Ingratidão de Filho
"Não te preocupes com a ingratidão dos teus filhos. A vida é a grande educadora. Um dia, compreenderão que o amor que hoje ignoram foi o mesmo que lhes sustentou os primeiros passos."
MIGALHAS DA GRANDE MESA.
A INGRATIDÃO DOS FILHOS E OS LAÇOS DE FAMÍLIA.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Entre todas as dores que atravessam o espírito humano, poucas são tão lancinantes quanto a ingratidão dos filhos. A pobreza pode ferir o corpo. A enfermidade pode consumir os dias. As perseguições sociais podem dilacerar a dignidade. Contudo, quando o sofrimento nasce dentro do próprio lar, quando a frieza brota daqueles que receberam colo, alimento, renúncia e amor, a alma experimenta uma das mais profundas provas morais da existência terrestre.
O Evangelho Segundo o Espiritismo apresenta essa questão não apenas como drama psicológico ou conflito social, mas como fenômeno espiritual de longa duração, vinculado aos processos reencarnatórios, às leis de afinidade moral e às reparações do pretérito. A Doutrina Espírita desloca o problema da mera ótica biológica e o eleva à dimensão transcendente da consciência imortal.
A família, segundo o Espiritismo, não é simples agrupamento consanguíneo formado pelo acaso biológico. Antes de tudo, constitui reencontro de Espíritos ligados por afinidades, débitos, afetos, antagonismos e necessidades de crescimento mútuo. Muitas vezes, aqueles que hoje se chamam pai, mãe, filho ou irmão já estiveram unidos em existências pretéritas sob outras circunstâncias. O amor pode reunir. O ódio também. A reparação moral frequentemente reorganiza os vínculos que outrora foram destruídos pelo orgulho, pela violência ou pelo abandono.
É precisamente nesse ponto que o texto de Santo Agostinho adquire profundidade filosófica admirável. O Espírito que desencarna não abandona instantaneamente suas paixões. Leva consigo ressentimentos, desejos, tendências e marcas psicológicas profundamente sedimentadas. A morte não santifica ninguém. Apenas remove o invólucro físico. A individualidade prossegue sendo aquilo que moralmente construiu em si mesma.
Por essa razão, muitos Espíritos carregam para além do túmulo animosidades violentas. Alguns despertam para o arrependimento e compreendem que somente a caridade pode libertá-los da própria inferioridade. Entretanto, compreender não significa vencer imediatamente. A consciência vacila entre o desejo de renovação e os impulsos cristalizados do passado. Surge então o drama íntimo da reforma espiritual.
Em diversos casos, segundo a ótica espírita, o Espírito pede para renascer exatamente no seio da família daqueles a quem odiou ou por quem foi odiado. A reencarnação converte-se, assim, em mecanismo educativo da Providência Divina. O antigo adversário retorna como filho. O ofendido reaparece como pai. O perseguidor nasce sob os cuidados daquele que perseguiu. A convivência doméstica torna-se oficina de reconciliação.
Sob essa perspectiva, muitas antipatias aparentemente inexplicáveis da infância deixam de ser vistas como simples caprichos temperamentais. Existem crianças que, desde muito cedo, demonstram rejeição intensa, revolta desproporcional ou frieza afetiva sem causa aparente na atual existência. O Espiritismo interpreta certos casos como reminiscências emocionais profundas, impressões subconscientes oriundas de experiências anteriores ainda não pacificadas.
Tal entendimento não pretende estimular fatalismos psicológicos nem justificar abusos familiares. Pelo contrário. A Doutrina Espírita responsabiliza moralmente os pais pelo esforço educativo e afetivo destinado ao progresso espiritual dos filhos. A educação deixa de ser mero preparo intelectual e transforma-se em tarefa sacramental da alma.
O lar converte-se em laboratório moral.
