Lado Emocional
Manter a calma quando a paz reina é sinônimo de fluidez da normalidade. Mantê-la em meio às adversidades é contrariar o óbvio, é permitir-se utilizar do psicológico de maneira exclusiva, de enconcontrar equilíbrio emocional em sua fonte original, é otimizar a capacidade de resolução das aflições.
Exija algo de sua mente nos momentos mais tristes e desanimadores. Quando ela se mantem ocupada, as portas de entrada para amargura e infelicidade se fecham.
Tanto a felicidade quanto a tristeza nos envolvem diariamente, entretanto, o que define a força que cada uma exerce sobre nós é a situação de saúde mental que cultivamos.
Se não estiver em um dia bom, é sinal que as influências externas estão no comando das suas emoções. O processo inverso é rápido e simples;Convença-se que quem está no comando da suas emoções é sua mente e controle-ás, então, tudo entrará nos eixos rapidamente!
Quando grandes predadores lutam até a morte de um deles para assumir a liderança, o vencedor fica muito feliz, contudo os moires beneficiados são os sábios urubus que assistem de camarote uma luta vale tudo grátis e ainda com banquete grátis no final!
Durante toda minha vida busquei uma fórmula para viver melhor e cometer menos erros possíveis; finalmente descobri, então revelarei a você: INTELIGÊNCIA EMOCIONAL.
Nossa disposição diária nem sempre se explica pelas condições externas; às vezes tudo está em ordem e, ainda assim, sentimos que algo está errado ou invertido. Com o passar dos anos, adquirimos maior domínio sobre essas situações; não vejo outro meio de adquirir esta inteligência emocional além desse fato, a idade!
"Dividido entre a alegria e a angústia,
a solução foi oprimir o desejo.
Por medo de quem me tornei, encasulei-me.
Foram longos tempos como lagarta...
O casulo foi meu vazio.
E como vazios são essenciais,
eles foram base de minha
arquitetura emocional.
Por medo de não criar asas,
até hoje resisto à inevitável metamorfose."
Vivemos milhões de ciclos que criamos dia após dia, sempre presos a nós mesmos...
E por pequenos descuidos acabamos por prender outras pessoas afim de satisfazer nosso ego vaidoso...
Somos aranhas e tecemos teias gigantes
Queremos prender momentos, emoções e quem não nos pertence, pessoas que não tem nada haver conosco, mas ainda sim prendemos!
Somos uma tela, e cada pincelada significa nossas vontades, desejos sombrios, pequenas maldades que só ferem a nós mesmo..
Pintamos a nossa outra face, o eu escondido por trás de todo sorriso falso e toda boa vontade...
E todo dia descobrimos que não somos tão boas aranhas nem mesmo pintor, todo dia caímos na real que nossas fraquezas são o que dominam....
Grandes histórias vividas por pessoas medíocres, que não estão nem um pouco afim de contar seus feitos e sobre sua realidade..
Égila Souza
O tempo não cura feridas, ele nos dá condições e ferramentas para fechá-las, mesmo que provisoriamente.
Situações e pessoas vão nos atingir SEMPRE, e isso é fixo.
Só controlamos COMO reagimos a elas, e isso é variável.
Dar valor a quem agrega valor,
ser recíproco com quem entende o que é ser recíproco,
e toda nossa indiferença para quem merece indiferença.
A vida deve ser vivida a partir de um sábio equilíbrio entre a razão e o coração. Excesso de emotividade nos deixa suscetíveis aos dissabores e desavenças, enquanto o excesso de racionalismo nos deixa frios e insensíveis. A verdadeira inteligência emocional consiste no justo equilíbrio desses dois componentes em nossas vidas!
A maturidade nem sempre se relaciona com a idade. Ela tem vínculos mais fortes com a sabedoria e a inteligência emocional ao se encarar a vida.
Pode ser difícil acreditar em alguém quando seu coração está partido, mas se esse alguém traz de volta o sorriso no teu rosto, saiba que é possível superar.
Coração de Adolescente
(Lidiane da Gama)
Em um bairro tranquilo, vivia um grupo de amigos inseparáveis: Júlia, Pedro, Ana e Lucas. Eles estavam no auge da adolescência, navegando pelas mudanças e desafios que essa fase trazia. Cada um enfrentava suas próprias batalhas internas, e juntos, aprendiam a lidar com a complexidade das emoções.
Júlia era a mais empática do grupo. Sempre sabia quando alguém precisava de apoio, mas tinha dificuldade em expressar suas próprias emoções. Pedro, o mais extrovertido, usava o humor para esconder suas inseguranças. Ana, a intelectual, buscava respostas nos livros, mas não conseguia lidar com a pressão de ser a melhor em tudo. Lucas, o mais reservado, escondia sua ansiedade atrás de uma fachada calma.
Certa tarde, após uma aula particularmente difícil, eles decidiram assistir ao filme "Divertida Mente" na casa de Pedro. O filme abriu portas para conversas que nunca tinham tido antes. Eles começaram a falar sobre como se sentiam, identificando suas emoções como alegria, tristeza, medo, raiva e nojo, assim como os personagens do filme.
Bruno, o irmão mais velho de Pedro, era estudante de psicologia e entrou na conversa, explicando a importância da educação emocional. "Entender e reconhecer nossas emoções é o primeiro passo para aprender a gerenciá-las", disse ele. "As emoções têm três componentes principais: elas são subjetivas, sentimos fisicamente no corpo, e nos impulsionam a agir de certas maneiras."
Enquanto Bruno falava, Júlia percebeu que o aperto no peito que sentia quando estava ansiosa era uma manifestação física de suas emoções. Pedro notou que seu humor excessivo era uma forma de evitar lidar com o medo de rejeição. Ana entendeu que sua busca incessante por perfeição era uma forma de controlar a insegurança, e Lucas começou a reconhecer que sua calma exterior escondia uma tempestade interna de ansiedade.
Ana Luísa, a psicóloga da escola, também se envolveu com o grupo, organizando encontros semanais para discutir sentimentos e emoções. Ela explicou como a adolescência é um período de busca por identidade e autoconhecimento, o que pode gerar muita confusão e insegurança. "É uma fase desafiadora, mas entender nossas emoções e como elas nos afetam pode nos ajudar a navegar por ela", disse ela.
Através dessas conversas e sessões, o grupo começou a se sentir mais conectado e compreendido. Eles aprenderam a reconhecer e nomear suas emoções, a entender suas reações e a desenvolver habilidades para gerenciá-las.
A história do grupo de amigos mostra como a educação emocional pode transformar a vida dos adolescentes. Com o apoio certo, eles aprenderam a lidar com suas emoções, fortaleceram seus laços e enfrentaram juntos os desafios da adolescência. E, acima de tudo, descobriram que não estavam sozinhos nessa jornada complexa e emocionante chamada vida.
