Inteligencia é Herança
A inteligência não é feita somente de lógica mas também de sentimento e emoção, tudo está interligado.
Eu não devo aceitar que minha inteligência seja uma maldição. Preciso, no entanto, compreender que parte da sociedade é equivocadamente abortiva.
Quem se esconde atrás de sua própria inteligência se torna, inevitavelmente, uma trincheira do passado.
Parece provável que o esforço para se limitar a própria inteligência seja um tipo de autoproteção ao domínio do ressentimentarismo.
Do que adianta a riqueza, beleza e inteligência sozinho?
A solidão, para alguns, é o fim de quem ama e é o fardo dos sábios; enquanto para à multidão, a "riqueza" é um prato cheio para criar idiotas, que saboreiam o entretenimento de baixa qualidade e ter uma vida ínfima e mediocre.
Para uma mente vaga, à multidão seria mais do que o suficiente ou nada e tudo aquilo - do que nada agrega -.
Tua beleza é tão grande, parece um Luar.
É assim, o luar é pequeno se for comparado a ti, quiçá o universo.
Amar é um dom e uma conquista. Ser uma pessoa feliz e ter parte disso: o amor.
Enfim, valorize seu amor, procure um amor verdadeiro e recíproco; e, não tendo encontrado ainda, permita que os que encontraram vivam em paz, harmonia e tranquilidade.
Adoro sua companhia. Amo nossas conversas, pelo seu brilhantismo e sua inteligência. Você me faz bem. O amor deixa marcas, feito espumas ao vento. Desejo pegando fogo, amor que aquece a alma.
Você ter a certeza que não sabe é um ato de inteligência muito superior do que você achar que sabe.
O fim último da inteligência é a Verdade. A dúvida é apenas o meio pelo qual a inteligência chega à Verdade.
O defeito máximo dos homens é não perceberem que por serem dotados de racionalidade e inteligência, têm por natureza, o compromisso e a responsabilidade para com o mundo.
Inteligência é ter opinião sem por ela estar encantado; ignorância é ter opinião, até científica, mas por ela estar encantado.
New-calvinismo X Calvinismo
HDL no podcast do Inteligência Ltda.: “O calvinismo não crê no livre-arbítrio, mas em livre-agência?” Não seria o new-calvinismo HDL?
É hilário ver um calvinista verborrejar sobre aquilo que não sabe.
Vamos ver o que Calvino diz: “uma coisa fica resolvida – que o homem não tem livre-arbítrio para praticar o bem, A NÃO SER QUE SEJA AJUDADO PELA GRAÇA DE DEUS, e pela graça espiritual ou especial, dada tão somente aos eleitos, mediante a regeneração.” Institutas, Vol. 1, art. 26, Pg. 97.
Cânones de Dort - Artigo 14. 1563: “A fé, portanto é um Dom de Deus, não porque é oferecida por Deus ao livre-arbítrio do homem, mas porque é de fato, conferida ao homem, implantada e infundida nele”.
Para terminar, vamos ouvir um dos maiores teólogos escolástico reformado calvinista, François Turrentini: “Não obstante, essa necessidade da causa primária (de Deus) não elimina a liberdade do livre-arbítrio, porque não é uma necessidade de coação, mas de consequência ou infalibilidade, que concorre melhor com a liberdade.” François Turrentini, Comp. Teologia Apologética, Vol. 1, Pág. 295, Terceiro Tópico.
Todas as confissões reformadas sejam Luteranas, Arminianas ou calvinistas, unanimemente admitem um arbítrio morto depois da queda, e que apenas por esse arbítrio pós-queda, o homem natural não pode ir a Deus. Todavia, as mesmas confissões defendem que após Cristo nos libertar, nosso arbítrio é capaz de fazer o que é espiritualmente bom com toda liberdade. No Arminianismo chamamos essa ação de Graça Preveniente que é concedida a TODOS.
Nenhuma tradição cristã negou o livre arbítrio (Igreja primitiva, os pais da igreja e o cristianismo posterior), apenas as seitas heréticas como gnosticismo, maniqueísmo, estoicismo, islamismo, etc..., negavam o livre-arbítrio da vontade, e eram acusadas de colocar em Deus a causa do mau moral. Ora, se o homem não age livre e voluntariamente para pecar, então ele é coagido a pecar, e Deus por ser a causa primeira de todo ser, é quem coage o homem a pecar, fazendo de Deus o grande vilão cósmico do universo.
Pense nisso e cuidado com as seitas e heresias!
No Amor do Aba Pater, Marcelo Rissma.
Será que a inteligência artificial poderá nos ajudar a extirpar esse “bug” ancestral — o desejo insaciável de poder — ou rumaremos, lúcidos e impotentes, para a extinção, sem jamais termos compreendido o real propósito da nossa existência neste plano?