Cada gesto dos pais modela estruturas psíquicas profundas na criança. A indulgência excessiva fortalece o egoísmo. A ausência afetiva alimenta inseguranças futuras. A violência verbal produz traumas silenciosos. A negligência moral favorece tendências destrutivas já existentes no Espírito reencarnante. Assim, o Espiritismo compreende que educar não é apenas ensinar regras sociais, mas auxiliar o Espírito a dominar suas imperfeições ancestrais.
A metáfora utilizada no texto é extremamente significativa. Os pais devem agir como jardineiros atentos, cortando os rebentos defeituosos antes que se transformem em raízes profundas. O orgulho e o egoísmo, se alimentados desde cedo, convertem-se mais tarde em ingratidão, insensibilidade e endurecimento moral.
Sob o prisma psicológico, percebe-se aqui extraordinária lucidez acerca da formação da personalidade humana. A infância constitui período de plasticidade emocional intensa. Tendências morais podem ser fortalecidas ou enfraquecidas conforme o ambiente afetivo, os exemplos familiares e os estímulos recebidos. O Espiritismo antecipa, em muitos aspectos, reflexões modernas sobre condicionamento emocional, desenvolvimento ético e estruturação psíquica da consciência.
Entretanto, o Evangelho Espírita também consola os pais que, apesar de todos os esforços sinceros, enfrentam filhos ingratos ou moralmente perturbados. Nem toda responsabilidade pertence à família atual. Existem Espíritos profundamente comprometidos consigo mesmos, resistentes ao progresso, que utilizam o livre-arbítrio para permanecerem estacionários. Nesses casos, o sofrimento dos pais converte-se em prova expiatória e testemunho de perseverança moral.
As dores domésticas possuem singular intensidade porque atingem diretamente o centro afetivo da alma. Há indivíduos que suportam heroicamente a fome, a miséria e as humilhações sociais, mas desmoronam diante da indiferença de um filho. Isso ocorre porque os laços familiares penetram regiões profundas da sensibilidade humana. O coração paterno e materno frequentemente ama sem condições, sem contratos e sem medidas.
Quando esse amor não encontra reciprocidade, instala-se uma das mais amargas experiências da existência terrestre.
Todavia, o Espiritismo procura impedir que a dor se transforme em desespero absoluto. A reencarnação relativiza o instante presente. O filho ingrato de hoje pode tornar-se amanhã o Espírito arrependido que retornará buscando reconciliação. Nenhum sofrimento é eterno. Nenhuma consciência permanece para sempre endurecida. A justiça divina opera através de séculos invisíveis ao olhar humano.
Há também dimensão sociológica extremamente relevante nesse ensinamento. Em épocas marcadas pelo individualismo exacerbado, pela dissolução dos vínculos familiares e pela cultura do imediatismo, a ingratidão filial tornou-se fenômeno cada vez mais recorrente. Muitos pais envelhecem abandonados emocionalmente. Tornam-se instrumentos utilitários descartados após cumprirem funções materiais. A sociedade contemporânea frequentemente estimula autonomia sem responsabilidade moral, liberdade sem dever e prazer sem gratidão.
O resultado inevitável é a erosão dos laços afetivos.
O Espiritismo propõe caminho oposto. A família não é prisão cármica destinada apenas ao sofrimento, mas instituição educativa da alma. É dentro dela que o Espírito aprende tolerância, renúncia, perdão, disciplina emocional e fraternidade. As imperfeições que emergem no convívio doméstico revelam precisamente aquilo que ainda necessita ser curado.
Por isso Santo Agostinho conclui exortando os pais a acolherem até mesmo os filhos difíceis como irmãos espirituais em processo de restauração. Muitas vezes, aqueles que mais causam perturbação são justamente os que mais necessitam de amparo moral. A família verdadeira não se define apenas pela harmonia natural, mas pela capacidade de permanecer unida diante das provas.
