Lar
O Natal em família não remete a
uma ceia farta, mas a um lar calmo,
organizado e a vida equilibrada.
Tenho rosas e flores artificiais em meu lar, não tão lindas quanto as originais, mas são belas e ao vê-las vejo nelas também grande beleza, simplesmente por me lembrarem do real. A beleza é assim, não é igual para todos, tampouco ou por vezes é real, mas existe para aqueles que a sabe enxergar.
Fim de semana perfeito é aquele que se passa no aconchego do lar, longe de multidões agitadas e ruídos desnecessários.
Eu tomo o poder do meu Xale Sagrado de volta ao lar… não há nada nem ninguém que irá me fazer sentir nada menos que alegria. Com cada fio tecido, carrego as histórias de minha ancestralidade, a sabedoria das gerações passadas que me guiam e me fortalecem.
Neste momento de reconexão, sinto a energia pulsante do universo ao meu redor, como se cada passo que dou estivesse em perfeita harmonia com a dança da vida. A cada respiração, eu me aproprio do meu espaço, do meu ser, e reafirmo meu compromisso com a felicidade e a paz interior.
Os desafios que enfrentei se transformam em lições, e as feridas do passado se curam com o amor que agora cultivo dentro de mim. Estou pronta para abraçar novas experiências, cercada por aqueles que vibram na mesma frequência de luz e amor. O meu Xale Sagrado não é apenas um símbolo; é um lembrete constante de que eu sou a arquiteta do meu destino.
Com ele, eu me envolvo em proteção, força e esperança, e assim sigo adiante, radiante e destemida, pronta para celebrar cada momento que a vida tem a oferecer.
Que Jesus renasça em cada lar, no meu, no seu e no de toda gente, que na fé é crente;
Crente de esperança, de humanidade, de irmandade, de amizade, de vontade de ser gigante! de ser um ser diferente;
Diferente no valor, na caridade, na atenção ao irmão, no estender a mão, na percepção;
Percepção em entender e compreender o lídimo significado da Páscoa;
Que a Páscoa interprete em cada um de nós um ser Dignificante! Renascido na paz, no amor, na solidariedade, na união e na gratidão.
Feliz Páscoa!
Nara Nubia Alencar Queiroz
@narinha.164
Onde está o seu berço, na escola ou no lar?!!! - alguns só o conhecem por casa, que é somente espaço físico e isso difere do antro familiar, portanto, desconhecem a palavra educação.
Foi Deus quem criou a terra.
Construiu o nosso lar.
Pegou um punhado de barro
Pra o homem, então, formar.
Deus fez tudo com amor,
O homem ele criou
Mas não pôde registrar.
Porquê não tirou patente,
O diabo apareceu.
E falou com arrogância:
Isso quem criou foi eu.
Deus fez tudo com amor,
O diabo aproveitou
E uma cópia forneceu.
Dia de mãe é todo dia,
não adianta reclamar.
Uma pedra preciosa,
majestade em cada lar.
Uma criação perfeita
que Deus fez pra nos amar.
"O trabalho árduo no plantio da lavoura é o meu sustento, garantindo alimentos para meu lar e para tantos outros."
Encontre alguém que te faça compreender três coisas:
Lar não é um lugar, mas um sentimento;
Tempo não é medido pelas horas, mas por momentos;
E a principal, as batidas do coração não existem para serem ouvidas
Mas sentidas. E partilhadas.
Eu acredito que a Igreja verdadeira terminará assim como começou: perseguida, clandestina e nos lares.
Querido...
Eu fiz teu abraço de lar. Os teus beijos a minha perdição. Encontrei-me quando olhei em teus olhos. Perdi-me nas ondas dos seus cabelos. Enlouqueço aos teus lábios macios. Ferve meu corpo quando seguro tua mão.
Procuro-o a cada pessoa, és escolhido dentre todos eles. Seja você o meu maldito poeta. Dos romances mais belos, o meu Romeu. Fale-me sobre o amor da sua perspectiva. Meu bem, você poeta, eu poetiza. Se pararem as palavras de rimar, se importaria? Ou se não mais te escrever em estrofes e linhas?
Se faço morada em você, te incomoda? Quando estou imbróglia, ainda assim te quero. Encontrei em ti, amor, a calma que eu tanto buscava. Querido, agora eu tenho um milhão de borboletas, sobrevoando serenas, que agitam-se a sua presença apaixonadamente extraviadas. Há quanto tempo eu não via-me perdida. Perdidamente apaixonada.
Declarar-se é coisa antiga, atos decrépitos, cartas de amor são ridículas. Então pergunto-me, por que as faço? Uma a uma como o mesmo objetivo: dizer amá-lo. Sou uma mulher com paixões pérfidas, escritora e também aspirante a poeta. Fervorosa, intensa como a primeira vez.
A primeira vez em que estivemos juntos, você lembra? A primeira vez que senti teu palpitar. Quando cogitei falar contigo sobre amor, mas era cedo demais. Atormentou você meus dedos passeando teu corpo, lembra-se? Ou porque eu não parava de te olhar. Quando nossos sonhos se entrelaçaram a primeira vez, senti meu coração descompassado acelerar. Quando pedi-te um beijo roubado. Quando fui tua sem que ao menos me tocasse.
Eu fiz do teu abraço o meu retorno. Teus beijos a minha perdição. Nas ondas dos teus cabelos eu perco-me. Reencontro-me ao olhar seus olhos. Deixe-me não medir esforços para falar que é você. Sempre foi. Querido, tudo acontece como a primeira vez. Exceto o amor, que não nega batizá-lo meu doce, doce, doce...
Maldito poeta
Há quem troca a família pelo o palco.
Há quem troca o lar pelo os aplausos.
Há quem troca a aliança pela a fantasia.
Quem escolhe o vento voa sozinho.
Sai do meu lar para buscar a felicidade em outro lugar, voltei ao meu lar e vi que que minha felicidade era aquele lugar.
