Lágrimas
Aí não me contive e chorei.Duas,foi esse o número exato de lágrimas que correram por meu rosto,lentas e silenciosas.Foi esse o número de lágrimas que eu limpei com as costas das mãos muito rápido para ninguém ver.Uma para a dor e outra para a mágoa e sinceramente não sei qual é pior.
Posso não chorar mais com as lágrimas mas meu corpo chora; ao senti-lo pesado quando tento resistir ao choro de lágrimas.
_Quando a falta de oração, de Palavra e de lágrimas não dói mais,
é porque o coração não só esfriou… morreu.__
Enquanto houver lágrimas, tudo bem
Quando às lágrimas cessarem de vez, é melhor não cruzar o meu caminho
Se até o Barulho das nossas Lágrimas chega aos Céus, imagina o Barulho da nossa Oração!
Façamos Barulho!?!
Pois, se até o barulho ensurdecedor das nossas lágrimas atravessa a distância entre o chão que pisamos e os Céus que almejamos, é porque Deus não mede som — Ele reconhece verdade.
Lágrima não grita, mas confessa.
Escorre onde a alma já não consegue se explicar.
Agora, imagina a oração…
Não a decorada, a apressada, nem a que tenta impressionar.
Mas aquela que nasce do mesmo lugar das lágrimas: do cansaço, da esperança teimosa, da fé que manca, mas não desiste de caminhar.
A oração faz barulho ainda mais estrondoso porque movimenta o invisível.
Ela não precisa de voz alta, precisa de entrega.
Às vezes sussurra, às vezes geme, às vezes só respira — e mesmo assim estremece os Céus, porque carrega dentro dela o nome de quem confia.
Façamos barulho, sim.
Com joelhos dobrados, corações rasgados e com silêncios agridoces cheios de fé.
Façamos barulho não para sermos ouvidos pelos homens, mas para lembrarmos a nós mesmos que nunca fomos ignorados por Deus.
Se a lágrima já incomoda, a oração transforma.
E onde ela chega, nada permanece exatamente como antes.
Pois, os que choram serão consolados, os que oram — ouvidos.
Façamos Barulho!?!
No santuário do silêncio, o barulho quase sempre fica por conta das lágrimas — contidas ou derramadas.
Lá não há necessidade de palavras bem escolhidas nem de explicações convincentes.
Ali, o que fala é o que transborda — ou o que dói ainda mais para não transbordar.
O barulho fica por conta das lágrimas, contidas ou derramadas.
Porque até o silêncio tem um idioma próprio, e ele quase sempre é aprendido na dor.
Há lágrimas que escorrem sem pedir licença, e há outras que permanecem presas, não por falta de sentimento, mas por excesso dele.
Ambas fazem ruído suficiente para quem sabe escutar com a alma.
Não é fraqueza chorar em silêncio; é coragem permitir-se sentir sem a plateia, sem o espetáculo, sem a pressa de parecer forte.
No santuário do silêncio, Deus não se assusta com o som ensurdecedor das lágrimas.
Ele entende o que a boca não consegue formular e recolhe cada soluço invisível como oração.
Porque, quando tudo se cala ao derredor, o coração encontra espaço para falar — e o céu, para escutar e até responder.
Felizes os que choram, porque serão consolados!
Se até o Barulho das nossas Lágrimas chega aos Céus, imagina o Barulho da nossa Oração!
Façamos Barulho!?!
Há quem pense que Deus só ouve palavras perfeitamente organizadas, discursos eloquentes ou orações longas.
Mas a história da fé sempre revelou outra verdade: o Céu reconhece sons que a Terra nem sempre consegue explicar.
As lágrimas silenciosas têm voz!
Elas denunciam a dor que a boca já não consegue traduzir.
Gritam quando o coração está cansado, quando a esperança parece pequena e quando a alma insiste em permanecer de pé, mesmo ferida.
E, se até esse silencioso barulho alcança os Céus, quanto mais a oração que nasce de um coração rendido e machucado.
Orar não é informar a Deus sobre aquilo que Ele desconhece.
Ele sabe de todas as coisas!
É declarar que, apesar das circunstâncias, continuamos acreditando que existe um Deus capaz de transformar o que parece impossível em testemunho, o deserto em caminho e a espera em propósito.
O mundo faz barulho para espalhar medo, desesperança e confusão.
A fé faz barulho para anunciar confiança, esperança e vida.
Cada oração sincera rompe o silêncio da resignação.
Cada joelho dobrado desafia a lógica da derrota.
Cada “amém” pronunciado com convicção ecoa muito além das paredes ou abismo onde foi dito.
Talvez o milagre que esperamos ainda não tenha acontecido porque estamos ouvindo mais o barulho do mundo do que o da nossa própria fé.
Então, que nossas orações sejam mais altas do que nossos medos.
