Isso Ja Nao me Pertence mais
18:00 hrs, o sol ja se pos 22:00 hrs, a noite chegou 6:00 a felicidade estar no ar bom dia, sorria pra vida você e um vencedor, feliz dia do trabalhador 1 de maio...
A lembrança é a memória viva de algo, ou alguém que já morreu, mas vive dentro de nós, naquele cantinho chamado saudade.
De todas as Histórias, vc é a MELHOR que já vivi
De todos os livros, vc foi o MELHOR que eu já li
De todas as lições, vc é a MELHOR que eu aprendi
De todos os presentes, vc foi o MELHOR que recebi
De todas as pessoas, vc é a MELHOR que me surgiu
De todos os sorrisos, vc foi o MELHOR que me sorriu
De todos os gritos, vc é o MELHOR dos assobios
De todos os abraços, vc foi o MELHOR dos arrepios.
"E é assim que vens,
Oh saudade,
Feito tornado,
Devastadora,
Assolando o peito meu?
Já tentei pintar-te bela
Bordando lindos versos
Com os feitos teus.
Mas, hoje, confesso:
Pudesse eu,
Não sobraria no mundo
Página alguma
Com o nome teu."
(Rogério Trindade)
Já pensou se fossemos dar ouvidos para tudo que as pessoas falam, acham ou pensam? Aff, o mundo já teria acabado! Nada é fácil, críticas são horríveis de serem ouvidas, principalmente as destrutivas, mas delas podemos construir um edifício de possibilidades, dizendo simplesmente em silencio...sim eu poço, sim eu fiz!
Estou ric@..
feliz e realizada.
Amei a ideia de dinheiro virtual. ..
Já que a maior parte da minha vida é virtual mesmo, dinheiro virtual nela se encaixa com a maior perfeição.
Criei meu mundo virtual. Nele só entra quem eu deixar... começou a me incomodar? Simples uma tecladinha no deletar, e a paz e felicidade de volta ao seu lugar Emoticon wink;)
E agora com tanto dinheiro virtual!? Que mais eu preciso pra completamente feliz estar?
Compro tudo o que quero; faço mil viagens virtuais...
Não disseram que a felicidade é um estado de espírito?
Pois bem, meu bem... pra onde de quer que minha mente me leve estou bem.
Não dizem que a vida é passageira?
Pois bem, meu bem... passageira virtual, fujo de tudo o que não me faz bem...
E tudo bem!
Tudo bem...
se vida se resumisse à vida virtual (pra alguns, lamentavelmente, vida virtual não é só um resuminho de sua vida... é sua vida toda).
Ganhe tudo, mas tudo mesmo que você quiser, virtual ou realmente, se você perder sua alma, você nada ganhou.
Agora, a visão à beira do Douro já está....
concluída, e os turistas estão
passeando com os cabelos ao vento seguram na grade.
São barras de ferro baixas capazes
de tirar a vida de qualquer um que se
arrisque sobre elas.
O comboio que liga Hospital São João a Santo Ovídio, é uma obra-prima.
assim penso e não tem mortal que tire isso de minha mente
Não vejo crianças à andar ou à procura de
um lugar para brincar pela Luis I piso superior
Entre as barras e sobre o rio
nada passará, exceto a Morte, a Chuva o Vento, Lai e o Dia de
Amanhã.
Lai a procura de Agustina Bessa-Luís
Já tinha escrito uma vez como conheci Agustina. Foi no museu da Língua portuguesa. Foi em um sábado, eu e as moscas. Nunca vou em exposição, a única exposição que frequento com prazer, sem tédio, tipo: me tirem daqui! É das flores, das gaivotas, dos patos, das gramas e do mar... Foi um amigo que tive aqui no facebook que um dia me perguntou: Terá uma exposição da Agustina Bessa no museu da língua portuguesa ai em SP, você vai? Sabedor que era do meu fascínio por essa mulher, fez por bem me avisar. É claro que fui. O que me deixou furiosa não foi ter sido eu a única visitante naquele dia e não duvido nada que em todos os outros dias também. O que me incomodou foi não ter nenhum livro dela ali exposto ou alguém contando a sua história. Só havia fotos dela e nada mais. Olha, sei que vocês devem estar desconfiados, mas tempo depois aquilo lá pegou fogo e juro que não tenho nada com isso.
Ai um dia me deu na telha: vou para o Porto. Porque o Porto e não Lisboa? Por causa do vinho. Todo mundo na minha vizinhança fala desse vinho e eu pensava com meus botões: que raios tem esse vinho que os outros não tem? E também queria só de raiva conhecer Agustina Bessa e dizer a ela onde já se viu uma exposição daquelas. Pedi para um amigo bem informado que mora no facebook, um advogado de nome... melhor esquecer o nome, se ele saberia dizer onde morava a Agustina. Respondeu que iria confirmar e depois de me fazer esperar uma semana e alguns dias, passou o endereço e eu anotei. Para quem não sabe o esposo da Agustina é advogado e foi encontrado por ela nos classificados. Sorte grande teve o estudante de direito Alberto Luís ao responder o anúncio. Não sei por que digo isso, talvez pelo mesmo motivo que a malta portuguesa tem de dizer séculos depois que o pobre do Camilo esteve preso na cadeia da relação por adultério.
