Lágrimas
a história da lágrima e ela
em tempo, muito não faz
ela por nome Ella
claro, para todos a bela
mas em si a fera
fugaz
sofrer nada dói
nada constrói
sofre só
lágrimas sempre acompanham
em ínfimos instantes a banham
tristeza não chora...se vai
mas, linda, plenamente linda
recusa a berlinda
tudo troca por uma rima
Lágrima e Ella
piu
Não se deixe enganar: por trás de inúmeros largos sorrisos pode se esconder um oceano de lágrimas sangrentas.
SONETO DA SAUDADE
Saudade – o olhar do outrora andando
e o pranto, uma lágrima na lembrança
deslizando. Saudade! os dias de criança
cantigas de ninar e de roda: cantando!
Noites, até às 10 horas, na vizinhança
a meninada, na diversão, em bando
na chuvada, muito mais que amando
saudade ingênua de dias de pujança
Saudade – asa da dor no sentimento
Recordações vans do tempo ao vento
Ai! dantes no pensamento em guerra
Saudade – “o que fica do que não ficou”
a velha mocidade, que hoje já passou...
O apito da “Mogiana” da minha terra!
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
09/09/2020, 10’07” – Triângulo Mineiro
Em Agosto
Ouço as vozes que cantam
E em silêncio elas derramam
Lágrimas quentes pela manhã
Por horas é o para sempre
E por horas penso em te ver
Simplesmente para abrir a boca e falar
Em agosto eu toquei os céus
Com as mãos em chamas
Voltei de um dia claro e frio
Quando se vive a verdade
Belas palavras são só palavras
No fundo de um precipício
É o que eu sinto antes de tudo
Amor, paixão ou o que tiver que ser
Realidade é a cor dos meus sonhos
Diga o que tiver a dizer
Quando estamos juntos
Atenção é o seu sobrenome
Aonde cada suspiro é um poema completo
Respiramos como recém-nascidos
Assobiamos como pássaros
No laço dos seus braços
Diga que ainda vai me proteger
Quando o dia tiver partido
Nos olhos me perco
No perfume me enveneno
Em tudo e em todas as coisas em que te vejo
MARÉ DE LÁGRIMAS
No amanhecer do dia novo,
E, no crepúsculo do sol...
Mergulhei, no mar em perspicácia dor!
Nadei em meio ao desespero.
Naveguei, naveguei e naveguei...
Até às trevas mais profundas,
Encontrei_me no alto mar das lágrimas,
E nos espinhos do COVID_19 me assentei...
Como vento, espalhou_se o Corona Vírus,
Invadindo o país como a invasão do exército babilónico em Israel...
E como praga sobre flores verdejantes,
A sua epidemia no tecido humano se estendeu como na cama o lençol.
Num piscar de olhos,
Deixou registrado dezenas de testemunhos oculares!
Nos hospitais locais...
As bancadas ficaram insuficientes!
Meus melhores amigos tem sido: vários lenços de papel, pois secaram as minhas lágrimas, como se dissesse "não chore, estou aqui". Meu travesseiro, pois é ele quem abafa meu choro deixando que esse momento seja apenas meu, aguenta meu abraço de tristeza mais profundo, como se dissesse "sou seu ombro para chorar". E as lágrimas que rolam pelo meu rosto, me permitindo ir ao extremo e logo após me permite retornar com o desabafo e tranquilade.
Filhote, se foram 2 anos e hoje ja não te tenho como uma lágrima a rolar pelo meu rosto. podes cair e se machucar, não é?
Tenho-te no meu coração, para que a cada batida já descompassada pelo tempo, possa eu me lembrar com carinho, que vocé existe.
Alguma coisa do meu eu se foi com vocé e muita coisa sua, ficou aqui comigo.
Saudades.
Santos21
Escrevo, rescrevo, pinto com um pincel apropriado para uso de tinta guache; diluído em lágrimas, que refletem o quadro fidedigno dos meus pensamentos, borrões dos meus indecifráveis sentimentos.
" Lagrimas sem choro, a dor de uma partida sem despedida,
Assim foi meu adeus com você.
