Isso Ja Nao me Pertence mais
Não brincar o tempo todo.
A prudência é reconhecida pela seriedade e granjeia mais respeito do que talento. Quem vive brincando não é um homem que mereça confiança. São comparados aos mentirosos e nunca lhes dão crédito. De um tememos a trapaça, do outro, a zombaria. Nunca se sabe quando estão exercitando o juízo, o que equivale a não tê-lo. Não existe humor pior do que o contínuo. Alguns ganham fama de espirituoso e perdem a de sensato. Há momentos para o riso, mas o resto do tempo pertence à seriedade.
“A genialidade da alma está no Amor. Não importa se tens o mais alto grau de inteligência e criatividade, pois se lhe falta o Amor, nunca serás um gênio, nem tampouco um vencedor.”
"Não pense que sinceridade é revelar seus sentimentos mais íntimos. Estes sempre são guardados a sete chaves."
"Ele, o amor, não supera a si mesmo e nem se anula mesmo diante das forças mais intolerantes e belicosas. Por isso é considerado um acontecimento raro e surpreendente."
“Não se apegue a velhas fórmulas, se arrisque um pouco mais nas relações com o desconhecido, não siga sempre a moda, pois do contrário estarás morrendo lentamente.”
Quimera Cinza
Dizem que o mundo nasceu em sete cores.
O meu esqueceu uma.
Não a mais bonita. Não a mais rara. Apenas aquela que fazia todas as outras parecerem vivas.
Desde então, tudo aqui existe em tons de cinza. O céu não ameaça chuva, ameaça permanência. As árvores não morrem; apenas desaprendem a crescer. As pessoas sorriem como quem assina um recibo.
Passei anos acreditando que algum caminhão estava atrasado.
Um simples lápis de cor.
Deveria chegar em qualquer manhã, descarregado por alguém distraído, e bastaria um risco torto sobre o papel da realidade para que tudo finalmente lembrasse que era primavera em algum lugar.
Mas os dias passavam.
E toda entrega vinha sem o pacote que importava.
Comecei a desconfiar que o atraso não era da estrada.
Era do próprio universo.
Então continuei andando.
Porque também me disseram outra coisa: existia um caracol. Um único. Em algum lugar impossível de encontrar. E quem tocasse sua concha deixaria de carregar o próprio peso. Não morreria do corpo primeiro. Morreria da espera. Como uma vela que finalmente entende que foi feita para apagar.
Passei a procurar o caracol.
Em cidades cheias demais para perceber o silêncio.
Em pessoas que juravam possuir mapas.
Em espelhos.
Principalmente nos espelhos.
Às vezes eu achava que estava perto. Via um brilho úmido no concreto, diminuía o passo, prendia a respiração…
Era apenas chuva.
Outras vezes confundia rastros com destino.
O curioso sobre perseguir uma quimera é que ela nunca precisa correr.
Você faz todo o trabalho por ela.
Enquanto isso, a tinta cinza continuava secando sobre tudo.
Descobri que o cérebro inventa cores quando passa tempo suficiente olhando para a ausência delas. Chama isso de esperança. Um defeito elegante da percepção. A mesma ilusão que faz marinheiros enxergarem terra antes da costa existir.
Talvez seja por isso que eu ainda acordava.
Não porque acreditasse.
Mas porque a imaginação sempre chega alguns segundos antes do desespero.
No fim, encontrei um velho caderno.
Folheei página por página procurando aquele lápis perdido.
Não havia espaço vazio onde ele deveria estar.
Nem marcas de que alguém o tivesse roubado.
Apenas uma observação escrita numa caligrafia que parecia ser minha, embora eu não lembrasse de tê-la feito:
“Você não está esperando uma entrega atrasada.
Está esperando uma lembrança de algo que nunca foi fabricado.”
Foi quando entendi.
O lápis não estava preso em alguma estrada.
Não havia caminhão.
Não havia fábrica.
Não havia catálogo.
Assim como o caracol.
Passei a vida procurando uma saída desenhada por alguém que jamais existiu.
E talvez seja essa a crueldade mais sofisticada do mundo:
não é que algumas pessoas morram sem encontrar o caracol.
É que certas almas sobrevivem para sempre porque perseguem uma criatura que o universo nunca teve a intenção de criar.
A cidade continuou cinza.
Eu também.
Mas agora já não olho para o horizonte esperando uma entrega.
Apenas caminho.
Como quem finalmente percebeu que algumas ausências não são atrasos.
São a arquitetura inteira do lugar.
Se estiveres esperando
O Tempo para agir
Quando o tal Tempo chegar
Podes não mais existir.
Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
10/08/2025
E mais uma vez estou me curando sozinha, não espero mais empatia, nem compreensão, a minha dor é minha, e ninguém vai me tirar dela.
Não aguento mais!
Na televisão é coronavirus, Covid-19 o tempo todo!
A Globo não mostra outra coisa!.
Se você não aguenta mais ver na televisão, imagina contrair e depois ter que disputar atendimento ou espaço em UTI na saúde pública!
Segundo o representante da moral e bons costumes, 70% vai contrair e pronto!
E alguns irão morrer, Ou muitos E DAI??
Não é mais questão de escolha de quem quer ou não se arriscar, estamos em guerra contra um inimigo em comum e nessa batalha desigual somos todos nós o lado fragil pois estamos suscetíveis e desarmados e mais complicado ainda é que mesmo entre nós estamos sujeitos a ignorância da covardia irresponsável, a falta de cuidado alheia, a falta de amor e respeito ao próximo.
Porque a vida não avisa quando chegará ao fim...
E amar todos os dias é a forma mais silenciosa e mais urgente de honra-la....
Enquanto estamos aqui.
Depois dos 50, não sou mais vitrine… sou obra de arte...
quem entende, admira, quem não entende, passa batido.
Pensei em silenciar, tentei não mais escrever, mas não consegui reter as palavras...
e é o amor, que me move e me inspira a dar voz ao coração transformando silêncio em poesia.
Posso não chorar mais com as lágrimas mas meu corpo chora; ao senti-lo pesado quando tento resistir ao choro de lágrimas.
as vezes me machuco para a dor parar mais não adianta eu escondo de todos que estao comigo eu carrego uma culta dentro de mim que nunca vai em bora por mas que eu queira nunca vai em bora eu guardo dentro mim mais parece que piora mas se eu conto para alguem eles falam que e drama ou qual quer coisa, só para não me entender sabe estou cansada de verdade a dor da culpa da tristeza angustia tudo junto para uma pessoa que nem viveu a vida toda era para uma menina de 14ano estas passando por isso?????
O silêncio não me assusta mais. O que me assusta é perceber que ele começou a responder quando falo.
Parabéns pelo dia dos Pais....
No sentido mais amplo da palavra somos todos Pai...
Ser pai não é apenas dar origem à vida. É assumir a responsabilidade por aquilo que ajudamos a nascer.”
A noite não me assusta mais, o que me assusta é o dia. A noite trás em si verdades ocultas e o dia trás mentiras veladas.
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