Existe profunda grandeza espiritual na mãe que continua amando o filho ingrato. Existe heroísmo invisível no pai que persevera orientando aquele que o despreza. Tais criaturas silenciosas carregam cruzes morais que raramente são compreendidas pela sociedade, mas que possuem elevado valor diante das leis divinas.
A ingratidão dos filhos não representa apenas falha afetiva humana. Em muitos casos, constitui reflexo de conflitos antigos ainda não resolvidos entre consciências imortais. E os laços de família, longe de serem acidentes biológicos passageiros, revelam-se instrumentos providenciais para a reconstrução do amor onde outrora existiram ruínas morais.
Porque, diante da eternidade, nenhuma lágrima sincera é inútil. Nenhuma renúncia amorosa permanece esquecida. E nenhum coração que verdadeiramente ama atravessa as sombras da existência sem recolher, mais cedo ou mais tarde, as claridades da redenção espiritual.
Fontes consultadas.
O Evangelho Segundo o Espiritismo
Santo Agostinho
O Livro dos Espíritos
José Herculano Pires
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O pior desrespeito é a resposta de um filho ingrato. Doei todo o meu amor, sem saber que teria no final a ingratidão como reconhecimento.
A ingratidão. Dura mesmo é a vida do criador de cobras. Cuida e alimenta desde filhotinhos, mas no menor descuido, torna-se vítima da sua criação.
Carta ao Ingrato
Filho da alva, meu filho insensato,
Por que tu estás a agir assim comigo,
Não fui eu quem te criei, amamentei e formei?
Não fui eu sua amada mãe, ó ingrato?
Por qual razão arrancas de mim meus vastos cabelos,
Pelas traquinagens sem fim, rasgas meus seios,
Desgastas aos poucos a doce pele,
Tirando e sugando meu sangue?
Ingrato! Não percebes que sem mim nada sois?
Peço-te como mãe, pares de me maltratar,
Nem que seja por pouco tempo,
Deixes minhas feridas cicatrizarem.
Meus vastos frutos dos olhos azuis tu avermelhastes,
Seus irmãos do próprio sangue matas,
Um a um sucumbem perante ti,
Filho cruel, sua justiça chegará!
Meu delicado perfume quebras,
Em mil pedaços estão a debater-se,
Você foi capaz de ferir-me no ventre,
O umbigo de onde saístes.
Queria eu que você percebesse,
Que suas atitudes são tão horripilantes quanto Nero,
Tão sombrias quanto o coração de Hitler,
E tão sedenta de seiva humana, que Nosferatu foge de ti!
Filho, meu filho querido,
Já não basta os anos de dor?
Ainda não aprendeu que tudo volta,
Em boa ou má colheita?
Pena que quando perceberes a sua mania,
Já será tarde demais meu filho,
Não haverá terra, mar, céu, campo, nada mais.
Jazes meu corpo ao relento, da sua tão amada;
Mãe Pátria Terra.
Carta a um filho ingrato
Pensar que um dia tive uma família completa, dinheiro e felicidade, só contribui para aumentar o buraco que hoje carrego no peito. A dor chega a ser tão insuportável que, por não ter mais forças, estou contando com a ajuda de um assistente para redigir essas palavras melancólicas.
Carta a um Filho Ingrato
Qualquer expressão, por mais tocante que seja, será inútil para tentar descrever o estrago que tu causaste na minha humilde vida. Por que me abandonaste aqui? Por que não me dá a chance de desfrutar dos últimos suspiros da velhice ao teu lado?
Tudo isso machuca muito. Meus fios de cabelo branco já não aguentam mais. Faça valer a educação dada por mim e pela sua mãe. Falando nela, minha alma chora de tanta saudade. Foi quando ela se despediu desse mundo que o meu pesadelo começou.
