Infelizes

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⁠Pessoas felizes agradecem pelo o que têm. Pessoas infelizes reclamam pelo o que falta.

⁠Tudo vai dar certo





Eu ando vendo as pessoas por aí tão infelizes
Na era da evolução, essa imagem me assusta
Muitas chorando, sozinhas em suas crises
E com toda a certeza , numa dor absoluta
Olhando pro vazio, sem nenhuma perspectiva
Buscando entender o porquê de tanta dor
Pessoas que um dia já foram tão ativas
E que hoje padecem com todo esse desamor
Eu fico tão tocado quando eu vejo isso
Queria abraçá-las e as tirar desse deserto
Pois vejo que amar é o nosso compromisso
E lhes posso afirmar que vai dar tudo certo
Não fique aí parado vai , dê uma caminhada
Ouça a sua música e chacoalhe o esqueleto
Pois saiba que daqui, nós não levamos nada
Você nasceu pra ser feliz, e tem esse direito!

⁠A felicidade perturba os infelizes.
Procure observar quem está feliz e
Orgulhoso do seu crescimento.
Incrível como um olhar revela tudo.
O Tempo o levará onde você precisa estar.

⁠Obviamente, as circunstâncias de um acontecimento por si só não nos deixam felizes ou infelizes; é o modo como reagimos a elas que determina nossos sentimentos. Jesus disse que o reino dos céus está dentro de nós. É lá também que está o reino do inferno.

Dale Carnegie
Como superar as preocupações e o estresse (1948).

⁠As melhores pessoas que conheço estão sempre se avaliando e se aprimorando.
As pessoas infelizes geralmente avaliam e julgam os outros.

Aos infelizes o melhor remédio é a esperança

Nunca gostei de terminar as coisas, sempre achei finais infelizes. Por mais perfeitos que sejam, finais são tristes porque acabam tudo. É como em um filme de romance, no fim o casal quase sempre acaba juntos e é só isto, fim. Quem nunca quis saber o que acontece depois do final? Eu sempre quis. Não gosto de finais, seja qual for eles. Finais doem.

Existem pessoas infelizes pelas circunstancias da vida e pessoas infelizes por serem idiotas.Esses últimos são os piores,sempre querem a infelicidade dos outros.

Digo para vocês há momentos infelizes que está contido nesta única palavra: SOLIDÃO!!! Em suma, todo o problema do meu presente é este: Minha solidão não tem nada a ver com a presença ou ausência de pessoas…E penso durante vários momentos do dia como o amor foi tão injusto, quando digo amor não significa que está resumido a uma pessoa, mas o amor por recomeçar pela vida do jeito que ela está, e então chego a desejar a solidão, simplesmente por não conseguir ter forças para lutar, sem amor nada é possível e assim prefiro ficar hoje “Solitário”, para não ter que ferir aos outros e nem ser machucado. No fundo, é isso...Você pode me achar um coitadista, fraco, ou conformista? Você pode ter razão, me desculpe Eu ser Eu!!! Engraçado: Tenho aceitado que solidão até me cai bem, há um certo gosto em estar e pensar sozinho... A necessidade faz-nos habituar com tudo até com que é ruim.... Você pode me perguntar e a liberdade? É verdade, tão deseja por muitos, e claro tenho minha liberdade, só que não tenho feito bom aproveito...Calma!!! Estou procurando, estou procurando aprender. Estou tentando entender o que realmente estou sentido, será uma nefasta dor de uma vida despedaçada, talvez seja solidão em minha alma, ou a falta de amor? Sinceramente não sei.... Tenho medo dessa desorganização!!! Estou ficando acostumado a estar só, mesmo junto dos outros. Sim isso é horrível!! Hoje só tenho uma certeza “Escrever é um trabalho ingrato que leva à solidão.”

Fotos e bebidas enganam a todos! Até os infelizes. Mas todos sempre choram sozinhos! Isso é apenas uma forma de se esconder e não querer sentir o que você é!

Retome o seu dia, buscando olvidar as ocorrências infelizes da véspera.


A casa protegida, habitualmente , promove faxina pela manhã.

Até mesmos os homens publicamente renomados fazem o papel de idiotas, infelizes e mentalmente retardados, por causa do dinheiro.

⁠Infelizes e bastardos são os egoístas e vaidosos que são convidados, a entrarem na maçonaria. Por que jamais os verdadeiros princípios maçônicos, entraram neles.

Existem invejosos, recalcados e infelizes na maçonaria simbólica como existem em qualquer lugar. Desconhecem o valor da fraternidade, da generosidade e vivem como víboras covardes. Buscam a ordem para se sentirem importantes entre quatro paredes mas na vida profana de abundancia e de luzes, são sempre derrotados.

