Ser jornalista: frases que capturam o espírito da profissão
relatividade
- tempo firme!
extasia o jornalista
sem saber que estou ontem
no teu sorriso
naquele dia de chuva.
Sobre o assassinato covarde do indigenista Bruno Pereira e do jornalista Dom Phillips em 05/06/22.
Dom Phillips - um britânico que fazia mais do que muitos brasileiros fazem pelo Brasil, pelo povo tupiniquim, pelo próximo, pela natureza, pela continuidade da vida nesta esfera azul e pela Amazônia.
Bruno Pereira - fazia a sua parte e aparte de muitos brasileiros. Carregava, sozinho, nas costas a responsabilidade sobre o nosso patrimônio natural - a floresta Amazônica e os seus nativos naturais que, por direito, deveriam ser respeitados e viverem na paz e na prática da sua cultura.
Mais duas vidas extirpadas, porque praticavam o verdadeiro amor pelo próximo e pela maior fonte de sustentação de vida neste planeta.
E há quem defenda àqueles que destroem, que tiram o oxigênio das narinas de um mundo enfermo para que todas as espécies de vida possam caminhar em direção à extinção, à morte em nome de Jesus e dos cifrãos nas suas contas bancárias.
Tenho nojo dessa gente hipócrita, que sob o escudo da religião, comete as mais cruéis atrocidades mascaradas de bem. Um bem que só existe na ótica dos idiotas, dos inocentes e dos ignorantes.
Jornalistas são guerreiros no front das batalhas, suas guerras são em prol de mostrar a verdade e os fatos reais que acontecem no dia a dia, que ficaram eternizados no contexto do tempo.
Quando eu quiser que alguém fale da minha vida, peço para um jornalista fazer uma biografia minha...
Moleskines são para criativos. Blocos são para jornalistas. Diários são para sensíveis. O papel é do poeta.
Tenho muito respeito pelos jornalistas, mas pelos jornalistas, não pelos que procuram a mediocridade, a hipocrisia, alguém para bajular, o dinheiro, o poder e a fama.
Advogado, jornalista ou médico, não importa; educação vem de berço e não se conquista com diploma universitário.
DANUZA LEÃO
.
Morre Danuza Leão!
Modelo e jornalista
Júri na televisão
Promoter e ainda cronista...
Dizer tudo que ela fez
Não há espaço dessa vez
Tem de ser noutra lista!
...........
22.06.2022
Homenagem em forma de poesia ao Jornalista Cinematográfico Goiano, Ari Júnior.
O Mestre do jornalismo cinematográfico chega ao céu.
Deixou registrado imagens incríveis pra gente lembrar.
O que Papai do céu fez , ele deu um jeito de registrar.
Mostrou ao mundo cenas de ângulos que ninguém via, que ninguém podia imaginar.
Trouxe em cada imagem a alegria natural das coisas em forma de profissionalismo.
Ari Junior.
O Ari que foi amigo e colega de profissão.
O Ari que foi filho, pai e irmão .
O Ari ídolo, representante de uma nação.
O Ari que merecidamente alcançou conquistas proporcionadas pelo trabalho.
Trabalhou ao lado de grandes nomes do esporte e da informação .
O Ari era aquele sorriso que amenizava a dificuldade da profissão .
Ari motivação. Ari dedicação .
Pra colega de trabalho, aquele "Você consegue" antes de enfrentar mais uma missão
Pra esposa, o marido carinhoso e prestativo.
Pra filha, o amor da vida.
Pro filho, referência.
Referência para todos nós.
Referência é o que ele vai ser para todo sempre.
Referência que hoje é saudade.
Referência que é gratidão .
O Mestre do jornalismo cinematográfico chega ao céu.
Privilegiado. Hoje vê de perto a imagem de Deus, autor de tudo que ele registrou.
Deixou saudades.
Porque como diz a canção de Nelsinho Corrêa: " Só se tem saudades do que é bom".
Foi bom porque foi feito com amor.
E amor é dom que o Papai do céu dá.
Vai fazer muita falta aqui.
Ao mesmo tempo que vai distribuir muito amor lá.
Ninguém imaginou assim, mas a palavra final, infelizmente, o Papai do céu também dá.
Com respeito e muito pesar, Josielly Rarunny.
Jornalista,
a carreira seguida pelo amor;
a profissão da esperança
e o socorro do povo que busca pela mudança.
Jornalistas deveriam não só se preocupar com a divulgação das notícias mas também com o bom uso da língua portuguesa.
Recebi mais uma mensagem de um jornalista português. Volta e meia os jornalistas portugueses me procuram para eu contar as historias da sociedade portuguesa dos anos 80 e 90. Fico feliz de poder falar dos meus registros e contributo para a historia, que estão nos aquivos da biblioteca nacional e na imprensa não diária, que serão lembrado e estudado, pelas gerações futuras... Foram os melhores anos da minha vida, lembro-me tão bem da transformação da sociedade e da economia, de um país que quando lá cheguei nos anos 80,estava 70 anos a trás do Brasil, e, hoje, está 250 anos à frente do Brasil.
O jornalista, escritor de romance e filosofo Albert Camus ensinou algo fantástico.
"O homem tem duas faces: não pode amar ninguém, se não se amar a si próprio"
Diga-se de passagem, concordo com ele. Ate porque é impossível você dar algo que não tem, ou seja, só podemos amar, se primeiramente nos amamo; respeitar, se nos respeitamos; cuidar, se nos cuidamos...
Pois, quando estamos deliberadamente bem conosco mesmo, estaremos livres para viver leves, felizes e contestes com aquilo que tem acontecido conosco, pois uma coisa é verdade, só alcançamos determinadas coisas, quando estamos de bem conosco mesmo.