Um belo dia entrei naquele avião sem medo e sem asas e atravessei o oceano. Somente vim a descobrir a grandiosidade e a delicia que é esse oceano Atlântico na Vila do Conde, quando em uma bela manhã calma e ensolarada eu vi com esses olhos que a terra não há de comer a nau (uma miniatura tamanho gigante) de Cabral e meus olhos se encheram de lágrimas diante de tanta coragem daquele homem teimoso como uma mula.
Hoje quando penso nisso meu coração ainda pula. Por causa de Cabral? Não mais, agora é por causa de mim mesma.
E aqui, fiquei saracoteando por ai. Conheci Camilo Castelo Branco, sua última morada e fiquei estarrecida com seu paradeiro. Os dias passando... Até aquela tarde em que eu caminhava feliz como uma noviça pela Rua Campo Alegre, e então a surpresa. Foi como se alguém tivesse segurado meu pescoço e dito: Olha! E fiquei assim tipo estatua olhando para aquela placa com o nome de uma rua. Sabe quando você vê algo que queria e não esperava, fiquei ali olhando, dando voltas sobre ela, parecendo um altar de adoração. Como fiz para chegar até a casa contei isso no verão passado.
E contei também da moça que estava no andar de baixo e eu olhei... E a chamei e ela veio e me mandou ir ate o portão de entrada e eu fui... A empregada atendeu. Empregadas são treinadas para serem muralhas... Mas eu pedi a ela e ela disse que iria levar meu livro para ser autografado. Não era isso que eu queria. Mas entre isso ou o nada. Preferi isso. Foi e quase não voltava mais. É que o Dr. Alberto Luís deve ter levado longo tempo lendo a crônica da Agustina no livro de vários autores que eu tinha. Ou estava ocupado sei lá, não me disseram... Sei que ela voltou com seu passo apressado, não sei o que deixa essas mulheres assim tão pesadas. Entregou-me o livro que carregava nas mãos como se fosse um empecilho dos seus afazeres e fechou o portão. Ali estava a dedicatória... Não era isso...Não era isso sua mula. Quem era mula? Eu ou ela? Não sei quanto tempo fiquei ali parada na porta de ferro verde. Minha mão batia no nada e eu dizia: Não é isso, não é isso... volta aqui!
Tentei encontrar um buraco de ferrugem onde eu pudesse olhar...
Dei uns passos atrás e sentei em um resto de muro. Ah, foi tão triste. Queria tanto dizer, queria tanto que sentissem o tamanho da minha tristeza naquele dia. Se soubessem viriam aqui e derrubariam todas as portas, abririam todas as trancas... Teria que fazer algo não podia ficar ali parada.
Dei umas voltas pelos restos do que foi um dia uma aldeia e hoje esta cortado por uma rodovia dupla e rodopiei como se estivesse caindo em um labirinto.
Toquei com os olhos e com as mãos cada pedaço daquela quinta. Olhei através das janelas e encontrei as nuvens e o céu azul, tão lindo.
Fechei os olhos e imaginei como era a vida daquela mulher quando ali existia esperança e vida.
Lai em a vida como ela é os poetas da sua vida
Bom dia 16/06/2017
Quando já levanta com o pensamento voltado a resolver as coisas ao seu modo, acredite terá um péssimo dia.
A menina que talvez já tenha acreditado em pessoas perfeitas, momentos perfeitos, que já ouviu de muitas pessoas o que não queria, que já fez muita coisa que não deveria. Uma menina que já errou muito, que perdou bastante; Uma menina que ganhou e conquistou o mundo, mas que em certos momentos não soube aproveitar e acabou perdendo uma parte disso; Uma menina que agir, sabe amar, que sempre espera das coisas algo positivo; Uma menina que já chorou muito, que já riu bastante, que já pulou, que já
Já sangrei sem haver sangue
Chorei sem existir as lágrimas
Jorrei fluidos sem sentir deleite
Recebi carícias e não tive prazer
Gritei e não teve o som do eco
Andei e meus passos não escutaram
Pedi, percebi não quiseram me oferecer
Faltei e não notaram a minha ausência
Bebi e não saciei a minha sede
Comi e não matei minha fome
Briguei e me deixaram apanhar
Amei demais, fui iludido e magoado
Pasmei com muitas situações e decisões
Conformei na mente, mas sentindo dores na alma
Mimei e acordei assustado no meio de estranhos
Cismei sobre minha vivência anulada
Enturmei, porém não era ouvido e sempre desprezado
Viajei não conheci lugares e não sai do lugar.
Pensamento do dia 17/02017
Quando alguém lhe estender a mão aceite, já é um grande passo para demolir muros que ainda lhe aprisionam.
"Porque deveria temer a morte ao invés da vida?
Afinal já temos certeza da morte, mas nunca temos certeza de que a vida valera ser vivida".
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