Que nossa confiança fale mais forte do que nossas dúvidas.
E que nossa esperança nunca se cale diante das “impossibilidades”.
Porque, se até o Barulho das nossas Lágrimas chega aos Céus… imagine o Barulho da Nossa Oração.
Façamos barulho!?!
O Céu continua nos ouvindo!
Amém?!?
Se até o Barulho das nossas lágrimas chega aos Céus, imagina o Barulho da nossa Oração!
Façamos Barulho!?!
Não o Barulho que incomoda o próximo, mas aquele que desperta a nossa própria alma.
O Barulho de quem se recusa a Desistir, de quem ainda acredita, de quem, mesmo sem compreender os caminhos, continua conversando com Deus.
Há lágrimas que não encontram palavras.
Há dores que não cabem em discursos.
Há noites em que a única oração possível é o silêncio entre um soluço e outro.
E, ainda assim, Deus ouve.
Porque oração não é apenas aquilo que os lábios pronunciam.
Às vezes, oração é o coração cansado dizendo: “Senhor, eu não sei mais o que fazer, mas continuo aqui.”
Se nossas lágrimas chegam aos Céus, nossa oração também chega.
Cada clamor, cada pedido, cada agradecimento, cada “me ajuda, Deus” é uma forma de dizer que ainda existe fé — mesmo quando ela parece tão pequena.
Façamos Barulho, então.
Barulho de joelhos dobrados.
Barulho de corações que perdoam.
Barulho de mãos que ajudam.
Barulho de quem escolhe a esperança quando seria mais fácil entregar-se ao desânimo.
Barulho de quem ora pelos seus, mas também aprende a orar por quem pensa diferente.
E talvez o maior Barulho que possamos fazer diante de Deus não seja aquele que ecoa na nossa voz, mas aquele que acontece dentro de nós quando a oração transforma medo em confiança, angústia em esperança e revolta em propósito.
Não precisamos gritar para que Deus nos escute.
Mas precisamos falar com Ele para que nós mesmos não nos esqueçamos de que não estamos sozinhos.
Então, quando faltar força, ore.
Quando sobrar dor, ore.
Quando a resposta parecer tão distante, ore.
Quando a bênção chegar, ore também.
Porque oração não é somente pedir que Deus mude as circunstâncias.
É permitir que Deus transforme quem somos enquanto atravessamos as circunstâncias.
Se até o Barulho das nossas lágrimas chega aos Céus, imagina o Barulho da nossa Oração!
Façamos Barulho!?!
Mas que seja um Barulho de fé.
Um barulho de esperança.
Um barulho de amor.
Um barulho que comece no coração, atravesse os lábios e termine nas mãos — em atitudes capazes de tornar o mundo um pouco mais humano.
Façamos Barulho diante dos Céus…
e silêncio suficiente dentro de nós para conseguir ouvir a resposta.
"Entrei na livraria e uma lágrima escorria, olhei para as seções com suas nominais e uma idéia não surgia. Então o tempo foi passando, conforme os relatos em outro território."
Cuidado com quem você desabafa. Tem gente que até enxuga as suas lágrimas, mas no fundo, ri da sua desgraça.
— Jucelya McAllister
Benditos foram aqueles que nos arrancaram lágrimas, mas somente de alegria e de saudade. Sem roubar a nossa confiança, partiram; deixando apenas bons sentimentos e boas lembranças.
— Jucelya McAllister
Entre o chamado e a fuga, entre as lágrimas e a missão, fui aprendendo que não importa o tamanho do pregador, mas a grandeza daquele que precisa ser anunciado: JESUS!
"Família é um prato quente, fervente
e apimentado.
Por vezes se engole com lágrimas nos olhos."
☆Haredita Angel
Quando eu partir, não chore tanto, me deixe ir sem traumas de lágrimas sofridas, estou me libertando.
Desapegue sem deixar de me amar, sem esquecer nossos bons momentos, nossos risos , brigas, teimas, toda nossa construção de amor.
Sinta saudade, não tanta saudade a ponto de
confundir-se com remorsos ou faltas.
Faça de mim um pensamento bonito, pois serei para sempre uma estrelinha no céu da sua vida!
Lembre-se também, que todos temos um contrato de tempo assinado no além .
Somos filhos pródigos de volta ao nosso verdadeiro tempo, ao nosso verdadeiro lar.
Voa alma passarinha, voa para o aconchego do teu Pai!
Haredita Angel
29.04.24
Daquele tempo bom, só guardei o AMOR No peito,
carregando lagrimas de saudade, Gritando teu nome sem jeito, Silêncio não tem validade e vou permanecer assim desse jeito por tempo indeterminado, até que um dia eu volte a sentir teu abraço GOSTOSO, tornando tudo perfeito"
