Japão
Torço que o Brasil um dia se espelhe no Japão onde - por lei - apenas os professores são dispensados de se curvar diante do imperador ...
Quando te vi passar fiquei paralisado
Tremi até o chão como um terremoto no Japão
Um vento, um tufão
Uma batedeira sem botão
Foi assim, viu
Me vi na sua mão
Os turistas são escolhas fáceis. Eles acreditam muito no quão seguro o Japão é e nenhum deles fica de olho nas carteiras.
QUANDO UMA BORBOLETA BATE ASAS PERTO DE VOCÊ E DER REPENTE COMEÇA A CHOVER NO JAPÃO É PORQUE DER REPENTE O AMOR TAMBÉM VOA EM TEU CORACÃO.
Certo instrutor estava na sua costumeira contemplação matinal, no mar do Japão, à beira do espelho d'água, que o sol nascente com seus raios dourados e tangíveis, fazia questão de embelezar, quando aproximou-se um de seus alunos com a seguinte observação:
- Senhor, o mundo é cheio de pessoas egoístas. A maioria não faz nada em benefício do próximo, nem mesmo na esfera do apoio moral. O planeta Terra é mesmo um mundo de seres indiferentes.
O velho instrutor com seu jeito bastante amistoso esboçou um sorriso irônico acompanhado de um olhar bastante inquiridor antes de responder ao jovem aprendiz:
- O que você tem feito em benefício das pessoas? - perguntou o mestre ao seu interlocutor.
- Nada - respondeu-lhe o jovem.
- Você também não se acha indiferente? Qual seria realmente o princípio de transformação do mundo? Porque essa sua preocupação também é a de grande parte da Humanidade. É por isso que o egoísmo impera.
- E o que devemos fazer para mudar essa situação, mestre?
- É muito simples. Ao invés de nos preocupar com aquilo que as pessoas não fazem por nós, vamos passar a nos preocupar com o que não fazemos pelas pessoas, e você vai perceber que basta uma pequena mudança de concepção em cada um de nós para uma grande transformação acontecer na esfera do coletivo.
A lição estava dada, e o rapaz se recolheu aos seus aposentos bastante decepcionado consigo mesmo.
A china e o Japão estão aprendendo a arte do futebol, mas são os melhores jogadores, vendem milhões em artigos esportivos!
Os japoneses sempre adoraram peixe fresco. Porém as águas perto do Japão não produzem muitos peixes há décadas. Assim, para alimentar a sua população, os japoneses aumentaram o tamanho dos navios pesqueiros e começaram a pescar mais longe do que nunca. Quanto mais longe os pescadores iam, mais tempo levava para o peixe chegar. Se a viagem de volta levasse mais do que alguns dias, o peixe já não era mais fresco.
E os japoneses não gostaram do gosto destes peixes. Para resolver este problema as empresas de pesca instalaram congeladores em seus barcos. Eles pescavam e congelavam os peixes em alto-mar. Os congeladores permitiram que os pesqueiros fossem mais longe e ficassem em alto mar por muito mais tempo. Entretanto, os japoneses conseguiram notar a diferença entre peixe fresco e peixe congelado, e é claro, eles não gostaram do peixe congelado.
