Lápis
Quando todas minhas palavras e idéias transformarem-se em ações, não precisarei mais de lápis e papel, precisarei de um bom agente de viagens...
Para escrever....
Para escrever basta um lápis, papel, um pensamento....
talvez um giz e um guadro;
um canivete afiado na casca de uma árvore;
um pincel, tinta e tela...
só se precisa ter algo a dizer.
Para escrever basta uma caneta e um guardanapo...
um dedo no ar contornado...
a vontade de se fazer entender.
Para escrever só se precisa pela areia da praia deslizar e as ondas vão tudo depois apagar.
Para escrever bastar um sentir que em palavra falada não se consegue expressar.
Para eu escreve basta você.
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No silêncio das letras se conforma uma bela poesia, o segredo, uma alegria...
A vida é como um livro em branco, podemos escreve-lá da forma que bem entendermos,o lápis esta em nossas mãos,o meu esta nas mãos de Deus!
Um lápis, um papel…
Um dia conheci um lápis que se borrava de medo do papel, viviam um ao lado do outro. Um todo apontadinho e o outro branquinho sem nem uma manchinha ou risquinho…viviam ali em cima da mesa, sem fazer nada, esperando a madeira do lápis apodrecer e o papel amarelar…Um dia apareceu um vidro de tinta distraído que acabou derramando e borrando o papel, que inconsolado, sentindo-se sujo, usado para nada, quis se rasgar de desgosto…o que fez com que o vidro até chorasse pela tinta derramada…foi então que o lápis viu o borrão no vizinho papel, apreciou, gostou e assinou em baixo…foi então que aquele borrão da tinta derramada no abandonado papel vazio se transformou em uma obra de arte…que agora emoldurada passeia por aí em promissoras exposições…e o lápis…continua li apontadinho acomodado, esperando a parceria de um ou outro distraído vidro de tinta..
sangue e lápis
asas da liberdade
entre linhas
algo que poucos
podem captar
perdi-me e me refiz
em refúgio abstrato,
disforme.
depois que te conheci,
ó Poesia,
ganhei forma no caos
que era meu rosto
torto.
meu eu-lírico
tornou-se
meu sangue,
meu respirar,
meu garfo.
dou corpo à dor,
a entalho—
para que ela
encontre o cinzel
e ali morra.
me dissolvo na escrita;
morro no papel
para renascer em cada linha.
se um dia eu calar,
morremos juntos:
verso e peito.
entre escrever e alívio,
escolhi sangrar.
quem escreve pra curar
continua doente.
O caderno, lápis, a borracha e os livros de papel são materiais ainda bem-vindos dentro das salas de aula, contudo, a sua utilização tem sido cada vez menor.
" Os seres humanos são como lápis e borracha,alguns são borrachas e apagam o que a de ruim no seu passado e outros são como lápis e escrevem o seu futuro."
E então, numa tarde de outonos, meti um lápis na mão e me pus a rabiscar esses pergaminhos..
Já nem sei quando esse inútil acontecimento se deu, mas sei que já faz tempo..
E sei também que isso acontece quase amiúde, todo dia, a qualquer hora desatenta..
É como uma sina..
Vem a palavra, o sentires e alguma nuvem que parece adentrar a alma à procura de esconderijos..
É assim que escrevo..
Tentando me disfarçar..
Como se não soubesse também que cada sílaba é uma confissão dos diabos..
Eu escrevo para me ler..
para me adivinhar..
porque talvez precise me ouvir, às vezes, no entardecer da vida..
E também preciso me achar de quando em quando, muito a contragosto, porque prefiro não saber o caminho..
Já não quero a alegria cartesiana de um mapa e todas as suas rotas calculadas..
Eu quero mesmo é viver como vivo: assim perdida, esse bicho inquieto e ávido..
Porque pouco me importam os caminhos, eu prefiro as nuvens e a falta absoluta de radares..
Eu prefiro a contravenção da velocidade e o engano de uma sexta feira inexata e amarela..
Poema para uma tarde que acontece no canto Sul - Daniela Possamai - versos de um agosto oitavo/21 - aos desenganados
Com um lápis escrevo este poema;
Para explicar o inexplicável;
O amor que é algo sem resenha;
Comandado por um sentimento inevitável;
O amor que bate no meu coração;
Bate forte de tanta emoção;
Quando te vejo me encanto;
Uma beleza não inscrita em livros;
Mas escrita em meu coração;
Ela limitou-se a ficar calada. Fiquei confuso precisei do meu
Lápis e um papel para descrever sobre o que me faz rir, e o que me faz chorar.
Agora Resolvi achar um jeito de entender seus gestos.
É igual mergulhar no mar.
Tem sua beleza e também seus perigos, mas amo estar lá.
Um segundo se torna um minuto e um minuto se torna um segundo.
Tive medo de me declarar, mas, não quero mais ter medo.
Os sentimentos.
Um porta lápis cheio de canetas
Que com elas escrevo em preto, azul e vermelho
Linhas de minha vida,
tão prazerosa vida
sem recursos econômicos,
mas com vários motivos para contar
a felicidade de estar vivo.
LÁPIS e BORRACHA
Preservar o que foi bom para todos e o que foi bom para nós.
E escrever um presente de luz e um futuro de paz. Este o meu desejoparatodos neste
novo ano.
Ser parte, se integrar, lutar e defender, soltar a voz.
E, em tudo o que for desleal, passar um pano.
Quero um cantinho apenas meu!
Uma escrevania um lápis e inspiração.
Os pensamentos fervilhando anima o coração.
A paisagem da janela nem sempre é a mais bela
Tem dias nublados mas de pronto vem uma mensagem singela.
E leva junto ao vento a vontade de estar junto dela
