Lamento pela Morte de um Ente Querido

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Não existe a morte na natureza. Lá nenhum túmulo está esperando. Mesmo que a primavera se encerre, a vida continua se a gente estiver curtindo. O medo da morte é uma ilusão no peito dos sábios. Quem vive a primavera solene é igual ao que curte uma vida sem limites. Eu quero poder cantar, pois a canção é a imortalidade e o sol permanece mesmo quando se acaba a alegria e a felicidade.

Inserida por elanaoparaumminuto

Não sei se existe vida pós morte, não sei se existiu antes, na dúvida vou viver esta.

Inserida por dharmatreinamentos

Palavra da Vida
“Morte na panela ó homem de Deus.”
Trazei farinha.
Tira de comer para o povo.
E já não havia mal nenhum na panela. 2Reis 4:38 – 41
‪#‎RuisdaelMaia‬
Isaias 9;
1a Contudo, não haverá mais escuridão para os que estavam aflitos.
2 O povo que caminhava em trevas viu uma grande luz; sobre os que viviam na terra da sombra da morte raiou uma luz.
3 Fizeste crescer a nação e aumentaste a sua alegria; eles se alegram diante de ti como os que se regozijam na colheita, como os que exultam quando dividem os bens tomados na batalha.

Inserida por ruisdaelmaia

Uma das belezas da vida é a morte, porque é nesta condição que veremos se evoluímos ou estacionamos em nossa caminhada

Inserida por Jaderamadi

“A morte é uma ocasião formal, e elas estão vestidas com suas melhores roupas de domingo.”

Inserida por deborahmarques1

Esperar pelo amanhã é Cortejar a Morte

Inserida por NenydeCatu

A morte comprime meus sentimentos...
Tentei ter o amor como num mundo vazio,
Gritei de raiva tudo que consegui entender
Que mundo acabou no estante que me beijou.
Quando acordei sua face estava fria...
Com espírito repugnante desejei te amar,
Sobre tudo sou frio do terror...
Quando esperei o ar voltar a fazer sentindo,
E apenas que encontrei foi um buraco profundo,
Nesta magia todos sonhos são pesadelos
Consumidos pelo mundo...
Está morte trás as dores do passado.

Inserida por celsonadilo

Linha da morte.

A tristeza


Pelos momentos de solidão
abdico meus sonhos desejos
sempre sem sono as noites
não tem um limite meu corpo
despede se de cada momento
debulho as pessoas em momentos fúteis...
então descordo de cada afirmação.
desdenho o que sinto que penso...
olho para as pessoas estranhamente
sei que único sentimento...
no prenuncio de cada olhar
porque será que sempre tudo tem
um conceito ou dilema algo próximo
tudo ter ser belo ate igualmente fosco
a inutilidade do caos presente,
por assim defloro que são porque seres são reais,
difundo meus pensamentos profanos,
e tudo afinge a dor profundamente,
simplesmente desligo como uma maquina,
pois então a frieza que tanto desloco
são sinais de décadas passadas tudo pode ser melhor
não compreendo o mesmo para que expressar.
se que vê sempre o mesmismo tão clássico...
assim que vejo os entulhos de pessoas...
tenho que me calar para não chorar ou gritar,
alguém liga propriamente não me importo mais.
o dia passa a noite chega e apenas uma certeza...

Inserida por celsonadilo

voz meu algos
no demais o que se passou
morte voraz
mero a dose de veneno,
o que mais sonhar
no gelo do coração...
sensação perigosa.

Inserida por celsonadilo

A morte é a coisa mais imparcial do mundo. Ninguém escapa dela. A terra leva a todos - o gentil, o cruel, os pecadores. Além disso, não há imparcialidade na terra.

Inserida por pensador

A mãe é a única que senti a dor da sua própria morte,

quando ver seu filho morto.



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A morte de um filho para mãe é ela mesmo ver um pedaço dela morta.




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A mãe não chora pela morte do filho mas por um pedaço dela que morreu.



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O filho chora não pela morte da mãe mas pela falta.

Inserida por Feio666

Pátria ou morte!

Inserida por pensador

A morte é inevitável, nem vale a pena questionar…
Já todos sabemos que vamos desaparecer…
Mas enquanto muitos se limitam ao simples factos de existir,
Eu optei por tentar viver.

Inserida por PedroMSRibeiro

Quem procura vida fácil logo encontra morte fácil..

Inserida por FriedrichAlef

recalque !! inveja mataa mas que a morte ...