Deste modo, o peixe congelado tornou os preços mais baixos. Então as empresas de pesca instalaram tanques de peixe nos navios pesqueiros. Eles podiam pescar e enfiar esses peixes nos tanques, "como sardinhas". Depois de certo tempo, pela falta de espaço, eles paravam de se debater e não se moviam mais. Eles chegavam cansados e abatidos, porém, vivos. Infelizmente, os japoneses ainda podiam notar a diferença do gosto. Por não se mexerem por dias, os peixes perdiam o gosto de frescor. Os japoneses preferiam o gosto de peixe fresco e não o gosto de peixe apático. Então, como os japoneses resolveram este problema? Como eles conseguiram trazer ao Japão peixes com gosto de puro frescor? Se você estivesse dando consultoria para a empresa de pesca, o que você recomendaria? Quando as pessoas atingem seus objetivos tais como, quando encontram um namorado maravilhoso, começam com sucesso numa empresa nova, pagam todas suas dívidas ou o que quer que seja, elas podem perder as suas paixões. Elas podem começar a pensar que não precisam mais trabalhar tanto, então relaxam. Elas passam pelo mesmo problema que os ganhadores de loteria que gastam todo seu dinheiro, o mesmo problema de herdeiros que nunca crescem e de donas de casa, entediadas, que ficam dependentes de remédios de tarja preta. Para esses problemas, inclusive no caso dos peixes dos japoneses, a solução é bem simples. L. Ron Hubbard da CIENTOLOGIA, observou no começo dos anos 50. "O homem progride, estranhamente, somente perante a um ambiente desafiador". Quanto mais inteligente, persistente e competitivo você é, mais você gosta de um bom problema. Se seus desafios estão de um tamanho correto e você consegue, passo a passo, conquistar esses desafios, você fica muito feliz. Você pensa em seus desafios e se sente com mais energia. Você fica excitado em tentar novas soluções. Você se diverte. Você fica vivo! Para conservar o gosto de peixe fresco, as empresas de pesca japonesas ainda colocam os peixes dentro de tanques. Mas, eles também adicionam um pequeno tubarão em cada tanque. O tubarão come alguns peixes, mas a maioria dos peixes chega "muito vivo". Os peixes são desafiados. Portanto, ao invés de evitar desafios, pule dentro deles. Massacre-os. Curta o jogo. Se seus desafios são muito grandes e numerosos, não desista. Se reorganize! Busque mais determinação, mais conhecimento e mais ajuda. Se você alcançou seus objetivos, coloque objetivos maiores. Uma vez que suas necessidades pessoais ou familiares forem atingidas, vá de encontro aos objetivos do seu grupo, da sociedade e até mesmo da humanidade. Crie seu sucesso pessoal e não se acomode nele. Se aposente, mas invente. Você tem recursos, habilidades e destrezas para fazer diferença. "Então, ponha um tubarão no seu tanque e veja quão longe você realmente pode chegar".
(Texto de Medeiros usado em MBA nos USA)
Olhando o Japão na copa me veio a mente; este são os índios asiáticos que sobreviveram as guerras, aos terremotos, com sua escrita cheia de símbolos, são índios mesmo, e índios que dominam a tecnologia mundial hoje, é se não fossemos tão tropical e se não tivéssemos tanta riqueza, poderíamos ser como eles, livre desta corrupção que mesclou e colonizou com mão grande nossa nação brasileira.
O Japão é abundante em curiosidades. E, sem dúvida, a ética presente na sua cultura é o que mais me fascina, pelo seu sentido de luta, perseverança e superação, pois o caráter real de um povo revela-se perante as calamidades que assolam o seu país.
“Se eu cair sete vezes, oito me levanto.” – Nanakorobi Yaoki.
“Não importa quantas vezes é derrubado, você se levanta de novo.” – Nana korobi okiya.
Possamos seguir este exemplo único de resiliência, quer connosco próprios, quer relativamente aos outros, em forma de cooperativismo, solidariedade, benevolência e bondade.
Sonho com um mundo assim.
Brasil, quantos robôs
Estamos em atraso geral.
A robótica e tal.
China, EUA, Rússia, Israel, Japão, Índia.
Será que tem robôs em Butão e Nepal.
Doutores e mestres milenares, poder intelectual.
Brasil, robô, precisamos estudar e avançar.
521, vamos clamar.
Despertar o tribunal.
Uma das piores educação do mundo.
Habitados pela escória das na nações.
Ladrão, prostitutas, negros desprezados e índios.
Chaga mortal.
Desprezados e humilhados, sem capacidade.
Envergonhados pelo Europeu e oriental.
Brasil, atrasado, quantos robô.
O que Cabral nos deixou.
Legado indio e jesuita.
