar em seu lugar.
Embora Pythias tivesse encontrado uma série de contratempo retornou no dia marcado, pouco antes de Damon ser executado.
O rei ficou tão impressionado a lealdade e com a amizade que eles tinham e o perdoou Pythias.
Que nossa amizade esteja sempre baseada, como no relato acima, na fidelidade, no respeito mútuo e no amor que une amigos verdadeiros.
Quando uma pessoa te critica (saudavelmente) e te cobra, é porque ainda acredita em você e admira o seu potencial; ela considera que o seu eventual deslize foi apenas um acidente de percurso.
Esta é uma rica oportunidade para você visitar o seu ego e analisar se ele não sufocou sua humildade.
Absorva a cobrança e agradeça a lealdade da pessoa em relação ao que pensa sobre ti.
Qualquer postura contrária, denota imitauridade, arrogância e soberba.
Nos momentos difíceis, é no silêncio que descobrimos quem realmente está ao nosso lado. Valorize as presenças que permanecem!
Moabe Teles
Você sabe que está no caminho certo quando você não tem que negociar o seu senso de integridade. Você não se trai.
Amigos de verdade, não te julga sabe a coisa certa para te falar...
Amigos de verdade, não te derruba sempre te põe pra cima.
Amigos de verdade, mesmo longe lembra que você existe.
Se algum dos seus amigos não tiver essas características boas, com certeza não é amigo, é apenas um colega.
Um casamento deve consistir de dois componentes. De fogo e gelo. De um lado, a chama ardente do amor. Do outro, a doce estabilidade, a lealdade entre os cônjuges até o fim da vida.
Eu sei que é complicado e a imagem atual não é das melhores, mas se você está aqui por sua vontade, então vou estar aqui com você até que decida ficar ou seguir seu caminho.
Por vezes, a liderança é como uma densa floresta que o líder segue desbravando. Abrindo caminhos com a lâmina da coragem, da inspiração e da lealdade.
José Guaracir
" Hoje o dia amanheceu ensolarado, o sol queimava a pele da mesma forma que a saudade queimava no coração. "
Networking não é sobre você e sim sobre o outro. Networking não é sobre como sua rede pode te ajudar, mas sim, como você gerará negócios para sua rede. Não é se aproveitar e sim ser generoso.
"Enquanto você não entender que o processo é lento, sofrerá mais rápido na espera do resultado."
A.m
Amizade: Coisa Louca coisa Linda
Amizade, meu caro, não dá pra explicar,
É tipo Wi-Fi: não se vê, mas às vezes dá pra confiar. Kkkk
No decorrer dos dias vividos encontramos pérolas das quais queremos levar pra toda vida, alguns vamos perdendo ao longo da estrada, uns entram e logo saem e não fazem falta.
Outros mesmo saindo de repente e do nada, deixam na memória a risada, ou a piada.
É como rir da piada ruim sem precisar fingir,
É saber o caos e ainda assim não fugir. É ter a paciência na impaciência de explicar pra quem não entendeu, alguém feito eu.
É amigo que chega sem ser convidado,
Come teu lanche e ainda sai de liso coitado.
Principalmente se tiver — por sorte ou desejo —
Na mesa o famoso palito de queijo!
É filosofia de bar, um debate profundo,
Sobre pizza, banana e café
Ou se o tempo existe, ou é só invenção
Em momentos um segura tua decepção.
E tem dias em grupo que é só energia boa,
Com códigos, risadas e minutos meio à toa.
Tem dias que se junta e ninguém se aproxima —
É dia reservado: Clube das Luluzinha!
Ah!!!Amigo é um espelho que reflete o real,
Mas também é filtro pro dia mal.
Te mostra quem és com sinceridade,
E ainda te zoa com lealdade.
É quem dança no ritmo teu,
É quase um parente que a vida te deu.
É caos, é colo, é farra e missão,
E quem come teu palito de queijo sem pedir permissão.
Então valorize essa gente esquisita, mesmo sendo pobres deixam a vida mais rica
Quem entra na tua história e vira favorita.
Porque no fim — olha só que verdade! —
A vida é melhor… com boa amizade.
T.lauren
Síndrome do Cristiano Ronaldo: a armadilha de querer ser o melhor a qualquer custo
Vivemos em uma era onde o desejo de ser o melhor muitas vezes ultrapassa os limites saudáveis da ambição. Chamo isso de “Síndrome do Cristiano Ronaldo” — não por desmerecer o atleta, mas por representar essa figura idealizada de perfeição, superação e busca incessante por ser o número um. O problema surge quando essa busca deixa de ser um objetivo pessoal e se torna uma comparação constante com o outro, alimentando sentimentos como angústia, ansiedade e ganância.
Um mestre do boxe me disse certa vez: “o adversário que você precisa vencer todos os dias é você mesmo”. Essa frase me marcou. Porque a verdadeira evolução acontece quando buscamos ser melhores do que fomos ontem, e não melhores do que quem está ao nosso lado. Comparar-se o tempo todo com os outros gera frustração, e muitas vezes nos leva a trilhar caminhos tortuosos.