Lembra de como éramos felizes? Não passávamos nenhum aniversário longe um do outro, almoçávamos todos juntos, celebrávamos a Páscoa, o Natal… Se ela não tivesse nos deixado, talvez você não tivesse desistido de mim. A morte é uma inimiga perversa e eu não venci a batalha contra ela. Depois vieram os meus problemas de saúde, de coordenação motora, de memória, me tornei agressivo, chato, amargurado. Reconheço que a convivência comigo se tornou difícil, mas me abandonar foi uma atitude radical.
No início, enfrentei muitos desafios aqui. Eu me sentia frustrado por não ser capaz de tomar uma sopa sem sujar minha roupa, por não conseguir gravar os nomes dos assistentes, por não ter forças para tomar um banho sozinho e o pior de tudo, por voltar a usar fraldas como um bebê.
O tempo passou, meu filho. E como passou… Agora, dê-me a oportunidade de ser livre outra vez. Eu te imploro que venha me buscar e saiba que apesar de tudo que aconteceu você tem o meu perdão. Emocionantes, né?
Mãe chupim,choca no ninho filho ingrato!
(By Osvaldinho Babão)
Me doei em carinho, te amor
Amor não emprestado
Sorri teu sorriso, pelo seu melhor
Muitas vezes te fiz ficar emburrado.
Paguei caro a conta
Te perdoei também fui perdoado
Venci preconceitos e vi o meu certo , tornasse errado
Nunca mereci sua família
Mentiras eu fui foi torturado
Não mereci a sua benção, orei por voce abençoado...
Sua mãe me chamava de amor
Eu fui o "boné atolado",
Te tratei como trato os meu filhos
O que era meu tava guardado
Pois quando seu pai apareceu
Virei padrasto amaldiçoado
Te dei carinho e te ensinei o que meu pai me ensinou
Te fiz um livre passarinho e sua mãe do ninho que eu te criei me expulsou
Fique com Deus ate um dia qualquer hora
Já amarrei as minhas trouxas e vou embora!
IDOSO X AMOR X INGRATIDÃO...
Pudera à “DEUS” que todos os “ NETOS e FILHOS “ tivessem este mesmo “AMOR” para com sua “MÃE, PAI e AVÓS ”.
Serem “GRATOS” pelo cuidado recebido, “AMOR INCONDICIONAL”, dedicação.
Se hoje somos adultos, jovens, foi pelo cuidado recebido.
Hoje o que vemos é a falta de paciência, respondendo os idosos com se fossem animais, brigando ou até mesmo batendo.
Lembra daquela “MULHER”?
- AQUELA que levantava a noite pra te dar remédio ?
- AQUELA que te acompanhava à escola?
- AQUELA que estava presente nas suas reuniões escolares?
- AQUELA que cuidava da sua alimentação?
- AQUELA que te levava ao médico?
- AQUELA que por vezes ficou sem comer para que não faltasse à você?
- AQUELA que passava noites e noites acordada preocupada com você porque estava doente?
- AQUELA que te levava para passear e segurava em suas mãos?
- AQUELA que trocava suas fraldas sujas sem se importar com o cheiro, lembra dela?
- AQUELA que por vezes passou dificuldades , e se quer você percebeu, ou você presenciou cada detalhe lembra dela?
- AQUELA que por várias vezes chegou apanhar do teu pai para te proteger, lembra dela?
Pois é hoje a “ INGRATIDÃO “ tem matado aos poucos muitas “MÃES , PAIS e AVÓS ”, com este veneno mortal .
O amor é lindo demais, porque hoje o que mais vemos é falta de amor e respeito para com os idosos que voltam a ser criança.
Maltratar um idoso com palavras agressivas ou batendo não faz diferença alguma, porém esquecem- se da “LEI DO RETORNO”, e este retorno é triste demais a muitos que desprezam “SUA MÃE, SEU PAI, SUA AVÓ e SEU AVÔ”.
“ AME-OS ENQUANTO VOCÊ POSSUI “
Sou a pedra no seu sapato.