A cultura judaica que aqui habitou.
Ogum, axé, candomblé.
Brasil, quem é.
Eu, talvez um rato, um gato ou um cão.
Não aprendi não.
A mágica da evolução.
Tanta geração.
Robô.
Quem é o percursor.
Vale do silício.
Israel, China, Japão, EUA, Rússia, quem mais, quais mais, tanta guerra pelo avanço, povo mestre, Europa, povo Doutor.
Sabe muito, o mundo robô.
Giovane Silva Santos
Morrer se assemelha a adormecer e embarcar em uma longa jornada, como uma viagem ao Japão. Assim como o sono, a morte não causa dor. Ficam as preciosas lembranças e a convicção de um reencontro com nossa família espiritual. Portanto, a saudade é uma emoção positiva, pois mantém vivas as pessoas e experiências que mais amamos.
Que os pais são os nossos alicerces, eu já sabia. É como o alicerce dos prédios no Japão: por mais que nossa estrutura balance em virtude de terremotos e que todo o seu interior se sacuda, sua estrutura é impecável.
No Japão, terra do sol nascente,
Onde os mangás reinam, sem descanso,
Histórias de amor, aventura e luta,
Para os fãs, é uma verdadeira droga.
Os personagens, com olhos de gato,
E cabelos que parecem um desastre,
Lutam contra o mal, com força e coragem,
Mas às vezes, parecem um pouco loucos.
Os animes, com episódios sem fim,
Nos deixam presos, sem saber o que fazer,
Mas não podemos parar, é um vício,
Que nos consome, como um incêndio.
Mas não é só isso, há também a música,
Que nos faz cantar, com toda a força,
Aberturas e encerramentos, são obras de arte,
Que nos fazem sentir, como se estivéssemos lá.
Para todos os fãs de animes,
Com os mangás, e as canções,
Celebrar, essa cultura tão rica,
Que faz todos sonhar e acreditar
No impossível.
O Eterno Retorno
No pequeno vilarejo de Hanamura, no Japão, vivia Aiko, uma jovem de olhar sereno e coração cheio de esperança. Aos 19 anos, ela se apaixonou por Hiroshi, um jovem pescador que, apesar da vida simples, sonhava com um futuro melhor para os dois.
O amor entre eles floresceu como as cerejeiras na primavera. Juraram estar juntos para sempre, mas o destino tinha outros planos. O Japão entrava em guerra e Hiroshi foi convocado para lutar. Na despedida, sob a luz do entardecer, ele segurou as mãos dela e prometeu:
Espere por mim, Aiko. Voltarei para você, nem que leve uma vida inteira.
Os anos passaram. Cartas deixaram de chegar. Os vizinhos sussurravam que Hiroshi jamais voltaria, que Aiko deveria seguir em frente. Mas ela não desistiu. A cada primavera, sentava-se no mesmo banco onde ele se despediu e observava o horizonte, esperando seu amado.
Décadas se passaram, e Aiko envelheceu, mas seu coração permaneceu jovem no amor. Mesmo quando a guerra acabou e os anos trouxeram mudanças, ela nunca aceitou que Hiroshi estivesse perdido. Seu amor era eterno, algo que nem o tempo nem a distância poderiam apagar.
Foi apenas 54 anos depois, em um outono silencioso, que a verdade chegou. Um veterano de guerra trouxe-lhe um diário antigo, encontrado entre pertences abandonados em um hospital militar. Era de Hiroshi. As últimas palavras escritas eram para ela:
Aiko, meu coração sempre pertenceu a você. Se o destino não permitir nosso reencontro nesta vida, nos veremos na eternidade.
Aiko fechou os olhos e sorriu. Ela sempre soube. O amor verdadeiro nunca desaparece. Ele apenas espera, pacientemente, pelo seu reencontro.
E naquela mesma noite, enquanto as folhas caíam das árvores, o espírito de Aiko finalmente partiu, livre, para encontrar seu amado além do tempo.
