Lado Emocional

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⁠Eu aceito Ser! Eu aceito Estar! Eu aceito Ficar ou Mudar!
E aceito ainda muito mais, o que eu me prontificar!

Inserida por pattriciafleurii

⁠"O medo da insignificância é que me deixa frustrada, mas eu vou vencer,
um dia de cada vez!"

Inserida por pattriciafleurii

⁠"E quando tudo parece obscuro, sem luz... feche os olhos e reaja à sua intuição!"

Inserida por pattriciafleurii

⁠"Eu já te disse hoje que o universo sempre organiza um jeito para que as coisas cheguem até você? Faça a sua parte e confie!"

Inserida por pattriciafleurii

⁠"É preciso olhar sem os olhos da insegurança, é preciso coragem!"

Inserida por pattriciafleurii

⁠"Em um mundo extremamente excêntrico, escolho ser livre!"

Inserida por pattriciafleurii

⁠"E, mais um passo, conquisto mais um espaço!"

Inserida por pattriciafleurii

⁠"É hora de conhecer o desconhecido, fato existente na mente e na ação!"

Inserida por pattriciafleurii

⁠"Eu sou o espelho, sou o reflexo daquilo que eu penso, falo e faço!"

Inserida por pattriciafleurii

⁠"Sinta-se livre para chorar e comprovar que todos os não's da sua vida podem ter sido inevitáveis, como também poderia ter sido evitado! O fato é...!"

Inserida por pattriciafleurii

⁠"Respiramos fundo, profundo, chegamos e reconsideramos que aqui não é o nosso lugar definido, pois somos indefinidamente criativa no que almejamos alcançar."

Inserida por pattriciafleurii

⁠Vá para o Próximo Nível!!!! Acredite em você!!

Inserida por pattriciafleurii

⁠O Peso Invisível

✍ Por Diane Leite

Dizem que o home office foi a grande revolução do trabalho. Dizem que agora podemos conciliar tudo – carreira, filhos, casa, sonhos, ambições. Dizem que podemos trabalhar no conforto do lar, produzir enquanto assistimos ao crescimento dos nossos filhos. Dizem tantas coisas…

Mas ninguém diz a verdade.

Ninguém fala sobre as palavras interrompidas, sobre o cursor piscando na tela enquanto uma voz infantil chama sem parar: “Mamãe, mamãe, mamãe…” Ninguém menciona o caos mental de tentar responder um e-mail enquanto alguém puxa sua blusa pedindo atenção. Ninguém fala sobre a raiva silenciosa de tentar construir um futuro enquanto mãos pequenas tentam te puxar para o passado – para aquele tempo em que você era apenas mãe, apenas colo, apenas entrega.

O mundo aplaude pais que trabalham de casa, admirando sua dedicação e equilíbrio. Mas quando é a mãe que tenta, o que ela encontra? Um labirinto sem saída.

Ela tenta negociar, tenta explicar.
"Filho, me dá só mais meia hora e depois a gente brinca."
"Mamãe está ocupada agora, mas depois vamos ver seu desenho favorito juntos."
"Por favor, me deixa terminar isso, é importante."

Mas as crianças não entendem tempo. Elas entendem presença. E quando percebem que a mãe está ali, mas não está, insistem, persistem, exigem. Querem tudo. Querem agora.

E a mãe?

A mãe não está frustrada porque não ama o filho. Não está frustrada porque não quer estar ali. Ela está frustrada porque precisa pagar as contas. Porque precisa trabalhar para sustentar o filho que, ironicamente, é quem a impede de trabalhar.

E o pior: a criança não entende.
Ela não sabe que aquela mãe exausta que pede “só mais um minutinho” está tentando garantir um futuro para ela. Não sabe que, enquanto brinca distraída, aquela mãe está planejando, negociando, buscando um jeito de fazer tudo funcionar.

A mãe engole a raiva. Engole o cansaço. Engole o grito que quer sair.
Porque o mundo já a ensinou que mães não devem sentir raiva dos próprios filhos.
Porque o mundo já a convenceu de que esse é o seu papel e que reclamar é ingratidão.

Mas lá dentro, um vulcão silencioso se forma.
Não é culpa.
Não é medo.
É frustração.

Porque enquanto o pai seguiu sua vida, ela parou. Enquanto ele construiu, ela segurou tudo sozinha. Enquanto ele dormiu tranquilo, ela ficou noites em claro, estudando terapias, pesquisando tratamentos, garantindo que aquele ser pequeno e frágil tivesse um futuro.

Agora que o filho cresceu e que ela finalmente tenta respirar, tudo parece puxá-la de volta para aquele tempo de doação total. O tempo que parecia ter ficado para trás, mas ainda vive dentro dela.

Ela sente raiva porque percebe que ninguém vai dar esse espaço a ela. Ela terá que tomar esse espaço.

Mas ninguém ensina como.

E então ela segue, tentando negociar, tentando encontrar um pedaço de tempo entre as exigências do dia.
O cursor ainda pisca na tela.
Os e-mails ainda esperam.
Os sonhos ainda querem nascer.

Mas há um peso invisível sobre seus ombros.

O peso de ser mãe e ser mulher ao mesmo tempo.
O peso de carregar tudo enquanto o mundo finge que não vê.

Mas ela vê.
Ela sente.
E um dia, de algum jeito, ela vai conseguir respirar de verdade.

E não pedirá mais desculpas por isso.

Diane Leite

Inserida por dianeleite

⁠"O custo para te deixar longe é mais barato do que o prejuízo que você pode causar na minha estabilidade emocional e financeira."

Inserida por DAmico

Aprendamos o exemplo das borboletas: para voar pelo céu e enfeitar nossos jardins com suas belas cores, precisam da transformação lenta, planejada e programada. Decida sobre a mudança que você quer que aconteça, planeje e trabalhe para a realização dela.

Inserida por givasdemore