Joias
Não ando com o pescoço cravado de jóias e sim, um amuleto que me blinda contra todos os males do mundo.
À medida que o sol nasce lentamente, gota a gota, cada minério e pedra dará origem a joias preciosas.
Não há necessidade da ânsia para descobrir o que há por trás de cada porta.
Enquanto o sol brilhar, a Terra💚 será sempre um lugar sagrado.
Alguns tesouros escondidos são como presentes para que a HUMANIDADE possa encontrar, e um deles será desvendado regando a sua casa 🌱todos os dias.
Biquínis são joias raras que no corpo de uma mulher brilham como ouro, reluzem como brilhantes e deixam ainda mais rico o que é estupendamente valioso.
Só Quero Te Amar
Não trago joias nem finas palavras,
só esta voz que do peito se lava.
Como o rio que corre, calmo e sereno,
te amo no silêncio, te amo no engano.
Te amo no pão que partimos juntos,
nos segredos antigos, nos mundos defuntos.
Te amo no sol que a janela ilumina,
— ah, Camila, minha doce menina!
Não prometo fortuna, nem grandezas tolas,
só este amor que não cabe nas escolhas.
É raiz que se prende, teima e persiste,
mesmo quando a vida se faz triste.
Quero te amar com a calma da terra,
com o cheiro do café logo na serra.
Com as horas bordadas no mesmo fio,
construindo um jeito simples e manso.
E se um dia o tempo nos for escasso,
que fique esse amor—rasgo no espaço.
Camila, meu canto, meu norte, meu chão,
eu só quero te amar…
és minha canção.
A sabedoria vale mais do que joias preciosas, pois se perder as joias, a sabedoria ainda está em você.
Sua verdadeira essência se encontra no íntimo de sua alma, roupa e joias são apenas detalhes fúteis..
Há quem aprisione a alma em um pote de vaidade
Que adorne com ouro, joias à vontade
E ao exibir para o mundo essa moderna insanidade
Nunca mais volte a provar o resplendor da liberdade.
As jóias de crioulas, são adornos em ouro e prata confeccionados nos séculos XVIII, XIX, e inicio do XX, principalmente durante o período imperial escravocrata brasileiro. Sendo assim, não é justo denominar novas criações inspiradas nas antigas, com sendo iguais. Quem assim o faz, denota ignorância histórica, oportunismo e um desrespeito grave a oprimida cultura negra nacional brasileira.
Pescador magoado
Mar ganancioso!
Levou, levou tudo!
Levou minhas jóias
Minhas roupas e o meu amor;
Pelo menos, a minha alma limpou.
Navegando nas águas que um dia me machucou;
Me roubou;
Me lavou;
Minhas feridas limpou;
Meu coração salvou;
Minha alma abraçou;
Com peixes me alimentou
e a minha renda aumentou.
Grato, mas maldito mar!
"Nobreza não é sobre ter sobrenome ou joias; é sobre a pureza das intenções e a firmeza nos valores morais."
"Ao priorizar o brilho das joias sobre o brilho de um olhar sincero, o vaidoso troca a eternidade do afeto pela efemeridade da aparência. Perde-se a lealdade, perde-se a paz e, acima de tudo, perde-se a humanidade."
O escudo de lobo não é só metal,
É barreira sagrada contra todo o mal.
Seus filhos são joias, seu bem mais precioso,
Por eles, o instinto se faz cuidadoso.
--------- Eliana Angel Wolf
"O brilho das joias de uma estrela de Hollywood cegou os olhos dela para a luz da minha alma humilde. Ela busca o ouro, mas ignora o tesouro que é o caráter."
"Ela me bloqueou da vida dela porque não viu joias nas minhas mãos. Em breve, ela verá o mundo inteiro nas minhas mãos através da minha visão. O desprezo de uma celebridade é o adubo do meu crescimento."
O legado do ser humano pode ser um baú cheio de jóias que não desvanece, ou um baú vazio com folhas secas.
Era uma vez uma linda borboleta azul. Suas asas brilhavam sob a luz do sol como pequenas joias vivas, e ela adorava voar pelos campos, jardins e bosques, admirando a beleza do mundo.
Em um de seus passeios, avistou ao longe um escorpião caminhando sozinho. Curiosa e gentil como era, aproximou-se para cumprimentá-lo.
O escorpião ficou surpreso. Nunca antes uma criatura tão bela havia demonstrado interesse em sua companhia. Acostumado ao medo e à rejeição, ele não entendia por que aquela borboleta desejava estar perto dele.
