Inteligencia é Herança
1. Aceite-se
2. Aproveite sua herança
3. Curta o tempo presente
4. Pare de reclamar
5. Respeite seu tempo
6. Invista tempo e esforço para mudar de fato
7. Não se compare aos outros
8. Deixe o amanhã para depois
9. Cuide-se mais
10. parar de auto-criticar
11.agradecer o que tenho
12.cuidar do corpo/saúde
13.meditar
14.elogiar-me varias vezes ao dia
15.deixar de ser rigorosa com pensamentos e atitudes
16.sentir prazer em tudo exercício, estudo
17.gostar das coisas como são, não como se fossem
18. Ser mais paciente
Ainda não sei bem se foi herança ou vingança a confiança,
a tolerância e a perseverança que me deixou como herança!
Guria da Poesia Gaúcha
A paz que eu preciso é a busca pela herança de uma vida sem mágoas e sem rancor. Que em cada ser humano que eu conhecer eu possa inconscientemente tocar o coração e deixar um pouco de esperança. Que minha história reverbere amor. Sem mais.
Minha herança o amor
O amor pede passagem.
Trazendo nos braços a felicidade
Como se fosse uma criança, abolindo toda a maldade
O amor pede passagem
Luzindo a cor infância, inchado de esperança.
O amor pede passagem
Em cada quina, esquina e estima, ponta de folhagem
Flores que enfeita e arquiteta
Roupas casas mesas e cidades.
O amor pede passagem
Tal como água na garganta, Tal como o frio aos lençóis
Abençoados somos nós.
O amor pede passagem
Na beleza que se põe na mesa
Pais, tios, primos, irmãos, avós e Poesia
E por conseguintes amigos
Bem que faz a vida.
O amor dita ao coração
Viva o que nos torna o bem maior da Natureza...
LEGADO E HERANÇA e LEMBRANÇAS
de Gilberto Braga.
Sei que quando " partir", para onde eu ainda não sei, mas sei que deixarei de herança um tesouro " escondido " na minha alma e no meu coração....palavras em versos e e linhas : Esse é "O " legado" que chamamos de amor!
Conheçam os filhos na velhice dos pais; conheçam os irmãos no processo de herança; conheçam os cônjuges na separação litigiosa; conheçam os amigos quando o seu cargo público não mais existir; conheçam os amigos fiéis nas suas dificuldades.
Brasil herança de papai
Papai, um negro, biótipo alto e forte.
Mamãe, maltratada e judiada.
Ambos herdeiros da geração.
Meu povo de Sul a Norte.
521 anos, sangue, tronco, morte.
Mas eu assisti papai.
Debilitado e enfermo.
Carregando tora, madeira pesada de mais.
Mamãe lavando roupa no rio, uma rudia na cabeça.
Papai se foi.
A memória é viva.
521 anos, abriu a terra, gado, boi.
Minha mãe vive, guerreira é verdade.
Eu, senti o peso de mamãe e papai.
Gemi.
A poesia aprendi.
Só uma observação.
Brasil é herança de meu pai.
Da terra, eu e meu povo.
Submetido a escravidão.
Minha petição.
Nossa alma e salvação.
1 real diário, senhor, um café, um pão.
A milenar geração, sabe qual a minha ilusão.
Giovane Silva Santos
A HERANÇA MALDITA DO VIRUS COVID 19
Hoje, o que causa a maior tristeza em relação a esse desastre pandémico a pesar de milhares de vidas terem sido ceifadas, não é exatamente a perda pelas mortes, mas o sofrimento da fome e da miséria que assola os sobreviventes menos favorecidos, é de lamentar, por essas pessoas que geralmente moram em lugares insalubres, sem agua tratada, sem saneamento básico, "casas" em palafitas, em morros, em vielas, ou até mesmo nas ruas, independente de onde sejam seus abrigos geralmente a realidade é a mesma, é como se fossem vários quadros com os mesmos personagens! Essa desgraça assola a humanidade de tal forma que de certo hoje muitas pessoas lamentam por ter sobrevivido para sofrer mais do que já haviam sofrido, mesmo que tenha sofrido amargamente, nunca antes o povo de hoje sofreu tanto, mesmo que tenha nascido miserável, antes da pandemia a miséria era menos devastadora!
A herança da vida social do Brasil
É verdade, uma política moderna.
Interesses antigos.
Três poderes, um pensamento antes de Cristo.
Um mesmo estado com tribunais diferentes.
Desde as capitanias, 12 donatários.
Longe dos 100%
O povo, o contrato social, nas mãos dos grandes ministérios, mistérios.
Ninguém entende 7% da herança.
Estamos na arca ou na barca.
Nenhum perfeito, ou nada de prefeitos.
O segredo da urna, da mega.
O jogo do bicho.
O que flerta entre o povo e o crivo estatal.
A constituição, uma privatização.
O capital exterior, o pão nos coutenes.
