Julgamento
Não me julgue pelo que fui ontem. Ontem é passado, memória, página virada. Nada justifica julgar alguém com base no que ela foi no passado. A pessoa que eu fui ontem não existe mais e esse motivo por si só é mais do que suficiente para desabilitar o teu poder de julgamento.
Às vezes, a cura do nosso ódio pelas outras pessoas começa com um examesincero do que guardamos no nosso inconsciente. O ódio aos outros
frequentemente é sintoma de uma ferida interna em nós mesmos.
Queremos quetodos nos aceitem do jeito que somos e não suportamos recebercríticas ou saber que alguém não concorda ou não aceita o que
falamos. Queremos que todos aprovem o que fazemos, mas amigos,
isso nunca vai acontecer.
Pensar é difícil, por isso, deixe o rebanho julgar!
A maternidade não é um projeto privado. É sempre, infinita e exaustivamente, pública.
Maturidade emocional é deixar as pessoas estarem erradas sobre você e entender que a narrativa delas não tem nada a ver com você.
Liberte-se dos julgamentos. Viva a vida como te convier.
A primeira impressão que produzimos de uma pessoa é fundada em padrões culturais e específicos, mas ao observarmos a pessoa de modo inconsciente, logo elaboramos um pré-julgamento com conclusões primárias, baseadas numa percepção repentina, concebendo desta forma, um conceito leviano que poderá ser porventura autêntico ou injusto.
DESTRUÍDO
Já fui julgado e condenado até pelo que eu não fiz !
E agora estão tentando destruir até
o meu inferno.........
Julgam, comentam sobre as vidas dos outros como se a verdade a eles pertencesse, invejam e por fim - condenam!
Além da postura perversa sobre o companheiro de jornada, indecentemente, não fazem nada para libertar o condenado.
Rodrigo Gael - Portugal
Em meio as felicitações que recebi hoje, cheguei a indubitável conclusão: alguns irão transformar qualquer traço da sua personalidade em defeito, já as pessoas que você merece ao seu lado só irão exaltar-las como qualidades. Há quem me vê como marrento e frio, há quem transforma isso em decidido e sensato. No fim eu sou o mesmo para todos. A única diferença está em como cada um consegue me enxergar. As possibilidades para me definir são condicionadas as limitações da própria mente e alma de cada um.
Ninguém sabe tudo o que as pessoas vão pensar sobre algo: cada uma tem um juízo na cabeça.
...ou já ensinaram telepatia na escola?
No mundo onde as pessoas julgam antes de compreender... Precisamos observar quais são os critérios dos acusadores, pois todo julgamento confessa uma intenção!