- Olá - disse a borboleta com um sorriso. - Posso caminhar com você?
O escorpião, sem esconder o espanto, aceitou.
A partir daquele dia, os dois passaram a passear juntos. A borboleta voava lentamente para não deixar o amigo para trás, enquanto o escorpião caminhava com rapidez para acompanhá-la.
Com o passar do tempo, o escorpião começou a mudar alguns hábitos. Mantinha o ferrão recolhido e imóvel sobre as costas, como se quisesse mostrar que não representava perigo. Parecia até que não possuía ferrão.
A borboleta o levava para conhecer lugares encantadores. Juntos atravessavam jardins coloridos, seguiam por caminhos floridos e observavam o pôr do sol nas avenidas arborizadas.
Para o escorpião, aqueles momentos eram preciosos. Pela primeira vez em sua vida, sentia que alguém gostava dele de verdade.
Até então, conhecera apenas a solidão.
Todos fugiam ao vê-lo. Ninguém desejava sua amizade. O medo que inspirava era maior do que qualquer qualidade que pudesse ter.
Mas a borboleta azul era diferente.
Ela enxergava além da aparência e não demonstrava receio algum. Sua confiança fazia o escorpião sentir-se aceito, algo que jamais havia experimentado.
Os dias passaram, e a amizade entre os dois parecia cada vez mais forte.
Porém, certa noite, algo inesperado aconteceu.
Como de costume, a borboleta adormeceu ao lado do escorpião.
A noite estava silenciosa. Apenas o som suave do vento atravessava as folhas das árvores.
Foi então que o escorpião sentiu um estranho impulso.
Seu ferrão começou a se mover lentamente.
Ele tentou detê-lo.
Lutou contra aquele movimento.
Mas, pouco a pouco, o ferrão ergueu-se sozinho, aproximou-se das delicadas asas da borboleta e a atingiu.
A borboleta despertou imediatamente, tomada por uma dor intensa.
Assustada e com lágrimas nos olhos, olhou para o amigo e perguntou:
- Você sempre foi tão gentil comigo. Por que me feriu?
O escorpião abaixou a cabeça.
Tomado pela tristeza e pelo arrependimento, respondeu:
- Eu não queria fazer isso. Mas é da minha natureza. Tentei controlar meu instinto, porém não consegui.
Aquelas palavras machucaram quase tanto quanto a ferroada.
Com grande esforço, a borboleta afastou-se.
Mesmo sentindo dor, abriu as asas e começou a voar.
Voou para longe.
Voou enquanto lágrimas escorriam pelo seu rosto.
Voou sobre jardins, campos e rios, até que a distância entre ela e o escorpião se tornou impossível de medir.
Com o tempo, a ferida cicatrizou.
A dor diminuiu.
A vida seguiu em frente.
Mas a lembrança daquela noite jamais desapareceu completamente.
Desde então, a borboleta aprendeu uma lição difícil: por mais que exista bondade e afeto, algumas criaturas não conseguem vencer a própria natureza.
E, embora tenha conseguido superar a ferroada, a borboleta nunca mais voltou a se aproximar de um escorpião.
No capitulo das Jóias de Crioula, existe um acessório usado pela mulheres negras, escravas e libertas que erroneamente acreditou se por muito tempo que advinham da própria cultura negra os renomados balangandãs mas na verdade foram adaptações originarias da moda das mulheres européias do século XVIII e XIX, o nome deste adereço era a "chatelain ", que era preso a cintura em uma combinação de adorno e ferramentas para o uso cotidiano, onde ficavam pendurados tesouras, dedal, chaves, agulhas, porta niqueis, caderninhos de dança com capas de madrepérola ou marfim e pequenas caixinhas de prata que continham uma esponja embebida em sais de amônia.
Cada ser humano é considerado, por mim,como uma riqueza incalculável . São como joias que podem ser lapidadas até a perfeição...
A atmosfera das jóias de crioula evoca um universo de resistência, sofisticação estética e emancipação, essas peças transcendiam o mero adorno. Elas funcionavam como instrumentos de subversão política, religiosa e econômica em plena sociedade escravocrata brasileira. A atmosfera e a identidade dessas jóias são estruturadas por dinâmicas fundamentais como uma Economia Clandestina de Liberdade como moeda de alforria: As peças compunham um sistema de entesouramento. Elas eram freqüentemente penhoradas ou vendidas para comprar a liberdade de parentes ou a própria alforria. Confeccionadas por ajudantes de ourives e ferramenteiros negros, misturavam ouro e prata com elementos naturais como o coral baiano, casca de coco e jacarandá.