Preconceito e racismo são doenças tristes que revelam ao mundo as almas infelizes e retrógradas que são incapazes de conviver

Nunca desista dos seus sonhos. Nunca se deixa levar por ideias de pessoas infelizes ou pensamentos negativos. Ninguém melhor que você sabe o esforço que faz para se tornar uma pessoa vencedora todos os dias. Pessoas que não vêm somar devem ser deixadas de lado.

"Como um vulcão expelindo calor, voz e risos que tendes infelizes, é que vos falta a alma, sem amar"!
Com o dedo na ferida de uma saudade, sem sentido fica de novo, como novo, um tempo que muitos só pensam de novo encontrar!
Em toda jornada o medo viaja também, o amor é uma porta aberta de atravessar, e quem entra e sai, se volta quer ser amada!
"Cuide bem do coração", e ele vai cuidar bem de você, o mundo é horrível, mas o bem vence no final!

" Se a humanidade aprendesse a olhar para os infelizes não como derrotados, mas como viajores em processo de depuração, a ética social seria mais compassiva e a própria noção de êxito seria reformulada. "

O EVANGELHO DOS INFELIZES.
Prefácio.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
Há livros que nascem da erudição. Outros, da experiência. Este nasce da dor compreendida.
O sofrimento sempre acompanhou a humanidade como sombra inevitável. Desde as primeiras narrativas do Gênesis até as páginas pungentes do Novo Testamento, a dor não é acidente, mas linguagem. Em Bíblia Sagrada, a aflição aparece não como punição arbitrária, mas como pedagogia moral. No livro de Jó, o justo sofre. Nos Salmos, o coração clama. Nos Evangelhos, o Cristo consola os aflitos e declara bem aventurados os que choram, porque serão consolados.
Contudo, os infelizes sempre foram mal interpretados. A sociedade, em suas estruturas históricas, tende a confundir sofrimento com fracasso. Sob a ótica espírita, tal equívoco dissolve-se. Em O Evangelho segundo o Espiritismo, publicado em 1864, afirma-se que as aflições possuem causas atuais e pretéritas, inscritas na lei de causa e efeito. A dor, longe de ser mero acaso biológico ou injustiça divina, revela se instrumento de reajuste e de ascensão moral.
Este livro não pretende romantizar o padecimento. O sofrimento que embrutece, que revolta, que obscurece a consciência, é sinal de incompreensão. Mas o sofrimento que desperta, que purifica intenções e amadurece o espírito, converte-se em semente de luz. É nesse ponto que os infelizes tornam-se protagonistas de uma revelação silenciosa.
A tradição cristã sempre compreendeu que a cruz não é símbolo de derrota, mas de transfiguração. Em O Livro dos Espíritos, encontra-se a afirmação de que a vida corporal é prova ou expiação. Tal proposição exige maturidade filosófica. Prova implica oportunidade. Expiação implica reparação. Em ambos os casos, há finalidade educativa.
O Evangelho dos infelizes não é um novo texto canônico. É antes uma leitura interior do Evangelho eterno aplicado às almas que caminham sob o peso das lágrimas. Ele dirige-se aos que perderam, aos que foram traídos, aos que experimentaram a solidão moral, aos que se veem incompreendidos em meio ao ruído social.
Historicamente, as grandes transformações espirituais nasceram do sofrimento. A perseguição moldou os primeiros cristãos. A pobreza formou santos. A renúncia edificou consciências. O infortúnio, quando assimilado com dignidade, desvela dimensões superiores do ser.
Sob a análise psicológica contemporânea, reconhece-se que a dor pode produzir resiliência, expansão de sentido e reorganização existencial. A tradição espírita amplia essa compreensão ao afirmar a continuidade da vida e a perfectibilidade do espírito. Assim, o que hoje se chama infelicidade pode ser capítulo necessário de uma história mais ampla que ultrapassa a existência presente.
Este prefácio não oferece consolo superficial. Oferece perspectiva. O Evangelho dos infelizes convida à reflexão severa e à esperança fundamentada. Não há sofrimento estéril quando há consciência desperta. Não há lágrima ignorada quando há justiça divina.
Se a humanidade aprendesse a olhar para os infelizes não como derrotados, mas como viajores em processo de depuração, a ética social seria mais compassiva e a própria noção de êxito seria reformulada.
Que estas páginas sirvam não para alimentar lamentos, mas para transformar dor em lucidez, culpa em reparação e desespero em coragem moral.
Porque o verdadeiro Evangelho não se dirige aos satisfeitos, mas aos que ainda choram, e é na pedagogia da aflição que a alma começa a reconhecer a grandeza de seu destino.

"Geralmente, alguns deprimidos ficam infelizes não comigo nem contigo. Geralmente ficam consigo. Merecem e precisam de atenção e cuidados redobrados!"
Frase Minha 0345, Criada no Ano 2009


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CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com