Insanidade
A corda da insanidade está sendo esticada até os limites do bizarro, assim cada vez acostumamo-nos com o sórdido, o vil, o torpe, o baixo, com a total emantização e "humanização". Já colhemos os frutos disso: as pessoas cada vez menos afetuosas, clamando por carinho e atenção. Vivemos cercados de pessoas, mas em pleno isolamento, numa masmorra de solidão . A escritura diz: "A maldade aumentará de tal maneira que o amor de muitos se esfriará". Mas ainda tenho fé que no âmago do espírito humano, existe uma centelha divina que precisa ser abastecida, precisa ser acesa novamente.
Teu corpo é um templo onde deveras perdoar
Os pecados da minha insanidade de amar
De amar-te, e se tais delitos merecerem condenação
Meu amor, peço-te que me mate pelos prazeres da paixão.
As doses homeopáticas de insanidade prescritas pelo secreto ser interior de cada transeunte do universo, quando no estágio telúrico, é o que salva o ser humano que necessita de doses alopatas da sua presença mental no espaço lunar
Voo
Em plena insanidade me pego a voar sobre celestial cidade, penso com pensamento apenso, meio atormentado e desatento:
Será um sonho da mais alta realidade?
Mentira ou verdade?
Neste momento também revejo meus pensamentos recheados de amores e tormentos, e concluo: A vida às vezes é sonho, às vezes pesadelo. Não devo nada questionar sobre o desenrolar deste mavioso novelo, tampouco, soprar a chama desta santa novela, pois, o grande lance é voar, velejando sobre doce brisa qual a mim me avise: Deixe de ser burro e aproveite esse vôo livre do qual devo tirar esse chapéu, para que haja um voo incrível, contemplando somente essa paz, deixe de questionar, fazendo guerra como a efêmera vida que em si se encerra quando se desfaz na terra.
Ao ouvir Beethoven não sei o que é que houve quando se ouve um estrondo rotundo advindo do mais profundo, além do fim do mundo, muito rápido quando me vejo sobre sagrado céu de anil.
Com abismal calma me pergunto:
Será que minha vida querida desfaleceu após morte batismal?
Enquanto, aqui ouço o glorioso Bolero de um cara chamado Ravel. Essa melodia noite e dia acompanha moribundos santos ou imundos à caminho dos céus quais cada um sua porta abre, sendo céu do amor ou céu das cabras.
Já com Piazzola e sua arte bandoniônica e irônica faz quebrar minhas molas ao dançarilhar um tango diferenciado ao olhar esbulhado de Gardel afrancesado, sentado bem aqui ao meu lado a bocejar seu resmungo afinado em total reclamação, mirando ao Cartola o qual num cantarolar se enrola. Com esse time me vejo morto e revolto apesar de sublimar sublime paz local.
Porém, vou além: Não me ache otário e redundante o bastante, pois, se essas palavras não existiam, agora é só botá-las no dicionário ou numa página de jornal.
O papo está muito bom, mas tenho de ouvir outro canto no meu velho recanto, pois, espero acordar vivo e solto e mais santo.
Volto a sonhar a vida de meros mortais.
jbcampos
É que surge a farsa da loucura .
A insanidade implícita sem proposito ,
Ah, a perdição como o ato verdadeiro
Com dor e sofrimento.
Perdido és, por tu
Por tudo.
De forma inapta, me encontro em ti,
Mas como me encontrar em ti.
Depreciará essa vontade louca de despir-me
Incontrolavelmente ,
Arbitrariamente ,
Em tu.
És Capitu, a tal descoberta
Ou a libertação aguçada dos meus sentidos.
Perdido volto.
Entrelaçado.
Amordaçado.
Com entranhas expostas, devotas.
Por ti, por tu, por tudo.
O que é importante....?
Nada interessa...
Ninguém tem graça...
A minha insanidade è verdade da minha realidade.
As pessoas não ligam para outras pessoas.
Tudo o que sistema quer é tudo que é vendido.
As pessoas não ligam com ninguém.
Tudo que é vendido é uma piada.
As sociedade è cruel...
Rir é parte da existência...
O que importa se ninguém liga se você existe.
O que basta para você enlouquecer.
Das lágrimas das minha alma...
Na verdade sou um palhaço que te diverte com minha insanidade.
Tudo parece engraçado brincar com sentimentos das pessoas.
amor , onde você foi morar ? Te busco com insanidade , pois sei que vc estar em algum lugar , não se aculta de mim , eu vou te encontrar e vou ama -lo , como ninguém nunca te amou ..
Certa vez, ouvi dizer que a insanidade é definida como um processo pelo qual um indivíduo ou um sistema faz algo várias vezes da mesma maneira, mas espera resultados diferentes.
Nota: Adaptação do pensamento de autoria desconhecida, muitas vezes atribuído de forma errônea a Albert Einstein.
...Mais[Insanidade] é a repetição da mesma ação esperando resultados diferentes.
Nota: Adaptação do pensamento de autoria desconhecida, muitas vezes atribuído de forma errônea a Albert Einstein.
...MaisInsanidade é repetir os mesmos erros e esperar resultados diferentes.
Nota: Adaptação do pensamento de autoria desconhecida, muitas vezes atribuído de forma errônea a Albert Einstein.
...MaisNa insanidade de costumeiramente contradizer o que meu coração diz, corri desesperadamente para uma montanha onde guardo meus mais íntimos sentimentos. No alto da montanha me encontrei com a solidão, que há anos tanto me afaga das dores do meu profundo passado. Sentado, dialogando com o abismo e com olhos ligeiramente pensativos, avistei um belíssimo lago repleto de pessoas. Nele havia pessoas felizes e se amando em pleno sol da primavera. Era, no mesmo instante, uma sensação tocante e incrédula, perceber que podem existir águas mais tranquilas que as minhas terras. Sempre acreditei que a paz terminava na solitária e sólida montanha onde estava sentado. As horas batiam de mergulho a mergulho, e nas águas que sempre temi mergulhar, eles nadavam com uma alegria que pouco havia visto. Olhar a singeleza deles me fez acreditar que algumas montanhas também devem se mover para as águas.
Eu não sofro de insanidade. Eu aproveito cada minuto dela.
Pecado
É como um vício, me leva nas noites.
Gotas de insanidade ardendo na veia,
que sem um toque me tira o controle.
Fogo apagado que ainda incendeia.
É um paraiso de indagações.
Beleza insensata, intensa e vulgar.
Perfeito momento de imperfeições.
Meu Édem; lugar proibido de entrar.
a Poesia exige arrancar as mordaças e as máscaras
- exige insanidade, abismos e vertigens
para arremeter contra as colunas de Hércules
e navegar no oceano da imprevisibilidade.
