Ingênuo
Nem Otimista, nem Pessimista: o primeiro é Ingênuo, o segundo, Amargurado. Prefiro ser Realista Esperançoso.
Não quero fechar os olhos para a realidade apenas para enxergar um mundo mais bonito.
Mas também não quero enxergar apenas o que há de feio, como se a lucidez nos exigisse desesperança.
O Otimista Apaixonado, muitas vezes, confunde esperança com certeza.
Acredita que tudo dará certo porque precisa acreditar.
O Pessimista, igualmente Apaixonado, por sua vez, transforma decepções em método: espera o pior para não ser surpreendido — e, quando o pior acontece, sente-se legitimado em sua amargura.
Entre os Dois Apaixonados, prefiro caminhar por um terreno menos confortável: o da Realidade.
Ser Realista é reconhecer os problemas sem maquiá-los, admitir as derrotas sem transformá-las em destino e perceber as limitações sem fazer delas desculpas.
É olhar para as circunstâncias como elas são, inclusive quando não correspondem ao que gostaríamos que fossem.
Mas ser realista não significa abandonar a esperança.
A esperança, quando madura, não é a crença ingênua — quase infantil — de que tudo dará certo.
É a decisão consciente de que, mesmo quando não há garantias, ainda vale a pena agir.
É saber que talvez não possamos controlar o resultado, mas podemos escolher a atitude diante dele.
O Realista Esperançoso não ignora a tempestade.
Ele quase sempre tem o guarda-chuva ao alcance das mãos.
Não nega a possibilidade da derrota, mas também não se entrega a ela antes da batalha.
Não espera milagres para começar a fazer a sua parte.
Não precisa acreditar que o futuro será necessariamente melhor; basta acreditar que ele ainda pode ser construído.
Porque há uma diferença enorme entre ingenuidade e esperança: a ingenuidade depende de não conhecer os riscos; a esperança nasce mesmo depois de conhecê-los.
Talvez seja essa a forma mais honesta de otimismo: não acreditar que tudo ficará bem, mas acreditar que, apesar de nem tudo ficar bem, ainda podemos fazer alguma coisa boa com o que temos.
Nem o entusiasmo cego de quem não enxerga os obstáculos, nem o desencanto de quem já não enxerga possibilidades.
Olhos abertos…
Pés no chão.
Disposição na mão.
E muita esperança no coração.
... porque eu não poderia manter uma tampa sobre a minha vida. Ingênua como as folhas secas no chão, olhando para além da árvore para o céu azul perguntando: Por que eu?
Somos ingênuo ao ponto de falar que ninguém é perfeito, olhe para cada um de nós e veja, temos dois olhos para enxergar, temos dois ouvidos para escutar, temos um nariz para respirar, temos uma boca pra falar, temos dentes para mastigar, temos pernas para andar, temos mão para pegar, temos tudo que precisamos... agora me diz, tem obra mais perfeita do que DEUS fez?...
Princesinha
Posso até não aparentar
Mais sou um pequena menininha
Com um coração ingênuo
Escondendo fantasias
Não uso minha coroa
Mas sei que por dentro sou uma princesinha
Com um grande sonho
De se tornar a mais bela rainha
Meu príncipe era meu fiel escudeira
Meu sapo que não tem nada de cavalheiro
Aparece em meus sonhos me mandando sinais
Me fazendo ter delírios mentais
Em meu mundo totalmente roxo
Me vejo com medo de algo
Não sei dizer oque é!
Só sei que se trata do meu sapo idiotamente frocho.
Não eu não me iludo fácil, posso parecer boba, ingênua mas todas as vezes que sofri ou me magoei por causa de alguém não foi inocentemente, no fundo eu sabia, bem lá no fundo eu tinha noção da onde eu tava me metendo. Não sou de fantasiar,
não construo castelos pra abrigar ninguém em mim, eu construo pontes, elos que unem, mas elos que são frágeis, fadados a se romperem, afinal o que há de certo nas relações que temos além de que um dia terão fim? O motivo? Ninguém sabe mas o fim esse sim todo mundo por mais puro e casto que seja sabe que terá, e eu me enquadro nisso também. Tantas vezes perdi meu tempo culpando sicrano, beltrano pela minha dor, mania tosca essa de quem sofre, arrumar um culpado, um réu pra vê se alivia, melhora, mas quem participou da vida mais do que aplaudiu sabe que nossas dores são frutos nossos que a semente muitas vezes não somos nós que plantamos, mas seu crescimento somos nós que permitimos. Sei que nem todas as minhas dores terão cura, e sei mais ainda que a cura não vem quando eu responsabilizo alguém por elas, a cura vem quando tem que vir, quando o tempo passa e a gente nem percebe que sente mais, quando a gente olha pra aquela pessoa que te arrancou lágrimas intermináveis e se senti a vontade e livre pra desejar um bom dia, um feliz natal, pra desejar felicidade. Você foi assim, passou por mim e hoje depois de ter sentido tudo que alguém pode sentir por outra pessoa: amor, raiva, rancor, tristeza, carinho, hoje consigo lembrar de você e rir, rir das suas piadas tão fora de hora, rir das suas infantilidades sem limites, rir do seu passado mal resolvido e rir de mim, da minha besteira em pensar que um dia essa dor não iria passar, que um dia nossa história não ia passar, que um dia inevitavelmente do teu perfume eu não iria mais lembrar.