Quando queremos ser o melhor a qualquer custo, corremos o risco de agir por interesse, nos aproximando das pessoas apenas para alcançar nossos próprios objetivos. Surge também a inveja — não aquela que admira e se inspira, mas aquela que deseja o que o outro tem sem reconhecer o valor do esforço alheio. Isso é perigoso. Precisamos aprender a admirar o próximo, reconhecer quando ainda somos pequenos e nos inspirar naqueles que estão em um estágio mais avançado da caminhada.
Convivi com isso no meio esportivo e universitário. Ali, vi de perto os dois tipos de pessoas: aquelas que somam, que admiram, que compartilham o caminho; e aquelas que se aproximam sem admiração, apenas por conveniência. São atitudes bem diferentes e que geram consequências diferentes.
Hoje, olho para tudo isso com mais maturidade. Entendo que muitos erram por não terem tido ainda a oportunidade de refletir profundamente sobre suas ações. E nesse ponto, cito Cristo como minha maior referência. Ele nos ensinou a amar ao próximo como a nós mesmos. Quando internalizamos esse ensinamento, passamos a lidar com mais leveza, paciência e compreensão diante dessas adversidades humanas.
E foi nesse contexto que fiz uma reflexão sobre Jesus e seus apóstolos, a qual me ajudou a compreender melhor as relações humanas. Jesus, mesmo sendo o Filho de Deus, teve níveis diferentes de amizade:
Os íntimos (Pedro, Tiago e João): os que estavam com Ele nos momentos mais profundos, nos milagres mais marcantes e na hora da dor.
Os necessários: os demais discípulos que, mesmo não tão próximos, foram essenciais para a missão acontecer.
Os estratégicos: como Judas, que mesmo sendo parte do grupo, tinha um propósito específico, ainda que doloroso, na jornada de Cristo.
Nem todo mundo que caminha com você está na mesma profundidade. E está tudo bem. O erro está em não discernir isso e se decepcionar por esperar do estratégico o que só o íntimo pode oferecer.
Hoje, entendo que muitos ainda não enxergam a vida com essa clareza. Estão presos em ciclos de comparação e competição. Mas quando trago à memória o que Jesus nos ensinou — "amem uns aos outros como a si mesmos" — tudo se torna mais leve. Amar não significa ser íntimo de todos, mas respeitar cada um dentro do seu espaço, com paciência e sabedoria.
Afinal, ser o melhor não significa estar acima dos outros — significa estar inteiro consigo mesmo, amando, evoluindo e servindo.
Sementes de Paz
Anseio a brisa serena da calma,
e o calor manso de um afeto inteiro.
Que um "oi", dito leve,
traga o peso doce do verdadeiro.
Que num gesto, singelo e sem alarde,
se revele um mundo raro, quase segredo —
como quem serve e cuida,
sem precisar dizer o que carrega no peito.
Desejo ser abrigo,
sem ter que gritar para ser teto.
Ser presença querida,
sem disputar espaço ou afeto.
Ser amor em dias de sol,
e ainda mais quando o céu for cinza.
Receber a verdade nua,
sem máscaras, jogos ou ladainhas.
Se for só passatempo,
nem toque meu jardim.
Coração não é brinquedo,
nem se empresta assim.
Só fico onde floresce
o que é leve e inteiro.
Onde a alma descansa —
em Paz, e Amor verdadeiro.
Quando um fazendeiro contrata um caseiro, espera, no mínimo, que ele saiba distinguir uma vaca de um vira-lata ou, ao menos, que não deixe o gado escapar por um portão escancarado. Afinal, confiança é algo sério: entregar as chaves da fazenda não é como emprestar seu celular pra criança do vizinho. É delegar responsabilidade. É dizer: “Eu confio que você vai cuidar disso como se fosse seu. Ou até mais, porque não é.”
Só que tem caseiro que parece ter entendido o cargo como “hóspede permanente com direito a salário”. Deixa o pasto virar selva, o gado desaparecer sem deixar rastro e ainda reclama do latido dos cães de guarda — aqueles mesmos cães cujos nomes ele nem sabe, mas que, coitados, continuam defendendo uma fazenda que ninguém mais parece querer proteger.
Ah, e quando algo dá errado? Bem, aí entra o toque final do profissionalismo: culpar o cachorro. “Foi ele que não latiu na hora certa.” “Devia estar dormindo.” “Talvez seja preguiçoso.” E lá vai ele, o grande estrategista rural, pegar uma pá e resolver o problema eliminando quem, pelo menos, tentava fazer o seu papel — sem férias, sem 13º, sem plano de carreira, apenas fiel ao dever.
Só que essa história não é sobre fazendeiros, caseiros nem mesmo sobre cachorros.
Viver ao lado de alguém demanda inteligência, na construção de um relacionamento validado pelo amor recíproco.
