Lábios
O silêncio dos lábios meus, são interrompidos pelos seus, pois um beijo fala mais do que mil palavras, por tanto o nosso amor é uma biblioteca.
Soberana, amada, profana...
Inebriante são seus lábios,
farto- me com a volúpia
de seu corpo,
beijo dois rios inteiros
que nascem na beleza
de seu delicado rosto.
Amor tão pueril,
maior não há,
pois na inconstância
dos dias,
no frenesi
de incontáveis problemas
o mar me desperta
assim tão calmo,
nos versos deste poema.
Peço aos céus
que abençoem
esta união.
A terra, que testemunhe
o vagar de dois corpos,
dois amantes,
dois irmãos...
A morte que impeça,
que a inexistência da vida
finde o amor,
tão grande amor,
chama de nossa paixão...
"Nos teus lábios
encontro meu caminho.
Me acende, me aquece e
me maltrata feito moinho.
Perco a noção do tempo
em um só toque,
mesmo que seja lento
é tão forte.
As pernas tremem, a
fome passa, tudo congela
e você me abraça.
Seus lábios de encontro ao meu,
Meu amor é igual ao seu.
Seu, mesmo que seja, é meu"
Sobre a luz do luar, o degustar do seu corpo
Deslisando para os seus lábios,
Esses lábios que me deixam louco.
Louco de amor, louco de emoção,
Por estar dentro do seu coração.
É como olhar no escuro, vejo tudo preto e nem vejo nada!!i
Mas sinto o seus lábios tocando nos meus.
Ah...quem me derá se essa fosse a sensação de tentar encontrar algo no escuro.
Queria viajar nos teus lábios, sentir o teu sabor, provar do teu abraço e te fazer o meu esplendor!!i
Poesia feita no coração pelos teus beijos
lábios e boca que eu tanto amo
pedaços de mim perdidos nos teus braços
rastros do meu corpo, onde deixaste sinais.
Lágrimas tortas, mortas, escritas na alma
amor ardente, frio, morto de repente,
renascido no cais, mergulhado, reinventado, transformado
sinto o teu cheiro, perfume, aroma no meu corpo gelado.
Beijos selados, marcados, quentes, suaves,
sussurras palavras ao meu ouvido de amor..
és um jardim, uma flor perfumada, sou o teu sangue
a tua metade, somente nos teus braços sou feliz "dizes tu"...!
Um dia nossos olhos ainda irão se encontrar, nossos lábios irão se tocar e as palavras que machucam serão caladas com um beijo.
Sentada à mesa ao jantar, perfeita na metáfora dos gestos; pegando o suco, molhando os lábios, encanto abrupto nos calores honestos. Sei dessa vida o meu vagar, sinto-me amar e vou dizer: tenho prazer nos excessos dos seus ardentes hinos, sendo inteiramente felina nas horizontais de prazer.
Sei das regras do Jogo...
Pena, não sei jogar!!!
As regras me conflitam, quando teus lábios tocam os meus.
Teu sorriso, penetrante...
Teus olhos fulminantes...
Sei das regras do Jogo...
Pena, não sei jogar!!!
Teu carinho, sereno;
Protetor, amigo;
Me acolhes, me faz viajar...
Sei das regras do Jogo...
Pena, não sei jogar!!!
Fortes conflitos
Quando olhas em meus olhos...
Me prometes o que as palavras não podem expressar...
Sei das regras do Jogo...
Pena, não sei jogar!!!
E... suas mãos fortes...
Sei das regras do Jogo...
Pena, não sei jogar!!!
Mal consigo dizer algo...
Quanto mal, conseguirei dizer não !!!
molhei adocicadamente minha boca
por entre lábios delicados e finos
desenhados meticulosamente de carmim.
havia ali um gosto de chuva, daquelas que molham a terra
&
exalam este agridoce teratológico
disseminando um infinito olfativo das enxurradas libidinosas.
por entre línguas, salivas e caninos, restava um aluvião
... de cheiros, aromas e confusão.
sobrevivo... é uma simples tempestade que lava a alma e deixa seu encanto entre destinos opostos.
recebo todos os venenos deste corpo insólito
desta boca que me abarca e exaspera todos meus poros
inundando minhas veias
acalmando os compassos das artérias.
resta deste eu, apenas um olhar sublimado
sobre todo este seu eterno encanto.
roberto auad
Quando eu não podia voar
Oh, você me deu asas
Você abriu meus lábios
Quando eu não podia respirar
Obrigado por você me amar.