Lembranças do passado, sem presente ao seu lado,
sem planos infundados, sem promessa de nos ver,
Assim foi meu alento sem você.
Dor sem ferida, choros sem lágrima, perdão sem respostas,
Assim foi meu apelo para te ver.
Tristezas alegres lembranças de sonhos não realizados,
Assim ficaram recordações de você".
Escrever com a pureza da alma, escorrem lágrimas ou instigam sorrisos como consequências das suas frases...
Falar de você...
Silêncio...
Olhos fechados...
Pensamentos profundos...
Uma lágrima...
Um sorriso...
Falei tudo, e ainda não disse nada...
Pingo de Lágrimas
A chuva vai caindo, caindo...
Teu rosto molhado de lágrimas.
Do livro, O Rio e a Criança.
Um cadáver no caixão
Uma lágrima cai então
Decepção no coração.
saudade sem dimensão
Amando sem amor
Sofrendo sem a dor.
O mundo já não gira
Minha vida está sentida
Minha mente destruída.
Um grande e escuro sentimentos
Que nasce em mim
uma bola de situação
uma vida sem canção.
o decepção sem dimensão.
Eu não me contenho,
Não contenho sorrisos,
Não contenho lágrimas,
Não contenho emoções,
Não contenho sensações,
Eu transbordo é o que eu faço.
Então fique!
Em lugares que pisaram meus pés
Houve de mim muito amor
Cedi as lágrimas de muita saudade
Enxuguei as que por mim amor sentiram
Jamais neguei a água de minha vida
E o mundo sempre esquecido assim
De partes de mim deixei sem as perder
São as marcar de um pouco de vida
Sorrisos e sonhos ao desejo entreguei
Nunca saber o fim ou ao menos pensar nele
Nas lágrimas, sorrisos que iluminavam os olhos
Felicidade e chocolate, preso a liberdade do momento
Onde andar levarei os passos dados por amor
Nunca houve erro, ele nunca esteve presente
O certo é que o sempre foi não ficar
O partir era só de simplemente ir
Uma taça de vinho e a volta com sabor de cereja
Nunca parti nunca voltei, apenas fiquei e sempre
E todas as vezes que fostes, comigo sempre ficastes
Meus olhos nunca deixaram de te ver
Sempre fiquei contigo quando me vias partir
É assim que ando em lugares que pisam meus pés
Nas mãos o calor de todo meu carinho
E um coração com a sede de tua água
Jamais te negarei da minha água
Sou tua fonte e tu minha sede
Então fique, não solte a minha mão
Meus passos são na tua direção
Eu fiquei em ti, voce está em mim
Então fique!
Fique, você nunca se foi, não irá sem mim
Em lugares onde pisaram seus pés
Teu corpo tem o calor de minhas mãos
Então fique!
Onde teus lábios encontram sabor
Onde tua vida vive
Onde teu sorriso tem lágrimas brilhantes
Onde cedi as lágrimas de minha saudade
Onde fiquei sem nunca partir
Fique!
José Henrique!
Somos uma construção delicada, um mosaico de erros e acertos; vitórias e derrotas; lágrimas e sorrisos; encantamentos e frustrações; gritos e silêncios; dor e alegria.
É impossível amar o todo sem amar a parte, sem ser grato a cada um dos elementos que nos edificou, independente de serem eles bons ou ruins.
É impossível tirar um desses tijolos da nossa construção sem que todo o resto venha abaixo. É o conjunto das nossas partes que sustenta o todo. São os nossos erros e acertos que dão suporte e mantém de pé o edifício todo: o corpo, alma e coração.
Nós escrevemos com a alma ditando quando a folha fica manchada com as lágrimas que caem, e o texto principal se torna rascunho.
Suas lágrimas são a prova viva de que muitas vezes o emocinal supera todas as sua características, e só existe um que pode compreender o emocinal de forma que saiba guia-lo a felicidade
Jesus Cristo.
“Minha gratidão está no meu sorriso, nas minhas lágrimas, no meu cansaço, na minha disposição, na minha oração, no meu silêncio. Ela existe na minha energia, nos meus recomeços, nos meus passos. Onde eu estiver, lá estará minha gratidão. Ela mora em meu coração.”
