Isso Ja Nao me Pertence mais

Cerca de 788685 frases e pensamentos: Isso Ja Nao me Pertence mais

Olhar para as coisas com uma visão mais ampla ajuda a não ver somente o que está a pouca distância dos olhos. Há muita beleza além do pouco que se vê. Enxergar longe precisa se tornar um hábito. Quanto mais se pratica, mais longe os olhos veem.


Rozilda Euzebio Costa

"Quanto mais penso, mais percebo que não estou a pensar em nada (Cícero nogueira de Souza)

"Quando mais mim deixo levar, mais percebo que não estou sendo levado(Cícero nogueira de souza)

Nós vamos ficar bem
Pai
Você não precisa se preocupar
Mais conosco
Todas as noites nós também
Vamos para a cama cedo toda noite
Pai, estamos seguindo seu
Horário de dormir
Que você havia feito para nós
E precisamos te dizer
Que está funcionando bem
Para nós
Antes de você ter mudado
Nosso
Horário de sono

Quem aprende a viver lembrando que a vida é passageira descobre que o mais importante não é quanto tempo temos, mas o que fazemos com o tempo que nos foi dado.
— Fabinho Martins

Você só precisa vencer hoje. A verdade é que quem vence no longo prazo não é quem tem mais talento, mas quem tem constância...

Por mais que se desenvolva intelectualmente e alcance os mais sublimes dos conhecimentos, se não tiver amor, ainda assim será insuficiente para alcançar os corações

Você é um produto mercantilizado, não mais seu corpo, e sim seu tempo e atenção. É mais valioso quando seu comportamento é previsível. Tão valiosos quanto mais for viciados, indignados, distraídos, polarizados e desinformados, do que se fôssemos humanos livres e vivos. A nova tecnologia de informação e contato social nos domesticou para ser um novo tipo de humano.

Você é um produto mercantilizado, não mais seu corpo, e sim seu tempo e atenção. É mais valioso quando seu comportamento é previsível.

Pessoas precisam reduzir seus bens de consumo. Não se pode medir mais o sucesso de um país pela sua produção industrial e aumento e armazenamento de capital e lucro de poucos, como suas indústrias e seu setor financeiro.
E sim pelo bem-estar de sua população.

Ser gestor público é administrar recursos que não são seus, em nome de quem mais precisa.

— De nada adianta eu ser o guerreiro mais forte
do império se eu não puder manter segura a
única pessoa que me faz querer viver — ele
continuou, aproximando seu rosto do dela. —
Deixe-me ser o seu escudo, Mei Li. Meu coração
bate apenas por você.


Livro: "O Lírio de Seda e o Guarda de Aço"

Análises em milésimos de segundos, em um trocadilho disfarçado, mostrando quem não mais conhecemos, dentro de um corpo tão diferente, modificado pelo tempo... Será que as memórias, são ainda suficientes para sustentar o que foi história??

O mundo deu tantas voltas... E, me trouxe para o mesmo lugar, onde não resta mais quem eu gostaria de abraçar!!


Espera...


Ele colocou afagos no seu lugar, de alguém que aprendi a amar incondicionalmente, assim como amei você.


Talvez eu ainda te ame, em algum lugar lá no porão do meu coração...

Eu desconheço quem um dia conheci, não sei mais se vi ali, se era ou não era.


O tempo faz mudanças, e me mudou também.


Aprendi tanto nesses últimos anos, eu me libertei das correntes, que me prendiam ao passado, que tanto me fez derramar lágrimas de dor, eu achava que era de amor...


O amor dói tanto assim?

Eu saí de casa aos 16, não suportava mais tantas torturas.


Eu perdi muita coisa naquela época.


Mas, eu me orgulho de uma coisa!!


Eu mesmo aos 16 anos, de menor, sabendo que ela voltaria novamente se eu a levasse, resolvi confiar nela e contar sobre minha fuga.
Se ela quisesse, iria comigo e com meus 3 irmãos, para nunca mais voltar.

O mais doloroso disso tudo nem é o bolo, o vestido, ou os docinhos que eu não comi. É a quebra de uma ilusão. Porque a gente aguenta muita coisa, mas descobrir que o carinho não era tão recíproco assim… isso desmonta por dentro.

Amar, hoje em dia, não tem mais esse glamour todo de novela das nove, com gente correndo na chuva, tropeçando na própria dignidade e chamando isso de intensidade. Eu mesma já fui dessas, dramática profissional, achando que amor de verdade precisava doer um pouquinho, como quem aperta o sapato novo só pra ter certeza que ele é caro. Só que uma hora a gente cansa de sangrar por estilo.


A verdade é que amar virou quase um exercício de resistência emocional, tipo academia, só que sem espelho e sem aplauso. É acordar num dia em que tudo dentro de mim quer silêncio, isolamento e um bom “ninguém me toca”, e ainda assim escolher olhar pro outro e pensar, eu fico. Não porque é fácil. Não porque tá lindo. Mas porque tem algo ali que vale mais do que o conforto de ir embora.


