Jardim das Borboletas Vinicius de Moraes
TRILOS
Você me causa espanto
Olhar encantador
É por você eu planto
No Jardim uma flor
Sou louco e na minha loucura
Você é minha cura
no trilho da vida
Tu es minha querida
Trilhei meu destino
Sou bom menino
Homem pra você
Nos trilhos seguindo
Sigo sorrindo
Eu dou e recebo prazer
Poeta Antonio Luis
12:33 PM 18 de março de 2015
Eu vi um rosa
- Uma rosa branca -
Sozinha no galho.
No galho? Sozinha
No jardim, na rua.
Sozinha no mundo.
Em torno, no entanto,
Ao sol de meio-dia,
Toda a natureza
Em formas e cores
E sons esplendia.
Tudo isso era excesso.A graça essencial,
Mistério inefável
- Sobrenatural -
Da vida e do mundo,
Estava ali na rosa
Sozinha no galho.
Sozinha no tempo.
Tão pura e modesta,
Tão perto do chão,
Tão longe na glória,
Da mística altura,
Dir-se-ia que ouvisse
Do arcanjo invisível
As palavras santas
De outra Anunciação.
O machismo e o feminismo começou no jardim do éden, ainda hoje temos muitos Adãos machistas e muitas Evas feministas cheios de amor próprios questionando a Deus quem e que tem razão.
Do teu jardim poético
exala
verso rosa.
Ao expirar
inspira
aos que te vêem.
Teu verso é estrela
que cai sem aviso,
do céu da boca
ao coração dos que te lêem.
Jardim Gonçalense
“Quando sai do quintal de mim,
descobri um jardim de margaridas.
Lugar onde a brisa mansa toca às flores
das flores com a mesma suavidade que
toca meu peito.
Seu cheiro suave e suas pétalas alargadas
de bem-me-quer, me seduziram.
Foi lá que notei que as tais margaridas,
para serem assim, tinham varias flores dentro de si.
Nessa inflorescência percebi
que minha única flor
continha todo meu jardim.
Família, é para ser cultivada.
Como uma sementinha regada.
E plantada no jardim do coração,
Porque não ter uma, é o vazio, escuridão.
Um barco sem direção.
A saúde mental é como um jardim: precisa ser cultivada com atenção, carinho e cuidado para florescer.
Não tenhas medo mãe!...
A Primavera vem,
Caminha então...
No caminho, que o teu jardim tem.
As flores do campo já perfumam,
Os passarinhos neidificam,
O sol brilha!
Pasta o cordeiro e a ovelha.
Por isso vive tua vida...
Porque o teu sol é eterno...
Tua luz é eterna...
Caminha nesse jardim,
Tão calmo...
Que não tem fim!...
Verei
Irei ver minha mãe!
Sim. Irei, aquele jardim!
Naquele dia, naquela hora.
E verei, os pombos brancos!
Que são tantos! Tantos!
Verei Camões e Amália...
Verei flores de Dália.
Verei as estrelas enfim.
Verei o que nunca, vi no Minho.
E então, verei o Senhor, sim.
Verei uma árvore verde,
Com as suas flores de verde pinho.
Verei, a Rosa de Saron. Eis, que será isso, cedo!
Sou um jardim a florescer em uma tarde de quarta-feira, o céu está azul e o vento está fazendo com que os meus galhos se movam de um lado para o outro, até que ouço você dizer “meu jardim particular”, fiquei feliz.
A beleza das flores do meu jardim, ressoa profundamente em meu coraçao.
Sentir a profundeza da alma, é o mesmo que sentir o calor do amanhecer em meu rosto.
Passa se dias e cada um deles é diferente, o toque e o calor do amanhecer, ressurge com esplendor e faz transbordar o coraçao de amor e desejo.
O coração é o jardim da vida, é lá que quando plantamos pequenas atitudes colhemos grandes recompensas.
*O Jardim das Memórias*
Num jardim secreto, as memórias cresciam como flores. Cada uma tinha uma cor e um perfume único, lembrando momentos felizes ou tristes.
Quem visitava o jardim encontrava lembranças esquecidas e reencontrava pedaços de seu passado. As memórias dançavam ao vento, sussurrando histórias e segredos.
No centro do jardim, uma fonte de água cristalina refletia a beleza das memórias. E quem bebia de sua água, encontrava paz e compreensão.
O Jardim das Memórias era um lugar sagrado, onde o passado e o presente se encontravam.
INEXPLICÁVEL PRIMAVERA
Viu-se no jardim a flor mais bela,
entre as rosas, da inexplicável primavera.
Tão tenra e linda era, pequenina rosa bela.
Ja estava entardecendo, quando passou-se por ela, o supremo jardineiro.
Ao vê la, assim tão bela, encurvou-a ao seu rosto para sentir seu cheiro.
Apegou se ao jardineiro,
a pequenina rosa bela,
a desprender-se do seu galho,
em sua inexplicável primavera.
Autor: Cicero Marcos
Quis a sábia mãe natureza que no jardim do jardineiro brotasse apenas uma roseira. Foram anos de dedicação aos propósitos de seus empregadores e quando seu dom foi colocado à prova para embelezar seu próprio recanto uma surpresa. A rubra rosa floresceu as duas pétalas mais lindas que ele pôde ver em sua vida.