Sabe qual é o problema ?
É que ainda existem menininhas ingenuas e fracas por aí.
Aí vai vir aquele garoto, ficar por ficar, talvez coisa pior; E depois de deixa-la apaixonada, ele nem vai ligar pra ela.
E sabe qual é o problema maior ?
É que um dia, ela encontrará o cara que saberá valoriza-la.
Saberá faze-la feliz, e vai correspondê-la.
Mais sabe qual vai ser o problema ?
É que ela vai estar tão ferida, tão machucada, e decepcionada, que ela já não vai querer mais amar de novo. Por medo de sofrer.
Ela não vai corresponder o amor desse garoto, porque o primeiro a deixou tão magoada, que ela nem vai se importar com o valor que esse 2º garoto vai te dar. Mais depois ela vai perceber isso.
Mais sabe o que é melhor de tudo, nisso ?
É que ela vai aprender a ser forte. Vai aprender que pra tudo tem um recomeço, e uma nova chance.
Ela vai crescer. E aprender que tudo valeu a pena. Pois só a fez tornar, a mulher forte que ela virou.
Vai mostrá-la que ela não precisa de ninguém para ser feliz. E que antes de amar alguém, que a ame primeiro.
[...]Com tantas emoções ele entende que a sua ingenuidade é uma qualidade, que através dela é que se chega à maturidade e após um longo aprendizado é que se percebe que corações existem muitos, pequenos, grandes, honestos, sinceros, mas especiais, estes são raros. Por isso, só um coração especial é que ama verdadeiramente outro.
“Quando olho para o passado vejo como já fui ingênua, não me arrependo de nada! Mas tenho certeza de que foi minha fragilidade que me transformou numa pessoa irônica para algumas situações."
Tenho coração ingenuo, inocente e conflituoso que se recusa a acreditar em duas caras e na peçonha dos hipócritas!
"Ingenuidade. Essa é uma das palavras que conseguem realmente me definir. Eu não queria, de verdade. Hoje em dia, são poucas as pessoas que tem isso; são poucas as pessoas que conseguem retribuir até. Na sociedade em que vivemos atualmente, a frieza está conseguindo dominar. Não que todos sempre foram assim; alguns tiveram motivos para isso, necessidade. Para esses, foi uma forma de se “proteger” contra todas as pedras que tacam, foi como um muro construído, para ninguém conseguir chegar ao ponto mais frágil, que é seu coração.
Mas eu, não tenho essa defesa. As portas estão sempre abertas, qualquer um consegue entrar. Por causa disso, eu acabo me importando demais, e até, me machucando demais. Você que é ou já foi assim, sabe disso. Sabe o quanto dói, sabe o quão ruim isso é. E o quanto a vontade de querer mudar aumenta cada vez mais."
Temos três tipos de olhares de acordo com a nossa idade.
Quando crianças o olhar da ingenuidade,da travessura e da ausência dos medos;
Na puberdade, nosso olhar busca o interrogativo contestado,o êxtase das emoções,a busca do incansável….
Chegamos então à maturidade,onde a travessura da infância torna-se mais polida contudo, jamais tolhida…onde o deleite agora faz-nos deixar muitas vezes, em um estado hilariante de ser e a maturidade nos reporta a um olhar de meditação,buscando muito além do antes vivido ou seja, a contentação do hoje,do agora,do breve!
O ultimo pra esquecer.
Realmente você foi importante.
Mas, agora percebo o quão ingenua eu fui.
De todas as minhas declarações, nenhuma serviu, nenhuma valeu a pena.
E eu cansei de ser nada, de tentar ser o que nunca serei.
Não seremos nunca mais que amigos e agora eu sei.
Suportei ao meu limite que agora se esgotou.
Pra mim deu, acabou.
Adeus!
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