Inteligência Emocional
Embora tenhamos condicionamentos genéticos de base, em nossa realidade atual e suas mudanças ambientais, novos fatores entraram em cena. Hoje, além da sobrevivência física propriamente dita, o homem necessita desenvolver capacidades que caracterizam a chamada Inteligência Emocional
Muito se fala em máquinas frias, sem alma, substituindo os seres humanos, mas e quanto a frieza humana: até que ponto nossa inteligência pode ser artificial e negligenciar o emocional?
O autocontrole emocional – saber adiar a satisfação e conter a impulsividade – está por trás de qualquer tipo de realização.
Pensar com a própria mente, é o que lhe proporcionará uma vida de qualidade ... todo pensamento coletivo, em algum momento lhe manterá na inercia !
O medo é um desejo de segurança. Por medo, aceitamos permanecer em relações e projetos que só nos fazem mal.
Preferimos continuar sofrendo, pois esse sofrimento é conhecido e familiar. E aquilo que é familiar (até mesmo um sofrimento) nos parece mais seguro do que navegar pelos oceanos desconhecidos da mudança.
Acontece que toda mudança envolve encarar as incertezas do desconhecido. O começo de uma vida verdadeiramente transformada nunca será totalmente familiar.
Cabe a nós aceitar isso, ou permanecer imobilizados por essa prisão de angústias chamada acomodação.
Inteligência é muito mais que conhecimento, é como uma pessoa se comporta diante da vida, de como se relaciona com as pessoas, da postura diante dos desafios, de como maneja suas emoções.
"No fluxo do tempo e da experiência, encontramos a verdade de que a transformação é inerente à jornada humana. Assim como o rio molda a paisagem ao longo dos anos, nós também moldamos nossas vidas por meio do autoconhecimento e da busca por ferramentas adequadas. A idade não é uma barreira para a evolução; é apenas mais uma dimensão em nossa jornada de descoberta e crescimento."
Ostentação é ser feliz.
É não precisar ser para os outros, mas SER para MIM e ser para os MEUS.
É ter consciência que a vida tem suas fases, hora difíceis, outras fáceis, mas ter confiança para seguir.
Porque com o tempo, vamos amadurecendo, prosperando e aprendendo que, seja com erros ou acertos, só devemos carregar “aquilo ou quem” faz sentido na vida da gente.
Costumo dizer que emoção é um impulso, um instinto irracional, e que sentimento é a emoção racionalizada. Conseguir identificar e nomear adequadamente os sentimentos faz parte do processo do autoconhecimento.
Semear no coração das crianças hoje, sementes da Educação Socioemocional (amor, empatia, respeito, resiliência, autoconhecimento, inteligência emocional...)
Irágerminar habilidades que influenciarão na fase adulta!