E olha que ir embora, às vezes, parece uma proposta tentadora, quase um convite VIP pra paz imediata. Só que a gente descobre, com o tempo, que paz que vem fácil demais costuma ir embora do mesmo jeito. Permanecer, não. Permanecer é quase uma arte esquecida. É tipo cuidar de planta que insiste em não crescer, mas um dia, do nada, dá flor e você fica ali olhando, meio emocionada, meio besta, pensando, ainda bem que eu não joguei fora.


Amar assim exige uma coragem silenciosa. Não tem plateia, não tem trilha sonora, não tem ninguém dizendo “nossa, que lindo vocês dois resistindo ao tédio de uma terça-feira qualquer”. Mas tem uma coisa muito maior acontecendo ali, escondida no cotidiano. Tem dois seres imperfeitos, cheios de bagagem, traumas, manias irritantes e fases insuportáveis, decidindo não transformar qualquer desconforto em despedida.


E isso, sinceramente, é revolucionário. Num mundo onde tudo é descartável, inclusive gente, escolher ficar virou quase um ato de rebeldia. É tipo dizer pro universo, eu sei que seria mais fácil recomeçar com alguém novo, mais empolgante, mais leve, mas eu escolho construir, mesmo quando dá trabalho, mesmo quando dá vontade de sumir.


Porque no fim das contas, amar não é sobre aquele pico de emoção que faz o coração disparar. Isso aí até café resolve. Amar é sobre constância, sobre presença, sobre aquele gesto meio despretensioso de continuar ali, mesmo quando não tem nada de extraordinário acontecendo.


E talvez seja exatamente isso que torna tudo extraordinário.

Tem uma liberdade quase escandalosa em perceber que eu não preciso ter mais nada pra finalmente ser alguma coisa. É estranho no começo, confesso. Porque a gente cresce acreditando que a vida é uma espécie de checklist infinito: quando eu tiver isso, eu viro aquilo. Quando eu conquistar aquilo outro, aí sim eu me torno alguém. E assim a gente vai adiando a própria existência, como se fosse uma estreia que nunca chega.

Eu já vivi muito tempo assim. Era sempre o próximo passo, o próximo objetivo, o próximo reconhecimento. Como se eu fosse uma obra eternamente em reforma, cercada de tapumes emocionais, esperando o dia em que alguém finalmente diria: pronto, agora sim, você está pronta pra ser você. Spoiler da vida real: ninguém vem com esse carimbo.

E um belo dia, sem fogos de artifício, sem trilha sonora épica, eu percebi uma coisa quase desconcertante: eu já sou. Do jeito que está. Com as minhas contradições, com as minhas partes meio bagunçadas, com as minhas versões que nem sempre conversam entre si. Eu já sou suficiente pra mim.

Isso não significa que eu parei de querer crescer. Eu ainda quero. Ainda tenho sonhos, metas, vontades que me puxam pra frente. Mas agora é diferente. Eu não quero ter para ser. Eu quero ter porque já sou. E isso muda tudo. Porque deixa de ser uma corrida desesperada por validação e vira um movimento mais leve, mais consciente, quase um gesto de expansão, não de compensação.

Antes, cada conquista vinha com um peso estranho, como se eu estivesse tentando provar alguma coisa pra alguém, ou pior, pra mim mesma. Agora não. Agora, se vem, é bem-vindo. Se não vem, eu continuo inteira. Olha que conceito revolucionário: eu não me desfaço na ausência.

E tem algo profundamente elegante nisso. Porque quando eu paro de me medir pelo que eu tenho, eu começo a me reconhecer pelo que eu sou. E isso ninguém tira, ninguém compra, ninguém invalida. Não depende de aplauso, de número, de status, de comparação silenciosa com a vida dos outros. É um tipo de riqueza que não aparece, mas sustenta.

O mundo vai continuar tentando vender a ideia de que falta alguma coisa. Sempre falta, segundo ele. Sempre tem um degrau a mais, uma versão melhor, uma meta mais alta. Mas eu aprendi a desconfiar dessa urgência toda. Porque, no fundo, muita gente está correndo não porque quer chegar, mas porque tem medo de parar e se encarar.

E eu parei. E me encarei. E, surpreendentemente, eu gostei do que vi.

Hoje, eu não quero acumular pra preencher. Eu não quero conquistar pra existir. Eu não quero provar pra validar. Eu só quero ser… e a partir daí, viver tudo que vier como um extra, não como uma necessidade.

Talvez a questão mais profunda não seja "por que as pessoas culpam Deus?", mas "que imagem de Deus elas carregam?". Quem vê Deus como um juiz severo tende a interpretar o sofrimento de uma forma. Quem vê Deus como amor incondicional tende a interpretar de outra.