Talvez me chame de filho ingrato,
Que ordens não acato,
Mas é que ainda falta comida no meu prato,
E da grande multidão.
Acuado, não morro e não mato.
Isso é fato.
De obrigações eu to farto,
Seguir normas que não estão no contrato da vida.
Indevida constituição.
Serviço obrigatório
Bem parece um sanatório,
Ou melhor dizendo: - "Sedatório".
Um corpo, pra não chamar porco em decomposição.
Essa história de guerra não me convence,
A verdadeira paz nunca vence.
Sobre honrar a pátria, pense:
Amor é via dupla não contra-mão.
Dar para os filhos o melhor.
Ser e melhor que ter, avareza ou ganancia, ingratidão leva para o chão consequentemente mais um egoísta na multidão. Sucesso Financeiro? Não vale o sacrifício da família.
Quando um filho (a) queima todas as oportunidades recebidas.
Com certeza vai estar com 18 ou mais.
Caso este ser amado esteja apaixonado (a), pelo histórico de investimento financeiro e afetivo dos pais agrava ainda mais a situação.
Diferente de amor, paixão vai mantê-lo ainda mais no Chão.
Troque presente por presença, pergunte sem afirmar.
Filhos são presentes, e não brinquedos.
Brinque com seu filho nunca com sua educação.
Sou fio, energia e Fio que fala e Ñ se cala!
Autora: Geilda S. Carvalho
Há Filhos que são Ingratos
Na Poesia, Fantasia!
Palco da Vida, seriam saltos.
Ń há público, atos do teatro
Tão pouco Aplausos e atos
Só um Holocausto, em caos
Filho amado, estrela Braw.
Blqueiamor q/ rodeia
Deus, luzamarela, criador
D' Adão, costela é teia.
Criou Mãe, surge Ela, amor
Em Imagem, Semelhança
Corpo, alma, lembrança.
Pai celestial, Deus D'Amor
Geilda S.De Carvalho
14/05/2018
#D.A.R.
SONETO DE POUCA FÉ
Oh! Alma conturbada, assim desolada
É tão pouca a tua fé, oh filho ingrato
Prende-te à esperança, sejas sensato
E a confiança em Deus, onde guarda?
Ele te assiste, te olha dos Céus, é fato!
Com paternidade impávida, e iluminada
Jamais cansa ou desiste, nunca é nada
De amor estoico, âncora, firme vicariato
Porque assim, me cambaleia, na morada
Nele tudo se alcança, é afeto imediato
Inteiro, como na morte, é terna estrada
Paladino de lança em riste, superiorato
Não fiques assim triste, ouça a chamada
Deus te clama, no conflito, Ele é exato!
Luciano Spagnol
06 de junho, 2016
Cerrado goiano
Oh! Alma conturbada, assim desolada
É tão pouca a tua fé, oh filho ingrato
Prende-te à esperança, sejas sensato
E a confiança em Deus, onde guarda?
Luciano Spagnol
Cerrado goiano
O filho ingrato, quando planeja algum e este planejamento não sai como o esperado, ele culpa seus pais pelo fracasso, aliviando assim sua culpa. E pais irresponsáveis assumem a culpa para que seu filho fique livre do peso da consciência.
INGRATIDÃO DOS FILHOS
Existem filhos insensatos empenhados cegamente em buscar uma falsa liberdade e se livrarem daqueles que tentam colocar ordem e moralizar a Família.
Não se importam em quebrar os laços familiares.
Revoltam-se contra os pais e procuram destruir a família em que vivem. Buscam insanamente o rompimento da estrutura familiar usando de falácias e mentiras, provocando segregação.
A estes só resta saber que se um dia tiverem a sua própria família lhes será devolvido aquilo que semearam.
A cada um será dado segundo as suas obras.
Pois esta é a Lei de
Causa e Efeito.
A dor da ingratidão do filho adotado, é pior que a do biológico, é revoltante.
O biológico é seu
O adotivo se opta.
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