Inserida por viniciuszlda28

Quando a lembrança dos meus pecados, quando a realida­de do inferno, da morte e da condenação me atemorizam; quan­do percebo que Deus está irado comigo e que, estando sob sua ira, fatalmente estou condenado por causa de meus pecados ­então estou experimentando a tristeza segundo Deus, que pode me levar à mesma situação em que se encontrava Lutero antes de ter o conhecimento correto do evangelho. Uma tal tristeza vem de Deus. Quando, por outro lado, um fornicador, um farrista, um beberrão se entristece, porque jogou fora os belos anos de sua juventude, arruinou sua saúde, envelheceu prema­turamente - ele não experimenta outra coisa senão a tristeza deste mundo. Quando uma pessoa orgulhosa se entristece por seus pecados tão-somente porque estes fizeram com que per­desse parte de seu prestígio; quando o ladrão lamenta sua con­duta, porque esta o levou à prisão - eles estão experimentando a tristeza do mundo. Entretanto, quando alguém está aflito por seus pecados, porque vê diante de si o inferno, onde será cas­tigado pelo fato de ter insultado o santo Deus, ele está triste segundo Deus, desde que essa tristeza não tenha sido produzi­da pela imaginação e esforço próprio do indivíduo. A genuína tristeza segundo Deus é obra exclusiva de Deus.

Inserida por Poliana16

Quem nunca teme a morte não teme o medo, pois o medo desperdiça o talento da coragem e desvia os olhos do objetivo.

Inserida por citacoessaralopes

assim como YESHUA HaMashiach humilhou a morte publicamente,assim faremos,quando o REINO de D-US vier em sua máxima totalidade

Inserida por AndreAlexandre

O contrário de vida não é morte, é tédio.

Inserida por fegrisch

Amor e Morte

Amigos que não sabem consolar com palavras, não conseguimos resolver imediatamente a vida quando acabamos de perder quem amamos, não há chances de voltar atrás, não há razões para sorrir, o espaço é apenas para chorar e depositar flores.
Passa um filme com uma memória seletivas só das qualidades, a pessoa é vista como a melhor pessoa do mundo, única e que desempenhou bem sua missão nessa terra, sem necessidade de perder a cabeça à toa, sem a teoria dos apegos, com a diferença notável de bom cidadão.
Custei a me socializar novamente, culpei-me por não ter vivido intensamente, foi um pouco chato ter pendências afetivas com o pai, a mãe, atitudes que jamais esqueceremos, mesmo que com o tempo nos desinteressam pela culpa.
O perdão nos faz refletir e até mudar caminhos, despachar a culpa de férias é dar o troco e mover para seguir em frente, todo coração é um guia, o mundo conspira em sintonia com nossos desejos.
Máscaras sociais não nos fazem feliz, nem sempre somos intencionalmente enganados, o compromisso e o amor também provocam cegueiras, nem sempre o que queremos significa paz, amor, tranquilidade e perfeição.
A culpa nos faz ter sentimentos de inferioridade, a morte pode acontecer subitamente com qualquer um, as coisas mudam, mas nem sempre de verdade, assumir as responsabilidades de ser eu mesma, não sucumbir as tentações, evitar o controle e me sentir importante mesmo em frangalhos.
Comecei a levar trabalho para casa, precisava me sentir útil, presente, viva, conversar abertamente sobre o meu parceiro que acabava de partir de vez, acostumar-me sem sua presença, aprender mais uma lição de vida.
Prometi muitas coisas e não cumpri, deixei de ser popular, tornei-me mil vezes mais afetuosa, não por bondade e sim por medo do remorso, não conhecia bem a mim mesma, não sabia que junto com a morte de quem amamos a gente morre junto um pouquinho, faltava consciência para essa certeza da vida.
Aceitei que as criaturas vêm e vão, que é uma tremenda sensatez viver intensamente sempre invadida por uma sensação de felicidade dando importância as coisas importantes e deixando em quarentena pensamentos inúteis e condutas não colaboradoras.
Sempre fui mulherzinha, agora precisava aprender a ser forte, a controlar emoções, a correr riscos dos julgamentos, as decepções de quem acha que sabe o que devo fazer, os sonhos frustrados de quem se aproximou por curiosidade.
Eu vivi o amor verdadeiro, eu não discrimino quem não se entrega ao amor, eu não sei viver com hostilidade e desdém, sou fã de generosidade, não curto representar um papel, mesmo que sejam tendências coletivas.
As pessoas sentem atração por quem compartilha suas atitudes, ficam inquietas com quem pensa diferente, não abro mão do que existe de melhor na minha vida que é minha paz de espírito, meus valores, minha “modernidade”, meus fundamentos talvez diferentes da maioria, sem pânico, aceitando o meu destino.
As crises vieram em etapas, voltei a me envolver com a família, não aguentava mais tanta pressão, de um lado a esperança de um novo casamento, do outro, a desesperança em encontrar alguém parecido num mundo de desiguais.
Estava com um vazio no coração, nada igual ao que algum dia eu teria sentido, era uma separação permanente, com rapidez e sem descansos. Eu era cortejada por todos, inclusive pelo consumo.
Vários relacionamentos eram reatados o meu não tinha essa possibilidade, só se eu morresse, só se a vida acabasse, sem me entregar e crescer no meu destino.

Inserida por Arcise