Vou resumi.
Deixo na poesia, uma indagação, eu choro, mas alguém ri.
Eu nada, a República democrática, qual o QI.
PERGUNTE A ESSES DOUTORES.
Uma geração.
Quanto vale a mulher.
Quanto vale a prostituição.
O útero é experimento de laboratório.
Que fabrica escravidão.
A criança, a dignidade.
Qual o sabor da honra.
Diga pra mim.
Tudo normal e claro.
Ou eu cego na escuridão.
Giovane Silva Santos
"Recordemo-nos de que a cruz deve ser a nossa parte de herança. Amemo-la, apeguemo-nos a ela para que possamos salvar a nós e a muitos outros."
Herança
Minha insegurança
Me tira a esperança
Apelo a cobrança
Faço alguma mudança
Mas há intemperança
Me apego a lembrança
Isso é minha herança
Brincar com as flores
Havia uma criança que como tal gosta de dança. Porém sua herança não é digna de confiança, e sua esperança, sem nenhuma fiança não enchia sua pança. Na verdade, ele só queria uma aliança. Um amigo para uma humilde festança.
Um garoto, neto de uma dita qualquer, considerada mulher. Ou, ao contrário, uma dita mulher, considerada qualquer. Dona Esther, vendedora de Tupperware. Comiam na praça da Sé, sem talher. E nem comida sequer. No lixo, num mundo que mal lhes quer, restou a... fé?
Ao redor, ninguém tinha uma esmola. De alimento, de sustento, ninguém atento. Sem ir à escola, Ricardo Tulipa, carregava fardos, abatido por quem usa fardas. Ainda sonha com fadas, encantadas. Acorda, sem resguardos, com a corda dos guardas.
Passam advogados e delegados, fatigados. Tão muito bem empregados. Não sabem dessa vida de gado. Códigos salgados, crimes embargados. Não podem ser xingados. São comungados. Aparecem pastores, decompositores. Gritam ser os corretores, santos atores. Malfeitores, tiram os cobertores, enganam as dores. Vem os médicos, com remédios esporádicos. Sem diagnósticos. Tratamentos melancólicos. Não veem nem as cicatrizes. Surgem os juízes, com gases. Infelizes, ou melhor felizes, com suas diretrizes de leis vorazes. Incapazes de ver luzes na sarjeta. Há o poeta, xereta. Andando de bicicleta, a contemplar a borboleta. Aproxima-se de uma flor. Uma flor suada, suja, mas o poeta sabia que ali tinha amor.
Vontade de cheirar flor e conhece-la na sua essência, o poeta olha-a bem e rega um “Oi! Tudo bem?”. A flor exala um sorriso, com um aviso diz: “Sou o Tulipa!”. E soltando um leve perfume pergunta “Quer brincar comigo?”.
“O que você gosta de fazer?” Indaga o poeta. “Sou Tulipa e adoro empinar pipa!”. Porém, ao responder o poeta, o menino faz uma careta. Pois imagine a treta, faltava vareta. “Você tem bola?” questiona o guri. “Ou alguma esmola?”. O poeta, amante das micaretas, fala que “Não! Mas sou de uma escola, uma escola que rebola! Basta musicar as letras, cantar as palavras, bater palma, ritmar a alma, fazer rima e dançar a vida!”.
Tulipa gostou da ideia e já viu que por ali poderia ter uma grande ceia. Um amigo também, para fazer parceria e companhia. Nesse dia, na praça, Tulipa percebeu que a vida com dança tem graça. Cada vez mais a dança fez graça. O poeta então proclama: “Garoto, abraça essa dança que é massa!”. E foi embora. Nunca mais se viram.
Agora, toda vez que Tulipa encontra algum poeta, ele logo pergunta: “vamos brincar comigo?”.
Numa andança, Tulipa encontrou outras danças, junto com outras tantas flores, em bosques e florestas. Viveu de festas. Descobriu que sua querida vó Esther também é flor pura, áster, a mais linda cor púrpura. Provinda da África. Compreendeu o seu porquê de ser um elegante tulipa negra.
Outrora, em um dia de sol, Tulipa acompanhada de seu amigo Girassol, em um grande encontro da flora, avistou aquele poeta. Cantando, dançando e amando em verso e prosa. E concluiu que aquele poeta era uma bela rosa. Se aproximou e percebeu como sua alma é cheirosa.
Tulipa aprendeu que todo mundo é flor, com dor e amor. É preciso saber vê-las e cheirá-las. Interagir, regar, brincar e dançar com as flores, as nossas flores, repleta de todas as cores!
Penso que o panaquismo é uma herança genética da humanidade. Todo mundo tem um pouco de panaca dentro de si, no entanto acredito que fora distribuído mais generosamente aos homens.
Você não acredita em dívida histórica, mas acredita em herança e que a terra ou fortuna dos antepassados é sua por direito (irónico).
